Sorriso no rosto, gargalhadas, riso frouxo. Um cara bem-humorado é tudo de bom, mas segundo uma pesquisa realizada pela Universidade de British Columbia, no Canadá, os homens felizes são menos atraentes aos olhos femininos. O estudo fez um ranking do apelo sexual de expressões não-verbais presentes em emoções como alegria, orgulho e vergonha.
Mil pessoas participaram da experiência, que consistia na apresentação de fotos de pessoas do sexo oposto, com posturas de soberba (peito estufado e cabeça elevada), felicidade (sorrisos largos) e embaraço (olhos esquivos e cabeça baixa). Sabe quais fotos chamaram mais atenção das mulheres? Os soberbos! Sim, de acordo com a pesquisa, o sorriso masculino é associado à falta de dominância.
Já para eles, um sorriso conta pontos e as imagens de mulheres felizes foram as que mais os atraiu, enquanto a atitude confiante não fez muito sucesso. A explicação pode estar nas teorias evolucionistas, que sugerem que o comportamento altivo masculino significa competência para prover o lar. No caso feminino, o pressuposto combina com as convenções sociais de que mulheres são submissas e vulneráveis, mas é incompatível com a ideia de homens "fortes e silenciosos".
Já as expressões de vergonha atraíram ambos os sexos e, segundo os especialistas, está relacionada à consciência das normas sociais e ciência de suas trangressões, o que é lido como uma forma de confiança, apreciada por homens e mulheres. Segundo os responsáveis pela pesquisa, serão necessários estudos posteriores para contemplar os casais homossexuais e também os de cultura oriental.
Fonte: Portal Bolsa de Mulher
Mostrando postagens com marcador sentimentos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sentimentos. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Atração vs Felicidade
Marcadores:
amor,
beleza,
corpo,
emoções,
estética,
estudo,
homem,
reflexão,
relacionamentos,
sentimentos,
sexo
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
E quando o Sexo Angustia!?
A relação sexual é, a princípio, um ato que gera prazer. Porém, há situações em que o ato sexual é incrementado por pensamentos preocupantes e emoções perturbadoras, com isso, nos distanciamos do prazer. Há também as “disfunções” sexuais, que atrapalham na satisfação sexual de ambos.
A angústia sexual aparece quando a pessoa acredita que não atendeu as expectativas de seu parceiro na cama. Porém, muitas dessas expectativas são construídas socialmente e acabam sendo pouco humanas e até mecânicas. Quando você se preocupa com o “moralismo” imposto por convenções sociais, e reprime-se, a insatisfação sexual também provavelmente ocorrerá, principalmente para as mulheres. A angústia sexual detona a auto-estima de homens e mulheres.
Há também os casos de assédio e até abuso sexual. O Assédio Sexual inclui uma aproximação sexual não-benvinda, uma solicitação de favores sexuais ou qualquer conduta física ou verbal de natureza sexual. E o Abuso Sexual acontece quando uma pessoa obriga a outra a ter relação seuxual com ela, mesmo que esta não consiga exito. Ambas as situações, geram, em muitos casos, traumas nas vítimas, que se não forem tratados trarão transtornos, principalmente a temas ligados ao sexo por toda a vida.
Uma vida sexual saudável e satisfatória, é necessária a ausência de angústia, temores e culpas em torno da experiência sexual. Para isso, é preciso aprender a lidar com crenças e emoções para que se possa desenvolver uma sexualidade plena. E quando não conseguir lidar com a angústia, talvez seja a hora de procurar um especialista em sexualidade ou um terapeuta de casais.
Marcadores:
corpo,
emoções,
homem,
reflexão,
relacionamentos,
sentimentos,
sexo
domingo, 15 de janeiro de 2012
Consequências de uma Mentira
Não existe nada mais devastador para um relacionamento do que a perda da confiança. A pessoa que mente, acaba com as chances de o amor dar certo. E com isso a relação nunca mais será a mesma.
Quando a mentira entra no relacionamento, pode acabar de vez com a confiança que existia entre o casal. Quem mente passa a conviver com dois fantasmas: o da MENTIRA e o do MEDO de ser descoberto. Por mais que a gente acredite que não vai fazer mal contar uma mentirinha para o parceiro, uma coisa é certa: mentira tem pernas curtas e o mal feito nem pernas têm. E pior, não existe mentira positiva. Todas são negativas e têm poder suficiente para acabar com qualquer relacionamento, já que a base mais sólida das relações humanas é a confiança.
A pior coisa que existe é uma pessoa descobrir que foi enganada. Por isso, mesmo que a verdade seja dolorosa, é melhor optar por ela, Assuma seu erro o mais depressa possível. Diga que mentiu, porque assim sua chance de ser perdoado é maior. É mais fácil perdoar uma fraqueza momentânea do que uma mentira. Também é mais fácil perdoar o mentiroso que assume sua fraqueza, do que perdoá-lo quando sabemos da mentira através de outra pessoa, afinal ninguém gosta de ser enganado. O relacionamento deixa de ser saudável no momento em que a mentira atravessa a relação. A partir daí o mentiroso passa a conviver com dois fantasmas: o da mentira e o do medo de ser descoberto. Talvez por isso, muita gente passe a acreditar na própria mentira. É como se, assim, pudesse se defender. Entretanto, ao ser descoberto, “bater o pé e persistir na mentira só vai piorar a situação.
O efeito desastroso da mentira
Mentir pode causar danos irreversíveis à relação, pois o amor saudável se baseia, principalmente, na confiança. Sem confiança, não há tranqüilidade e o amor não amadurece. Quando um parceiro perde a confiança no outro, o relacionamento acaba. A sensação de sentir-se traído provoca muita dor e rompe com a parceria amorosa. O mentiroso jamais é perdoado, e aquele que foi enganado passa a desconhecer o outro, a questionar quem ele é, verdadeiramente. Diante da descoberta da traição, a pessoa passa a acreditar que seu relacionamento todo foi uma grande mentira.
Veja o que a mentira pode causar:
• Decepção: pela constatação de o parceiro não era exatamente quem a gente pensava que fosse.
• Sentimento de fracasso: pelo erro de avaliação e de ter se apaixonado por alguém que não é confiável.
• Desconfiança: é impossível permanecer num relacionamento se a capacidade de continuar apostando na relação foi destruída pela mentira.
• Ressentimento: sentir-se desconsiderado, desrespeitado e traído provoca mágoa e raiva. O ressentimento é diretamente proporcional à expectativa que se tinha sobre o parceiro.
• Desrespeito: o parceiro enganado, insconscientemente, se vinga do mentiroso e o clima entre o casal pode tornar-se hostil e perigoso.
• Desinteresse: ao ser enganado, o parceiro interrompe o afeto que era dirigido ao outro. Passa a ver o mentiroso como alguém a ser evitado.
• Ruptura: o amor não resiste. Mesmo que o sexo seja maravilhoso, também passa a ser questionado como possível encenação.
Fonte: Site Melhor Amiga
Marcadores:
amor,
dicas,
emoções,
fatos,
reflexão,
relacionamentos,
sentimentos
domingo, 8 de janeiro de 2012
Beijar na Boca é Trair?!
Um assunto que levanta polêmicas, e sempre dá o que falar é a seguinte questão: Beijar na boca é traição?! Para muitos o ato de beijar é mais grave que a relação sexual em si. Quem comunga dessa tese, acredita que um beijo envolve mais sentimentos uma relação sexual. Já existem pessoas que acreditam que um beijo na boca não é traição. Essa é uma questão delicada!
Comumente, encontrarmos pessoas que afirmam: “o problema não é o beijo, problema é o que vem depois”. Assim como outras acreditam que o problema começa bem antes, já naquela paquera inicial, o simples fato de você desejar outrem, eles já acreditam caracterizar uma traição.
Vamos refletir um pouco, imagine que o seu namorado(a) foi a uma festa e beijou outra pessoa?! Qual foi o teu sentimento, o que pensou?! Você achou que foi algo sem importância, ou do momento; ou você acredita que foi infidelidade caracterizada da parte dele?! Isso vai depender de qual o seu conceito de fidelidade e lealdade, da modalidade do relacionamento de vocês, assim como de outros fatores. Porém creio que a maioria sentiu-se na segunda opção!
Em nossa cultura, é pregada a monogamia, sendo assim relacionamentos extra conjugais, é considerado traição.E quando a pessoa sente-se, ou é, traído, na maioria das vezes a sensação é de que fomos passados para trás, enganados.
E quando inverte-se a face da moeda?! E se for você quem sentir prazer, ou tiver costume, em trair?! A vontade de trair pode ser causada por muitos fatores. Há pessoas que traem quando algo não vai bem no relacionamento, essa situação é mais comum às mulheres. Outras traem quando algo que nada tem haver com o casal não vai bem, como uma válvula de escape. Tem também os que traem por indução de amigos, ou das circunstâncias em que se encontram. E também há os que traem pelo simples prazer de trair, muitas pessoas, principalmente homens, sentem uma sensação inenarrável ao manterem relações extra conjugais. Além de outros motivos menos comuns.
O fato é que nessa vida tudo, absolutamente tudo, é valido, desde que não fira e respeite a você e, principalmente, ao outro. Então quem deve definir se o beijo ou qualquer outra forma de contato é traição ou não, é você e o seu parceiro(a). Se ambos optarem por um relacionamento não aberto é imprescindível que ambos sejam fiéis, para poder dar certo, pois senão não dará, além de causar mágoas em ambos. Agora se optaram por liberdades, aí sim vocês podem ir até o ponto em foi dada tal liberdade. Independente, o importante é ser feliz!
Comumente, encontrarmos pessoas que afirmam: “o problema não é o beijo, problema é o que vem depois”. Assim como outras acreditam que o problema começa bem antes, já naquela paquera inicial, o simples fato de você desejar outrem, eles já acreditam caracterizar uma traição.
Vamos refletir um pouco, imagine que o seu namorado(a) foi a uma festa e beijou outra pessoa?! Qual foi o teu sentimento, o que pensou?! Você achou que foi algo sem importância, ou do momento; ou você acredita que foi infidelidade caracterizada da parte dele?! Isso vai depender de qual o seu conceito de fidelidade e lealdade, da modalidade do relacionamento de vocês, assim como de outros fatores. Porém creio que a maioria sentiu-se na segunda opção!
Em nossa cultura, é pregada a monogamia, sendo assim relacionamentos extra conjugais, é considerado traição.E quando a pessoa sente-se, ou é, traído, na maioria das vezes a sensação é de que fomos passados para trás, enganados.
E quando inverte-se a face da moeda?! E se for você quem sentir prazer, ou tiver costume, em trair?! A vontade de trair pode ser causada por muitos fatores. Há pessoas que traem quando algo não vai bem no relacionamento, essa situação é mais comum às mulheres. Outras traem quando algo que nada tem haver com o casal não vai bem, como uma válvula de escape. Tem também os que traem por indução de amigos, ou das circunstâncias em que se encontram. E também há os que traem pelo simples prazer de trair, muitas pessoas, principalmente homens, sentem uma sensação inenarrável ao manterem relações extra conjugais. Além de outros motivos menos comuns.
O fato é que nessa vida tudo, absolutamente tudo, é valido, desde que não fira e respeite a você e, principalmente, ao outro. Então quem deve definir se o beijo ou qualquer outra forma de contato é traição ou não, é você e o seu parceiro(a). Se ambos optarem por um relacionamento não aberto é imprescindível que ambos sejam fiéis, para poder dar certo, pois senão não dará, além de causar mágoas em ambos. Agora se optaram por liberdades, aí sim vocês podem ir até o ponto em foi dada tal liberdade. Independente, o importante é ser feliz!
Marcadores:
amor,
beijo,
dicas,
emoções,
homem,
reflexão,
relacionamentos,
sentimentos,
sexo
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Amor ou Sexo?!
Baseado principalmente em nossa cultura, a maior parte das pessoas ainda hoje associam amor a uma relação sexual em que as duas pessoas realmente se amam, demonstram afeto, etc. Quando usamos o termo fazendo amor, comumente queremos dizer que está havendo uma relação sexual entre duas pessoas que tem sentimentos uma pela outra, e despendem carinho entre si.
Todavia, o sexo passa a imagem de uma relação em que a única coisa que importa é a satisfação sexual, onde cada indivíduo extrai do outro aquilo que deseja, preocupando primordialmente consigo mesmo. É uma relação onde nenhum sentimento é revelado. Enquanto ao fazer amor as pessoas trocam juras de amor apaixonadas, no sexo o que é dito, são palavras eróticas ou até chulas.
O sexo também está relacionado às relações casuais, onde o casal acaba de se conhecer e já mantém uma relação sexual. Sem nenhuma cobrança ou compromisso, simplesmente por puro prazer físico, e depois cada um segue seu rumo.
Porém os termos acima explicados são somente uma forma de nomenclatura. E com o passar dos anos e a evolução de todas as coisas, nos relacionamentos não poderia ser diferente, essas expressões já não têm tanto impacto, assim como a discrimanação de categorias. Mesmo que possamos relacionar as duas palavras a diferentes tipos de relações sexuais, uma coisa é fato, geralmente as pessoas não fazem somente amor, ou somente sexo. As duas vertentes hoje já meio que entrelaçaram-se, sendo assim, o casal já pode manter relações bem quentes, com aquele desejo latente esvaindo-se por todos os poros, e ao mesmo tempo haver sentimento puro, sincero e verdadeiro.
A verdade é que já pode se olhar para o amor com olhos mais desejosos, como algo que faz bem não somente a sua alma e sacia seu coração, como à seu corpo físico e satisfaz seus desejos carnais. Já o termo sexo não evoluiu tanto assim, porém mudanças ocorreram. É certo que o sexo normalmente não oferece sentimento, porém ele já não mais é visto como algo sujo, pecaminoso, mas sim como algo necessário a todo ser humano.
Independente da palavra utilizada ou até mesmo das intenções que você e seu parceiro tenham, durante a relação sexual, o importante mesmo é que vocês estejam satisfeitos, e respeitem a si e ao outro. Se gostam de sexo selvagem ou de fazer amor, o termo utilizado para nomenclar a situação é o que menos importa.
Marcadores:
amor,
corpo,
emoções,
reflexão,
relacionamentos,
sentimentos,
sexo
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Esquecer é Difícil, porém Possível
Como num passe de mágica, passamos a nos sentir atraídos por outrem. As vezes um desconhecido, outras, um conhecido, ou mesmo um amigo. Até então, você não vivenciou nada desse tipo com a pessoa. Se eram amigos, vocês já se conheciam bastante, porém de outro ângulo. Em uma relação as coisas são bem diferentes.
Quando começamos a namorar, tudo é deveras perfeito, muito belo. Tal sentimento de perfeição ainda persiste por uns tempos, e tudo é lindo, pelo menos no início.
O casal recém enamorado, vive em total êxtase, um completo mar de rosas, até que começam os atritos, os desentendimentos, as brigas. Estar em um relacionamento estável não é fácil. E amar vai além de afirmar morrer por aquela pessoa.
O relacionamento desgastou-se a um ponto não mais suportável. Conversas e mudanças não foram o suficiente para salvar a relação. Aquilo que parecia um amor eterno chega ao fim. Agora aparece o problema mais difícil para a maioria das pessoas, esquecer. Não esquecer tudo o que viveram necessariamente, mas esquecer a pessoa amada no passado. Parar de pensar nela a todo instante, e dejesar que tudo volte com dantes foi, pois aquilo não mais voltará.
Quando nos apaixonamos, não sabemos porquê isso acontece. É uma situação mágica, que só quem já viveu sabe, ao olhos do apaixonado, a vida passa a ter cores mais cintilantes e tons mais vibrantes. Se apaixonar não está em nossas mãos, é involuntário. Já esquecer depende primordialmente de nós. Bem sei que não é nada fácil, todavia você tem que seguir em frente e algumas coisas podem ajudar no seu trajeto.
O primeiro passo é compreender e aceitar o término da relação, sem neuras, culpas, transtornos, etc. Somente aceitar. Para ajudar a tirar o dito cujo (a) da cabeça, mude hábitos, objetos e ações que vocês costumavam fazer juntos, e/ou que o(a) tragam a seus pensamentos. Agora não fique curtindo a crise em casa. Saia, divirta-se, curta a vida, aceite aquele convite fabulosos dos amigos para aquele programão, ou arrume alguma outra coisa, fuja da solidão e do marasmo. Enfiar a cara no trabalho e coisas do tipo também pode ser uma boa pedida. Por fim, há aquele ditado que afirma que só se cura um amor com outro amor maior. Não é uma má ideia, se você achar que já tem estrutura psicológica para envolver-se com outra pessoa, e desde que você não arrume qualquer coisa e nem magoe essa pessoa, é uma boa atitude. E caso não esteja preparada(o), somente curta, experimente ficar sem qualquer compromisso.
O fim de (quase) todo relacionamento afetivo dói, dói muito. E não é exclusividade de ninguém. Assim como para conquistar alguém, também para esquecer alguém vale tudo (desde que não fira nem a você, nem a terceiros). Só lembre de uma coisa, aconteça o que acontecer, não perca a auto-estima, não se subjugue, e não entre em depressão. Ninguém merece tal reação!
Quando começamos a namorar, tudo é deveras perfeito, muito belo. Tal sentimento de perfeição ainda persiste por uns tempos, e tudo é lindo, pelo menos no início.
O casal recém enamorado, vive em total êxtase, um completo mar de rosas, até que começam os atritos, os desentendimentos, as brigas. Estar em um relacionamento estável não é fácil. E amar vai além de afirmar morrer por aquela pessoa.
O relacionamento desgastou-se a um ponto não mais suportável. Conversas e mudanças não foram o suficiente para salvar a relação. Aquilo que parecia um amor eterno chega ao fim. Agora aparece o problema mais difícil para a maioria das pessoas, esquecer. Não esquecer tudo o que viveram necessariamente, mas esquecer a pessoa amada no passado. Parar de pensar nela a todo instante, e dejesar que tudo volte com dantes foi, pois aquilo não mais voltará.
Quando nos apaixonamos, não sabemos porquê isso acontece. É uma situação mágica, que só quem já viveu sabe, ao olhos do apaixonado, a vida passa a ter cores mais cintilantes e tons mais vibrantes. Se apaixonar não está em nossas mãos, é involuntário. Já esquecer depende primordialmente de nós. Bem sei que não é nada fácil, todavia você tem que seguir em frente e algumas coisas podem ajudar no seu trajeto.
O primeiro passo é compreender e aceitar o término da relação, sem neuras, culpas, transtornos, etc. Somente aceitar. Para ajudar a tirar o dito cujo (a) da cabeça, mude hábitos, objetos e ações que vocês costumavam fazer juntos, e/ou que o(a) tragam a seus pensamentos. Agora não fique curtindo a crise em casa. Saia, divirta-se, curta a vida, aceite aquele convite fabulosos dos amigos para aquele programão, ou arrume alguma outra coisa, fuja da solidão e do marasmo. Enfiar a cara no trabalho e coisas do tipo também pode ser uma boa pedida. Por fim, há aquele ditado que afirma que só se cura um amor com outro amor maior. Não é uma má ideia, se você achar que já tem estrutura psicológica para envolver-se com outra pessoa, e desde que você não arrume qualquer coisa e nem magoe essa pessoa, é uma boa atitude. E caso não esteja preparada(o), somente curta, experimente ficar sem qualquer compromisso.
O fim de (quase) todo relacionamento afetivo dói, dói muito. E não é exclusividade de ninguém. Assim como para conquistar alguém, também para esquecer alguém vale tudo (desde que não fira nem a você, nem a terceiros). Só lembre de uma coisa, aconteça o que acontecer, não perca a auto-estima, não se subjugue, e não entre em depressão. Ninguém merece tal reação!
Marcadores:
amor,
emoções,
reflexão,
relacionamentos,
sentimentos
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Ano Novo! Faça Diferente!
Faça novos planos para sua vida, mude hábitos, crie projetos novos termine os antigos, dedique-se a novos trabalhos, procure novas emoções – mas não as deixe virar sinônimo de irresponsabilidade -, cultive velhas amizades... procure novas amizades, cuide do seu amor... procure um novo amor – mas não deixe isso virar obsessão -, ouça novas músicas, leia livros diferentes – mas não os deixe tomar conta do seu dia. A nossa vida necessita de mudanças para que ela se alegre e se renove a cada dia, mas preserve as coisas boas que você já conquistou.
Escreva sua própria história no livro da vida com uma tinta diferente. Viva intensamente. E em algumas ocasiões especiais, deixe a própria vida te guiar, para que ela possa lhe mostrar o que já conhece.
Lute pelo que você quer. A vitória – quase certa – será mais excitante e melhor aproveitada do que em outras situações. Não há derrota quando se luta de todo o coração. Mas se mesmo assim o prêmio principal não foi alcançado, as emoções ficarão guardadas e sempre serão lembradas com orgulho. As vezes é necessário perder e admitir os erros, e aprender com eles para uma nova luta.
Jogue fora o que já não importa mais e que não te deixa ir adiante: fracassos, conflitos, mágoas, tristezas, enfim tudo de ruim da sua vida. Assim, estará mais leve e com mais espaço na vida, pronto para trilhar com leveza e conhecer novas estradas e rotas.
Se importe mais com o planeta, com a natureza, com suas plantas, com seu animal de estimação, com a água, com os rios, com os jardins e com certeza isso trará um novo sentido a sua vida.
Admire a grandeza da vida nas coisas simples que poderiam passar despercebidas... como o nascer do sol, uma noite de lua cheia, uma flor que desabrocha. Olhe mais além... e de vez em quando, crie teorias pessoais sobre a vida, o mundo, as pessoas – sem se sentir envergonhado pelo que imaginar. Esqueça-as em seguida, afinal, você já viajou pela sua alma.
Aproveite as pequenas chances que a vida lhe dá no dia-a-dia para fazer coisas boas: Cumprimente o vizinho, o colega de trabalho, o lixeiro, o jardineiro, o cobrador, o carteiro, o senhor, a criança, o jovem. Beije sua esposa, seus irmãos, seus pais, sua namorada, seus filhos, seus netos. Faça tudo isso, faça com o coração, não deixe jamais virar uma obrigação. Aceite os presentes que lhe oferecerem, o cafezinho, o salgadinho. Dê presentes também, os dê de coração, só não deixe esse gesto virar uma questão de educação.
Aprenda coisas novas: uma nova língua, um novo instrumento, uma nova disciplina, um novo caminho, uma nova religião, um novo costume, um novo esporte…
Quando estiver só em sua casa, fale em voz alta consigo mesmo. Assim, o universo terá uma chance de conversar com você, lhe falando através de seus próprios pensamentos, coisas que jamais imaginou falar. Ande de trás para frente. Mude a posição do mouse para a mão que geralmente não o usa. Faça o mesmo com a escova de dente, o pente, os pratos, enfim faça ao contrario do normalmente faria. Volte ao normal apenas quando estiver no trabalho ou na rua.
Ouça mais o que os outros tem a dizer. Respeite o que os outros acham importante: religião, opinião, gosto. Pense no lado bom das coisas. Mesmo em situações ruins, há sempre coisas boas que podemos tirar: superação, aprendizado, fortificação. E quando for capaz, ria de seus próprios tropeços.
Ouça, assista, leia, pense, faça, viva coisas alegres.
By Luciene Silva
Escreva sua própria história no livro da vida com uma tinta diferente. Viva intensamente. E em algumas ocasiões especiais, deixe a própria vida te guiar, para que ela possa lhe mostrar o que já conhece.
Lute pelo que você quer. A vitória – quase certa – será mais excitante e melhor aproveitada do que em outras situações. Não há derrota quando se luta de todo o coração. Mas se mesmo assim o prêmio principal não foi alcançado, as emoções ficarão guardadas e sempre serão lembradas com orgulho. As vezes é necessário perder e admitir os erros, e aprender com eles para uma nova luta.
Jogue fora o que já não importa mais e que não te deixa ir adiante: fracassos, conflitos, mágoas, tristezas, enfim tudo de ruim da sua vida. Assim, estará mais leve e com mais espaço na vida, pronto para trilhar com leveza e conhecer novas estradas e rotas.
Se importe mais com o planeta, com a natureza, com suas plantas, com seu animal de estimação, com a água, com os rios, com os jardins e com certeza isso trará um novo sentido a sua vida.
Admire a grandeza da vida nas coisas simples que poderiam passar despercebidas... como o nascer do sol, uma noite de lua cheia, uma flor que desabrocha. Olhe mais além... e de vez em quando, crie teorias pessoais sobre a vida, o mundo, as pessoas – sem se sentir envergonhado pelo que imaginar. Esqueça-as em seguida, afinal, você já viajou pela sua alma.
Aproveite as pequenas chances que a vida lhe dá no dia-a-dia para fazer coisas boas: Cumprimente o vizinho, o colega de trabalho, o lixeiro, o jardineiro, o cobrador, o carteiro, o senhor, a criança, o jovem. Beije sua esposa, seus irmãos, seus pais, sua namorada, seus filhos, seus netos. Faça tudo isso, faça com o coração, não deixe jamais virar uma obrigação. Aceite os presentes que lhe oferecerem, o cafezinho, o salgadinho. Dê presentes também, os dê de coração, só não deixe esse gesto virar uma questão de educação.
Aprenda coisas novas: uma nova língua, um novo instrumento, uma nova disciplina, um novo caminho, uma nova religião, um novo costume, um novo esporte…
Quando estiver só em sua casa, fale em voz alta consigo mesmo. Assim, o universo terá uma chance de conversar com você, lhe falando através de seus próprios pensamentos, coisas que jamais imaginou falar. Ande de trás para frente. Mude a posição do mouse para a mão que geralmente não o usa. Faça o mesmo com a escova de dente, o pente, os pratos, enfim faça ao contrario do normalmente faria. Volte ao normal apenas quando estiver no trabalho ou na rua.
Ouça mais o que os outros tem a dizer. Respeite o que os outros acham importante: religião, opinião, gosto. Pense no lado bom das coisas. Mesmo em situações ruins, há sempre coisas boas que podemos tirar: superação, aprendizado, fortificação. E quando for capaz, ria de seus próprios tropeços.
Ouça, assista, leia, pense, faça, viva coisas alegres.
By Luciene Silva
Marcadores:
comemorações,
dicas,
emoções,
reflexão,
relacionamentos,
sentimentos
sábado, 24 de dezembro de 2011
Refletindo o Natal
Hoje é natal, dia de comemoração, paz, e alegria. Correto? Para muitos, somente na teoria. Muitos veem o natal como uma data frívola, onde presam a parte material, focando em presentes, compras e festas. Outros vivem o momento somente de fachada, pois aparentemente estão deveras felizes, mas na verdade aquilo não passa de aparência, la no fundo estão sentindo-se infelizes, iradas ou amarguradas. Ainda há os que sequer dão algum valor à data, vivem-na como se fosse um dia qualquer e não merecesse consideração alguma.
O natal, de fato, é época de comemorar, de festejar, e de todas aquelas tradições, porém ele é mais que isso. O natal tem que servir para fazer alguma diferença na vida de todos, ou ao menos de quem o celebra. Devemos lembrar-nos da origem do natal, quem, e por que, o comemoramos. Ele representa o aniversário de Jesus. Um exemplo de conduta ideal à todos.
Então que tal nesse dia, ao invés que só querermos saber de festejar, fazer outrem feliz e ajudar ao próximo. Assim estaremos vivendo intrinsecamente o verdadeiro espírito do natal. Ou caso ainda não estejamos preparados para tal auto doação, podemos pelo menos não contribuir com a ruína do outro. É uma boa ideia não passarmos esse dia querendo "ferrar", atrapalhar, destruir o outro, e tampouco fofocando, fazendo intrigas, etc.
Além de tudo, aproveite o dia para refletir tua vida. ver como andam tuas ações, reações, tua conduta e teus pensamentos. Assim como os sentimentos. Organize tudo, de valor ao que é belo e saudável, cultive bons pensamentos e tenha ações, e principalmente reações, melhores. Defina o que lhe é importante e descarte todo o resto. E que tal por tudo em prática, afinal de contas a teoria é linda, mas pouco adianta, a pratica é que realmente importa. Mudar de postura as vezes é interessante e importante.
Caso ache interessante tais ideias e as ponha em prática hoje, que tal mantê-las também nos outros dias. Lembre-se que para tornarmo-nos pessoas melhores só depende da gente. Ninguém pode fazer nada por mim, caso eu não comungue daquela iniciativa no âmago.
Marcadores:
comemorações,
dicas,
emoções,
festas,
natal,
reflexão,
relacionamentos,
sentimentos
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Qual cor você usará na passagem de Ano?!
Outro dia conversando com um amigo, falávamos da passagem do ano, a festa do réveillon muito esperado por muitos. Ele me dizia que iria passar a virada do ano todo de branco, para simbolizar a paz... quando vi a roupa (é tão branca que para ficar junto dele na festa vou ter que comprar óculos escuros...), realmente se a paz só dependesse da roupa ele terá um ano de muita paz. Isso me levou a refletir nos simbolismos que adotamos para a passagem de ano no tocante a roupas.
Escolhemos cores para representar um sentimento ou outro, para simbolizar uma realização pessoal ou profissional, as vezes colocamos mais fé nessas coisas do que na nossa própria capacidade de realização e perseverança.
Devemos lembrar que todas as realizações devem vir de nós. A paz não será a roupa branca quem trará para sua vida, é apenas um símbolo, esse desejo de mudança deve vir de dentro de você, do seu coração, deve ser posta como uma meta pessoal. Pouco adiantará alguém vestir uma roupa branca para ter paz no ano novo se o coração está em guerra, ou até mesmo vestir algo vermelho para simbolizar o amor se por dentro seu coração está gelado.
Não estou dizendo que essa simbologia, essa tradição da virada do ano não seja importante ou não vai adiantar, claro que vai, desde que você saiba que a cor representa uma resolução que você já tomou no seu interior.
Somente com o coração aberto e uma reforma intima, conseguiremos sim ter um ano cheio de paz, amor, saúde e todas as coisas importantes para nossa vida. Nessa época é necessário rever atitudes, perdoar, pedir perdão, fazer planos, trocar planos que já não servem mais para nossa vida, seguir em frente.
Segue abaixo algumas cores e suas simbologias, mas lembre-se: é apenas um símbolo a mudança tem que vir de você do seu desejo de ter e fazer todas essas coisas representadas pelas cores.
Branco
Se vista de branco para ter um ano repleto de paz, verdade, sabedoria e calma. O branco repele as energias negativas e eleva as vibrações. Estimula a memória e gerencia o equilíbrio interior.
Amarelo
Utilize esta cor para ter dinheiro, riqueza e sabedoria durante todo o ano. Esta cor ajuda também a estimular a intuição.
Rosa
O rosa é o resultado da mistura do vermelho e do branco. Da mesma maneira é seu significado. Para obter felicidade no amor, pureza e beleza durante 2011, se vista com essa cor que ajuda também a afastar as energias negativas.
Vermelho
Para ter 12 meses de muita paixão, força e energia, ao menos pinte as unhas com esta cor. Isso já vai garantir um ótimo resultado.
Azul
A cor do céu e do mar traz paz de espírito e segurança. Tranqüilidade, harmonia e saúde, também são provenientes desta cor.
Verde O verde é a cor mais harmoniosa de todas. Representa as energias da natureza, esperança, equilíbrio e recomeço. Renova as energias trazendo vida nova junto ao novo ano.
Laranja Atrai sucesso monetário. Ajuda nas conquistas pessoais e profissionais. Se você está aguardando aquela promoção, ou mesmo está procurando um emprego, encontrou a cor certa.
Violeta
A cor violeta traz junto com o novo ano inspiração, imaginação e estabilidade. Esta cor também eleva a auto-estima e ajuda a manter o foco de um objetivo.
Marcadores:
artigos de luxo,
beleza,
comemorações,
emoções,
estética,
fatos,
festas,
natal,
reflexão,
relacionamentos,
sentimentos
sábado, 10 de dezembro de 2011
Perdoe-se
Algumas pessoas prejudicam outras e pedem perdão, que pode ser aceito ou não; mas há algumas atitudes em que o único prejudicado é você mesmo. Se você vive apontando seu dedo indicador constantemente para seu próprio nariz, cuidado!
A culpa varia de acordo com crenças e valores que cada um traz consigo desde a infância, e que muitas vezes não corresponde mais aos valores e crenças atuais. Culpa, remorso, arrependimento, são inimigos constantes de algumas pessoas e traz junto a humilhação, vergonha, o medo e a maior conseqüência: a autopunição.
Perdoar a si mesmo talvez seja um dos maiores desafios, pois está relacionado com a capacidade - e leia-se também dificuldade - que cada um tem de se amar e se aceitar. As pessoas não se amam por acreditarem terem feito algo muito terrível, às vezes isso até corresponde à verdade, mas muitas vezes não.
Algumas chegam ao máximo de se culparem por terem nascido e sentem-se como um grande fardo. Para compensarem essa rejeição sentida em algum momento de sua vida, passam a vida tentando mostrar aos outros o quanto são úteis, importantes, como que para provarem para si próprias que são merecedoras da vida.
Procure observar se busca aprovação e reconhecimento de pais, amigos, das pessoas em geral, se está sempre à disposição de todos, cedendo em quase tudo, pela necessidade inconsciente de agradar, ser aceito, mas que muitas vezes confunde-se com a desculpa de querer ajudar e que na verdade oculta a busca pelo amor e atenção.
Por exemplo, as pessoas por não se sentirem amadas quando crianças e não acreditarem em si mesmas passam a ignorar os próprios sentimentos e recorrem à fuga pela comida, como forma de compensação e obtenção do prazer. Com isso, se culpam e como punição, engordam.
Não conseguindo eliminar alguns quilos, mais culpas e assim, desviam o foco da origem de tudo para a comida. O foco passa a ser emagrecer e não o que as levou a engordar. Negam a si mesmas a subnutrição emocional que sentem e que pode levá-las a sentimentos de vazio e fome.
A comida passa a representar uma maneira de alimentar e preencher um vazio emocional. Ou seja, inconscientemente desviam a atenção dos problemas para a necessidade de emagrecer, os problemas continuam ou aumentam por não serem resolvidos e acabam consumindo mais calorias do que o corpo necessita, engordam, culpam-se, punem-se, criando-se assim, um círculo vicioso.
O perdão oferece saída para esse círculo vicioso, como uma escolha consciente de mudança. Será que a verdadeira causa está sendo considerada? Do contrário, tudo tende a piorar. Será que essa fome, esse vazio, não seria a necessidade, também inconsciente, de amor? É preciso perceber que a comida não será transformada em afeto, amor, mas apenas em gordura quando consumida de forma descontrolada. Por que não buscar outras fontes de prazer?
Uma maneira de cultivar a culpa é estar sempre exigindo perfeição de si mesmo. A anorexia e bulimia são exemplos disso. Nunca há satisfação consigo mesmo, gerando culpa, insatisfação e uma enorme dificuldade de se perdoar. Tudo que faz poderia ser melhor. Não importa o que faça ou conquiste. Ou o pior, não importa quem se é, parece que nunca é o bastante.
Para se livrar disso tudo faça uma lista de tudo aquilo que você se culpa, daquilo que fez e não fez. Seja honesto consigo mesmo. Depois, pense sobre as motivações que o fizeram fazer certas escolhas, agir de determinada forma e, ao invés de se culpar, punir ou se castigar, comece a lembrar que muitas escolhas foram feitas porque era o melhor que se podia fazer naquele momento e que na verdade, tudo foi avaliado com valores da época e que nem sempre serão os mesmos neste momento. Nunca julgue situações passadas com valores do presente.
Para perdoar-se é preciso rever todas suas crenças, valores, que muitos esquecem que com o tempo podem, e devem, se modificar. Analisar o que fez ou deixou de fazer para poder mudar e crescer é válido, como sentir remorso pela dor que pode ter causado a alguém e pedir perdão. Mas se esse remorso começar a dominar sua vida, estará alimentado seu papel de vítima e a autopiedade. Livre-se disso. Você deve aprender e crescer com a experiência passada e isso não quer dizer se punir eternamente por algo já feito.
Perdoar a si mesmo exige uma completa honestidade e integridade para que se alcance a cura de tantos males, de tanta falta de amor-próprio. É um processo de reconhecer a verdade, assumir a responsabilidade pelo que fez, aprender com a experiência, reconhecer os sentimentos que motivaram determinados comportamentos, abrir seu coração para si mesmo, ouvir seus medos, curar certas feridas e isso você pode conseguir sendo amoroso e responsável consigo mesmo.
Você pode e deve se livrar de certos padrões de pensamentos e sentimentos. Mude o que não acredita mais, livre-se de tudo que te faz mal, cure a ferida que mais lhe dói, cure sua vida emocional. A verdadeira cura é fazer as pazes consigo mesmo. O poder curativo do perdão e do amor talvez seja o remédio mais poderoso que temos. E está nas mãos de cada um de nós. E você pode começar com você mesmo!
Fonte: CyberDiet.com, por Rosemeire Zago
A culpa varia de acordo com crenças e valores que cada um traz consigo desde a infância, e que muitas vezes não corresponde mais aos valores e crenças atuais. Culpa, remorso, arrependimento, são inimigos constantes de algumas pessoas e traz junto a humilhação, vergonha, o medo e a maior conseqüência: a autopunição.
Perdoar a si mesmo talvez seja um dos maiores desafios, pois está relacionado com a capacidade - e leia-se também dificuldade - que cada um tem de se amar e se aceitar. As pessoas não se amam por acreditarem terem feito algo muito terrível, às vezes isso até corresponde à verdade, mas muitas vezes não.
Algumas chegam ao máximo de se culparem por terem nascido e sentem-se como um grande fardo. Para compensarem essa rejeição sentida em algum momento de sua vida, passam a vida tentando mostrar aos outros o quanto são úteis, importantes, como que para provarem para si próprias que são merecedoras da vida.
Procure observar se busca aprovação e reconhecimento de pais, amigos, das pessoas em geral, se está sempre à disposição de todos, cedendo em quase tudo, pela necessidade inconsciente de agradar, ser aceito, mas que muitas vezes confunde-se com a desculpa de querer ajudar e que na verdade oculta a busca pelo amor e atenção.
Por exemplo, as pessoas por não se sentirem amadas quando crianças e não acreditarem em si mesmas passam a ignorar os próprios sentimentos e recorrem à fuga pela comida, como forma de compensação e obtenção do prazer. Com isso, se culpam e como punição, engordam.
Não conseguindo eliminar alguns quilos, mais culpas e assim, desviam o foco da origem de tudo para a comida. O foco passa a ser emagrecer e não o que as levou a engordar. Negam a si mesmas a subnutrição emocional que sentem e que pode levá-las a sentimentos de vazio e fome.
A comida passa a representar uma maneira de alimentar e preencher um vazio emocional. Ou seja, inconscientemente desviam a atenção dos problemas para a necessidade de emagrecer, os problemas continuam ou aumentam por não serem resolvidos e acabam consumindo mais calorias do que o corpo necessita, engordam, culpam-se, punem-se, criando-se assim, um círculo vicioso.
O perdão oferece saída para esse círculo vicioso, como uma escolha consciente de mudança. Será que a verdadeira causa está sendo considerada? Do contrário, tudo tende a piorar. Será que essa fome, esse vazio, não seria a necessidade, também inconsciente, de amor? É preciso perceber que a comida não será transformada em afeto, amor, mas apenas em gordura quando consumida de forma descontrolada. Por que não buscar outras fontes de prazer?
Uma maneira de cultivar a culpa é estar sempre exigindo perfeição de si mesmo. A anorexia e bulimia são exemplos disso. Nunca há satisfação consigo mesmo, gerando culpa, insatisfação e uma enorme dificuldade de se perdoar. Tudo que faz poderia ser melhor. Não importa o que faça ou conquiste. Ou o pior, não importa quem se é, parece que nunca é o bastante.
Para se livrar disso tudo faça uma lista de tudo aquilo que você se culpa, daquilo que fez e não fez. Seja honesto consigo mesmo. Depois, pense sobre as motivações que o fizeram fazer certas escolhas, agir de determinada forma e, ao invés de se culpar, punir ou se castigar, comece a lembrar que muitas escolhas foram feitas porque era o melhor que se podia fazer naquele momento e que na verdade, tudo foi avaliado com valores da época e que nem sempre serão os mesmos neste momento. Nunca julgue situações passadas com valores do presente.
Para perdoar-se é preciso rever todas suas crenças, valores, que muitos esquecem que com o tempo podem, e devem, se modificar. Analisar o que fez ou deixou de fazer para poder mudar e crescer é válido, como sentir remorso pela dor que pode ter causado a alguém e pedir perdão. Mas se esse remorso começar a dominar sua vida, estará alimentado seu papel de vítima e a autopiedade. Livre-se disso. Você deve aprender e crescer com a experiência passada e isso não quer dizer se punir eternamente por algo já feito.
Perdoar a si mesmo exige uma completa honestidade e integridade para que se alcance a cura de tantos males, de tanta falta de amor-próprio. É um processo de reconhecer a verdade, assumir a responsabilidade pelo que fez, aprender com a experiência, reconhecer os sentimentos que motivaram determinados comportamentos, abrir seu coração para si mesmo, ouvir seus medos, curar certas feridas e isso você pode conseguir sendo amoroso e responsável consigo mesmo.
Você pode e deve se livrar de certos padrões de pensamentos e sentimentos. Mude o que não acredita mais, livre-se de tudo que te faz mal, cure a ferida que mais lhe dói, cure sua vida emocional. A verdadeira cura é fazer as pazes consigo mesmo. O poder curativo do perdão e do amor talvez seja o remédio mais poderoso que temos. E está nas mãos de cada um de nós. E você pode começar com você mesmo!
Fonte: CyberDiet.com, por Rosemeire Zago
Marcadores:
amor,
emoções,
reflexão,
relacionamentos,
sentimentos
domingo, 4 de dezembro de 2011
Ele Não é perfeito?! E nem Eu!
Você começa a sair com um rapaz, ele te fascina, te encanta e te domina intrinsecamente, ambos estão envolvidos e apaixonados. Aí numa bela tarde ele te pede em namoro, e vocês deixam de serem só ficantes e se tornam um casal. No começo tudo é um mar de rosas, colorido como um arco-íris de giz de cera, até que com o tempo, a rotina começa a corroer aquilo que dantes era um relacionamento perfeito. Aí tudo pode ir por água a baixo.
Quando começamos a namorar, é normal que tudo seja um mar de flores. A intenção é agradar e adular ao outro, evitando todo tipo de desentendimento. Porém com o tempo, ninguém dá conta de ficar o tempo todo a adular o outro, é normal também que as coisas sejam mais rotineiras. Aí aquele príncipe encantado (assim como você também) já não parece tão encantado assim, os defeitos que você nunca tinha reparado começam a aparecer, e problemas que eram relevados começam a pesar.
Essa situação é comum a toda forma de relacionamento, principalmente nos amorosos, no início todos tentamos impressionar o outro, só depois que já a conquistamos, e conclui-se que ela te ama acima de tudo, que colocamos nossas "garrinhas" a mostra. Todavia, muitas pessoas ainda se decepcionam com o parceiro, já que as coisas mudaram e ele não parece ser romântico ou atencioso como era, apesar de nós mesmos também fazermos o mesmo.
É comum que continuemos a esperar toda aquela atenção inicial, e frustramo-nos quando esta não vem, porém não se desespere, geralmente, isso não significa que ele não te ame mais. Simplesmente ele está sendo ele mesmo. E ficar esperando posturas e ver que elas não acontecem é o cenário perfeito para discussões, que se não forem resolvidas sabiamente, transformarão em brigas. É importante saber o que realmente está te deixando frustrada em seu relacionamento. Depois de detectado o problema, o ideal é conversar, um diálogo franco e sincero. Diga se você sente falta de coisas que seu parceiro costumava fazer e agora sente que ele está acomodado. A rotina, a acomodação, e a falta de diálogo são as piores inimigas num namoro.
Outro grande problema, comum a grande parte das relações é que a pessoas colocam expectativas demais no outro, e como ninguém é perfeito, ele, sem sombra de dúvidas, uma hora não atenderá a elas, o que te deixará frustrada. Por isso devemos sempre lembrar que todos somos humanos, imperfeitos, suscetíveis a erros, e não desejar do outro aquilo que está fora de suas possibilidades. Isso não significa que é para você nada esperar e desejar do parceiro, o ideal é um ponto de equilíbrio, o meio termo.
Para seu namoro dar certo, lembre-se sempre que com uma boa e respeitosa conversa tudo se resolve. Não guarde para si nada que esteja afligindo-te, pois mais cedo ou mais tarde tudo vem a tona. Também não se esqueça que você namora um homem, que comete erros, assim como você, eu, e todo o mundo. Namorar não é simplesmente um passa-tempo, é um compromisso, se você não estiver disposta a ceder e a lutar para que dê certo, ou se preferir os comodismos de solteira, o ideal é não iniciar um namoro.
Quando começamos a namorar, é normal que tudo seja um mar de flores. A intenção é agradar e adular ao outro, evitando todo tipo de desentendimento. Porém com o tempo, ninguém dá conta de ficar o tempo todo a adular o outro, é normal também que as coisas sejam mais rotineiras. Aí aquele príncipe encantado (assim como você também) já não parece tão encantado assim, os defeitos que você nunca tinha reparado começam a aparecer, e problemas que eram relevados começam a pesar.
Essa situação é comum a toda forma de relacionamento, principalmente nos amorosos, no início todos tentamos impressionar o outro, só depois que já a conquistamos, e conclui-se que ela te ama acima de tudo, que colocamos nossas "garrinhas" a mostra. Todavia, muitas pessoas ainda se decepcionam com o parceiro, já que as coisas mudaram e ele não parece ser romântico ou atencioso como era, apesar de nós mesmos também fazermos o mesmo.
É comum que continuemos a esperar toda aquela atenção inicial, e frustramo-nos quando esta não vem, porém não se desespere, geralmente, isso não significa que ele não te ame mais. Simplesmente ele está sendo ele mesmo. E ficar esperando posturas e ver que elas não acontecem é o cenário perfeito para discussões, que se não forem resolvidas sabiamente, transformarão em brigas. É importante saber o que realmente está te deixando frustrada em seu relacionamento. Depois de detectado o problema, o ideal é conversar, um diálogo franco e sincero. Diga se você sente falta de coisas que seu parceiro costumava fazer e agora sente que ele está acomodado. A rotina, a acomodação, e a falta de diálogo são as piores inimigas num namoro.
Outro grande problema, comum a grande parte das relações é que a pessoas colocam expectativas demais no outro, e como ninguém é perfeito, ele, sem sombra de dúvidas, uma hora não atenderá a elas, o que te deixará frustrada. Por isso devemos sempre lembrar que todos somos humanos, imperfeitos, suscetíveis a erros, e não desejar do outro aquilo que está fora de suas possibilidades. Isso não significa que é para você nada esperar e desejar do parceiro, o ideal é um ponto de equilíbrio, o meio termo.
Para seu namoro dar certo, lembre-se sempre que com uma boa e respeitosa conversa tudo se resolve. Não guarde para si nada que esteja afligindo-te, pois mais cedo ou mais tarde tudo vem a tona. Também não se esqueça que você namora um homem, que comete erros, assim como você, eu, e todo o mundo. Namorar não é simplesmente um passa-tempo, é um compromisso, se você não estiver disposta a ceder e a lutar para que dê certo, ou se preferir os comodismos de solteira, o ideal é não iniciar um namoro.
Marcadores:
amor,
dicas,
emoções,
homem,
reflexão,
relacionamentos,
sentimentos
sábado, 3 de dezembro de 2011
Cheiros que marcam
Quem nunca sentiu aquela sensação gostosa, ou aquele triste aperto no peito quando passou perto de alguém que estava com o perfume igual ao de alguém que marcou sua vida? É normal, todos temos isso.
O olfato é um sentido muito poderoso. Ele representa um forte elo com o passado, pois o simples contato com aromas específicos é capaz de resgatar lembranças e momentos importantes. Sendo assim, os perfumes são deveras valiosos na história individual, um verdadeiro tesouro, cheio de significados e emoções.
Além do valor emocional, as fragrâncias estão associados ainda à moda e ao luxo. Marcas internacionais levam o prestígio que exibem nas passarelas para a penteadeira de mulheres e homens do mundo inteiro. São perfumes desenvolvidos por estilistas e grifes famosas, que associam seu luxo e poder à perfumaria.
Pare e pense, reflita. Você lembrará de cheiros que marcaram sua vida, em todos eles você encontrará uma pessoa, um lugar, ou uma situação que vem de imediato a sua mente. Sempre que sentimos tal aroma, aqueles momentos vividos ressurgem à mente com tamanha nitidez de detalhes, que podemos até sentir as emoções daqueles tempos que ficaram longe no passado e que não mais voltarão. Revivemo-as. São através dessas sensações que medimos a intensidade do amor que vivemos, e a importância que aquele momento teve em nossa vida.
Perfume é mágica. É o invisivel, impalpável, porém impossível passar desapercebido. Podemos voltar no tempo só ao sentir um determinado cheiro. Um simples perfume é capaz de nos fazer reviver sentimentos, revisitar lugares, lembrar de situações muito específica.
Os perfumes tem o poder imenso de envolver, de seduzir, de marcar uma personalidade, um jeito de ser, uma atitude.Os perfumes são feitos para sentir! Não há como se tocar ou segurar, porém eles tem uma capacidade ininteligível de prender. Ele em si não é algo concreto, mas tornam mais concretos os gestos, os sentimentos, e as emoções dos que o exalam e sentem.
Antes de sair de casa, pense bem no que irá usar, não escolha um perfume só por escolher, pense, analise intrinsecamente qual aroma tem mais haver contigo, e qual expressa melhor os teus sentimentos. Pense que o aroma exalado pelo seu corpo poderá vir a fazer a diferençã na vida de outrem, ou na sua, pelo resto da vida.
O olfato é um sentido muito poderoso. Ele representa um forte elo com o passado, pois o simples contato com aromas específicos é capaz de resgatar lembranças e momentos importantes. Sendo assim, os perfumes são deveras valiosos na história individual, um verdadeiro tesouro, cheio de significados e emoções.
Além do valor emocional, as fragrâncias estão associados ainda à moda e ao luxo. Marcas internacionais levam o prestígio que exibem nas passarelas para a penteadeira de mulheres e homens do mundo inteiro. São perfumes desenvolvidos por estilistas e grifes famosas, que associam seu luxo e poder à perfumaria.
Pare e pense, reflita. Você lembrará de cheiros que marcaram sua vida, em todos eles você encontrará uma pessoa, um lugar, ou uma situação que vem de imediato a sua mente. Sempre que sentimos tal aroma, aqueles momentos vividos ressurgem à mente com tamanha nitidez de detalhes, que podemos até sentir as emoções daqueles tempos que ficaram longe no passado e que não mais voltarão. Revivemo-as. São através dessas sensações que medimos a intensidade do amor que vivemos, e a importância que aquele momento teve em nossa vida.
Perfume é mágica. É o invisivel, impalpável, porém impossível passar desapercebido. Podemos voltar no tempo só ao sentir um determinado cheiro. Um simples perfume é capaz de nos fazer reviver sentimentos, revisitar lugares, lembrar de situações muito específica.
Os perfumes tem o poder imenso de envolver, de seduzir, de marcar uma personalidade, um jeito de ser, uma atitude.Os perfumes são feitos para sentir! Não há como se tocar ou segurar, porém eles tem uma capacidade ininteligível de prender. Ele em si não é algo concreto, mas tornam mais concretos os gestos, os sentimentos, e as emoções dos que o exalam e sentem.
Antes de sair de casa, pense bem no que irá usar, não escolha um perfume só por escolher, pense, analise intrinsecamente qual aroma tem mais haver contigo, e qual expressa melhor os teus sentimentos. Pense que o aroma exalado pelo seu corpo poderá vir a fazer a diferençã na vida de outrem, ou na sua, pelo resto da vida.
Marcadores:
amor,
artigos de luxo,
beleza,
corpo,
emoções,
reflexão,
relacionamentos,
sentimentos
sábado, 26 de novembro de 2011
Sendo um bom Marido
O casal de namorados vive feliz e harmoniosamente, porém ambos sentem vontade de algo a mais, de selarem seu amor com votos eternos. Resolvem casar-se. Tudo muito lindo, muito perfeito, só glamour, até aí tudo bem, mas com o tempo a vida cotidiana e a rotina podem pesar no relacionamento. Pequenas falhas e desleixos constantes, acabam por corromper a relação, podendo levar à separação.
Ao iniciarem uma vida a dois, o casal deve estar disposto a respeitar o outro, e a ceder. As coisas irão mudar, dependerá dos dois para que essa mudança seja algo prazeroso, e não um pesadelo. Dependerá muito de como conduzirão essa nova etapa que estão iniciando. E, geralmente, os homens são os campeões invictos das pequenas falhas cometidas no dia a dia. Pensando em vocês deixo algumas dicas de uma postura ideal perante suas esposas.
1ª: Nunca trate sua esposa como se fosse sua propriedade, pois ela não é. Tampouco tente controlar a vida dela, como se ela tivesse 10 anos, você é o marido, e não o pai dela.
2ª: Não tente mudá-la só pelo fato de que agora vocês estão vivendo sob o mesmo teto, pois quando você a conheceu, ela já tinha essa personalidade. Ninguém tem o direito de tentar mudar outrem, assim como ninguém deve mudar por pressão externa, somente para agradar a terceiros. Mudanças devem partir do âmago.
3ª: Ajude-a. Proponha dividir as tarefas da casa com ela. Faça a sua parte bem feita, e com dedicação. Não é justo que somente um fique com toda a obrigação doméstica, sendo que não é só ele quem desfruta do conforto da residência em ordem.
4ª: Deixe que ela continue com as amizades que sempre teve, até porque a maioria surgiu na vida dela antes de você. Permita também que ela continue com seu ritmo de vida, desde que isso não vá afetar em nada a vida conjugal de ambos.
5ª: Elogie-a. Fique sempre atento aos detalhes, não deixe de enaltecê-la por aquele penteado maestral que ela passou horas no salão para fazer, ou naquele vestido fabuloso novo que ela vestiu numa ocasião especial. Lembre-se, seja sincero em seus elogios, não os diga somente da boca para fora, e nunca ironize.
6ª: Divirtam-se. Na medida do possível procure fazer programas com ela, inove sempre e fuja da rotina, ela é a grande vilã de muitos casamentos. Nunca se esqueça que QUEM NÃO DÁ ASSISTÊNCIA, ABRE ESPAÇO PARA A CONCORRÊNCIA!
7ª: Dê sempre atenção a tudo que ela lhe diz, mesmo que o assunto não lhe pareça interessante faça um esforço. Despender atenção com o outro também é prova de amor. E isso também fará com que você conquiste uma boa ouvinte nos momentos em que precisar desabafar.
8ª: Não desconte nela sua ira causadas por problemas pessoais, como emprego, etc. Ela não tem culpa se deu tudo errado. Compartilhe com ela seu drama, não a sua sanha.
9ª: Caso ela reclame de alguns deslizes seus, releve na hora, e reflita depois, pense. Será que ela não tem razão.
Para tudo nessa vida dar certo é preciso muito empenho, tanto seu quanto dela. E nunca se esqueça, nunca compare-a com ninguém, principalmente com a ex ou com sua mãe. É comum aos homens essas comparações, um lamentável erro. Mulheres odeiam ser comparadas e a sua com certeza não fugirá à regra.
As pessoas são diferentes e por isso a vida é tão fantástica. Onde há real dedicação, bom senso, e amor, tudo dá certo.
Ao iniciarem uma vida a dois, o casal deve estar disposto a respeitar o outro, e a ceder. As coisas irão mudar, dependerá dos dois para que essa mudança seja algo prazeroso, e não um pesadelo. Dependerá muito de como conduzirão essa nova etapa que estão iniciando. E, geralmente, os homens são os campeões invictos das pequenas falhas cometidas no dia a dia. Pensando em vocês deixo algumas dicas de uma postura ideal perante suas esposas.
1ª: Nunca trate sua esposa como se fosse sua propriedade, pois ela não é. Tampouco tente controlar a vida dela, como se ela tivesse 10 anos, você é o marido, e não o pai dela.
2ª: Não tente mudá-la só pelo fato de que agora vocês estão vivendo sob o mesmo teto, pois quando você a conheceu, ela já tinha essa personalidade. Ninguém tem o direito de tentar mudar outrem, assim como ninguém deve mudar por pressão externa, somente para agradar a terceiros. Mudanças devem partir do âmago.
3ª: Ajude-a. Proponha dividir as tarefas da casa com ela. Faça a sua parte bem feita, e com dedicação. Não é justo que somente um fique com toda a obrigação doméstica, sendo que não é só ele quem desfruta do conforto da residência em ordem.
4ª: Deixe que ela continue com as amizades que sempre teve, até porque a maioria surgiu na vida dela antes de você. Permita também que ela continue com seu ritmo de vida, desde que isso não vá afetar em nada a vida conjugal de ambos.
5ª: Elogie-a. Fique sempre atento aos detalhes, não deixe de enaltecê-la por aquele penteado maestral que ela passou horas no salão para fazer, ou naquele vestido fabuloso novo que ela vestiu numa ocasião especial. Lembre-se, seja sincero em seus elogios, não os diga somente da boca para fora, e nunca ironize.
6ª: Divirtam-se. Na medida do possível procure fazer programas com ela, inove sempre e fuja da rotina, ela é a grande vilã de muitos casamentos. Nunca se esqueça que QUEM NÃO DÁ ASSISTÊNCIA, ABRE ESPAÇO PARA A CONCORRÊNCIA!
7ª: Dê sempre atenção a tudo que ela lhe diz, mesmo que o assunto não lhe pareça interessante faça um esforço. Despender atenção com o outro também é prova de amor. E isso também fará com que você conquiste uma boa ouvinte nos momentos em que precisar desabafar.
8ª: Não desconte nela sua ira causadas por problemas pessoais, como emprego, etc. Ela não tem culpa se deu tudo errado. Compartilhe com ela seu drama, não a sua sanha.
9ª: Caso ela reclame de alguns deslizes seus, releve na hora, e reflita depois, pense. Será que ela não tem razão.
Para tudo nessa vida dar certo é preciso muito empenho, tanto seu quanto dela. E nunca se esqueça, nunca compare-a com ninguém, principalmente com a ex ou com sua mãe. É comum aos homens essas comparações, um lamentável erro. Mulheres odeiam ser comparadas e a sua com certeza não fugirá à regra.
As pessoas são diferentes e por isso a vida é tão fantástica. Onde há real dedicação, bom senso, e amor, tudo dá certo.
Marcadores:
amor,
dicas,
emoções,
homem,
reflexão,
relacionamentos,
sentimentos
domingo, 20 de novembro de 2011
Já Beijou outrem Hoje?!
Beijar é uma arte milenar, é algo que todos almejamos e praticamos. Um beijo pode ser sexy, doce, lento, rápido, suave, simples, quente, etc. O vocabulário é pouco para dizer tudo o que os lábios podem transmitir. Preparamos uma série de modalidades de beijos, vai desde beijos singelos, a até uns bem sensuais, beijos interessante à esquisitos.
Confira:
Beijo de Donzela: É aquele beijo dado na mão da moça, muito comum em séculos anteriores. As meninas também podem beijar a mão de seu amado.
Beijo Experimental: A mulher deve tapar os olhos do homem e colar a boca em seu lábio superior, realizando com a língua, movimentos rotatórios.
Beijo de Amigo: É basicamente o famoso "selinho".Nada mais que isso.
Beijo francês: Esse ainda pouco difundido no Brasil, é que aquele em que se colocam os lábios na bochecha do parceiro(a), fazendo movimentos giratórios com a língua.
Beijo Sangria: De origem hindu, este ativa a circulação do sangue e desperta certos pontos sensíveis. É uma delicada chupada nos lábios do parceiro.
Beijo esquimó: Este é bastante conhecido e muito fofo. O casal deve permanecer um de frente para o outro, aí esfregam seus narizes, simultaneamente da esquerda para a direita.
Beijo Oceânico: Um dos dois cobre o nariz do outro com os lábios ou abocanha-o literalmente, muitos o acham meio nojento. É comum em tribos da África e Oceânia.
Beijo aspirador de pó: O parceiro coloca a língua na garganta da parceira, ou vice-versa, sugando tudo pela frente, tudo mesmo, por isso essa modalidade deve ser praticada com circunspecção, pois coisas meio desagradáveis podem vir.
Beijo de Tia ou Beijo de Comadre: É aquele beijo que se dá quando encontra alguma conhecida(o), formalmente. As bochechas tocam-se e as bocas beijam o ar, podem ser repetidas mais vezes, revezando as faces esquerda e direita.
Beijo Balinês: Neste beijo a mulher encosta os lábios no rosto do homem, sentindo assim sua temperatura. E o homem retribui, encostando seu rosto no dela sentindo assim seu odor.
Beijo Metralhadora: Salvem-se quem puder. Nesta modalidade, além da boca, o beijo segue pelo pescoço, nuca, orelhas, e tudo mais que a imaginação mandar. Ótimo para ser usado como preliminares.
Beijo Borboleta: Consiste em encostar-se o olho e a bochecha nos do parceiro(a), onde os vultos lembram a forma de uma borboleta, e acaricia-se o rosto do parceiro/parceira com os cílios.
Beijo Chinês: É o chamado beijo estalado. O homem encosta os lábios e o nariz na bochecha da mulher, aspira seu perfume e estala seus lábios. É um beijo audível.
Beijo Musical ou Beijo Hippie: Aqui os lábios não se tocam, o homem sopra na boca da mulher com cuidado, e ela controla o som abrindo e fechando a boca. É bastante interessante.
Beijo Conde Drácula: Trata-se de um beijo mais quente, começa ardentemente na boca e vai se estendendo por todo o pescoço. Muitas pessoas têm receio desse beijo, pois os "chupões" no pescoço podem deixar aquela temida “marquinha” condenatória.
Beijo de Beber: Os amantes dão de beber um ao outro usando a boca. É um costume romano, e fica mais gostoso se for champanhe ou vinho adocicados. Lembre-se de escovar bastante os dentes antes de praticá-lo.
Beijo Assoprado: Beije sua mão e assopre para a pessoa a quem dedica o seu beijo.
Beijo Contato: Se toca de leve a língua na da pessoa desejada.
Beijo Italiano: É o famoso beijo de língua, ele é conhecido como beijo italiano, porque surgiu na Itália. No início, somente o homem podia colocar a língua na boca da mulher.
Beijo Giratório: É a variante do beijo italiano, que possibilita retomar o fôlego sem parar de beijar, é um beijo de língua durante o qual se muda a posição da cabeça da direita para a esquerda girando-a.
Beijo de Lagartixa: Bastante exótico. Este beijo consiste em dar uma lambida no olho do parceiro(a).
Beijo de ladinho: Este tipo de beijo ocorre quando as cabeças das duas pessoas se inclinam em direções diferentes. Segundo especialistas, com as cabeças inclinadas, um melhor contato entre os lábios se torna recorrente.
Beijo Grego: Beijo grego é, na verdade, sexo oral, só que praticado na região anal. É assim chamado porque surgiu na Grécia antiga, onde era praticado por homens. Na Grécia a prática homossexual masculina era tida como motivo de orgulho, a mulher servia apenas para procriar. Hoje ele é praticado tanto em relações homossexuais quanto em heterossexuais, e nada influi na orientação sexual.
Beijo Triplo: Além do casal, é convidada uma terceira pessoa, que ficará responsável por beijos na região da nuca e pescoço. É uma modalidade deveras excitante, porém ambos devem ser modernos, liberais e desprovidos de preconceitos.
Deu água na boca, não deu?! Então aproveite e vá testá-los com seu marido, ou namorado, ou amigo, ou ficante, ou conhecido, ou desconhecido, etc! Aproveite!
Marcadores:
corpo,
dicas,
emoções,
homem,
relacionamentos,
sentimentos,
sexo
domingo, 13 de novembro de 2011
A Situação Financeira e a Relação
Todos sabemos que no mundo capitalista, o dinheiro sempre é primordial a tudo, recebendo exacerbado destaque, e não poderia ser diferente nos relacionamentos. A parte financeira numa relação, muitas vezes pode até gerar problemas de ambos os lados. Por exemplo: Se o homem tem um salário relevante e a mulher não, essa não aceita e sacrifica-se no mercado de trabalho para nivelar-se ao companheiro.
Pior ainda é quando a mulher tem uma situação financeira mais satisfatória. Vivemos numa cultura machista, onde, desde a era das cavernas, o homem tende a ser o chefe. É muito difícil um homem aceitar um salário inferior ao de sua companheira. Normalmente ele sente-se humilhado, isso mexe com o seu psicológico, deixando-o frustrado e deprimido. E certamente isso pesa na relação.
Quando isso acontece, o casal, tem que ter maturidade o suficiente para saber administrar a situação. Não adianta ficar apontando erros alheios, caso não haja uma cumplicidade entre o casal. Falando de uma forma prática, o casamento não passa de uma espécie de sociedade, e sendo assim, ambos devem pensar no bem comum, nenhum dos lados deve querer levar a melhor. A intençao do casamento é transformar duas pessoas em uma só.
A relação deve ser construída com base em sentimentos verdadeiros, pois se esta for somente de fachada, ou se for baseada em paixões frívolas, ou em qualquer outro motivo supérfulo, ela com certeza não suportará o peso e ruirá. Quando se ama de verdade, se junta tudo na relação: ganhos e perdas, conquistas e derrotas. Para isso não pesar no equilíbrio emocional, os dois têm que se conhecerem muito bem e juntos saberem como solucionar problemas de ordem financeira que poderão aparecer.
Se o homem ou a mulher souberem lidar com as adversidades que qualquer união traz, o ideal é continuarem sozinhos, tornarem-se somente amigos, pois assim há menos possibilidades de tornarem-se inimigos. Todavia, a partir do momento em que se uniram, devem estar dispostos a ceder, a entrar em consensos, e respeitar o outro, e isso tem que tem que partir do âmago, não por pressão. Não há nada mais belo que duas pessoas juntas, que se amam, e principalmente, são parceiros nas horas boas e também nas ruins, apoiando-se sempre. Lembrem do "... na alegria e na tristeza ... até que a morte os separe!" e sé digam o sim, caso estejam efetivamente dispostos a cumprí-lo e muito certos do que estão fazendo.
Pior ainda é quando a mulher tem uma situação financeira mais satisfatória. Vivemos numa cultura machista, onde, desde a era das cavernas, o homem tende a ser o chefe. É muito difícil um homem aceitar um salário inferior ao de sua companheira. Normalmente ele sente-se humilhado, isso mexe com o seu psicológico, deixando-o frustrado e deprimido. E certamente isso pesa na relação.
Quando isso acontece, o casal, tem que ter maturidade o suficiente para saber administrar a situação. Não adianta ficar apontando erros alheios, caso não haja uma cumplicidade entre o casal. Falando de uma forma prática, o casamento não passa de uma espécie de sociedade, e sendo assim, ambos devem pensar no bem comum, nenhum dos lados deve querer levar a melhor. A intençao do casamento é transformar duas pessoas em uma só.
A relação deve ser construída com base em sentimentos verdadeiros, pois se esta for somente de fachada, ou se for baseada em paixões frívolas, ou em qualquer outro motivo supérfulo, ela com certeza não suportará o peso e ruirá. Quando se ama de verdade, se junta tudo na relação: ganhos e perdas, conquistas e derrotas. Para isso não pesar no equilíbrio emocional, os dois têm que se conhecerem muito bem e juntos saberem como solucionar problemas de ordem financeira que poderão aparecer.
Se o homem ou a mulher souberem lidar com as adversidades que qualquer união traz, o ideal é continuarem sozinhos, tornarem-se somente amigos, pois assim há menos possibilidades de tornarem-se inimigos. Todavia, a partir do momento em que se uniram, devem estar dispostos a ceder, a entrar em consensos, e respeitar o outro, e isso tem que tem que partir do âmago, não por pressão. Não há nada mais belo que duas pessoas juntas, que se amam, e principalmente, são parceiros nas horas boas e também nas ruins, apoiando-se sempre. Lembrem do "... na alegria e na tristeza ... até que a morte os separe!" e sé digam o sim, caso estejam efetivamente dispostos a cumprí-lo e muito certos do que estão fazendo.
Marcadores:
amor,
dicas,
emoções,
homem,
reflexão,
relacionamentos,
sentimentos
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Filhos vs. Namorado
De repente você se separa, independente do motivo, toda separação é difícil. Depois de um tempo você supera. E algo mágico acontece, encontra um novo amor. Até aí tudo ótimo, porém há um pequeno problema, seus filhos não conseguem manter uma relação nem cordial com o seu novo parceiro. Amiga, eu não queria estar na sua pele! Essa é uma situação difícil, você não sabe o que fazer. É comum os filhos, principalmente os que estão na fase da adolescência, terem dificuldades para aceitar seu namorado como alguém de casa, normalmente estes, sequer superaram a separação dos pais.
Esse fato deixa a todos tensos e infelizes, causando um pessímo clima em casa. Porém, com o tempo, seus filhos entenderão que você está feliz junto com seu novo parceiro, que ele a trata bem e também respeita seus filhos. Essas atitudes aos poucos farão com que seus filhos se conscientizem e aceitem que o mais importante é que sua mãe esteja feliz. Mas isso só acontecerá, caso o o seu parceiro tenha maturidade suficiente para lidar com essa fase inicial, pois se ele resolver bater de frente com eles e impor sua presença, a relação nunca irá melhorar, só se desgastará. O novo homem deve saber o seu lugar, deve saber que ele não é, e nunca será o pai dos seus filhos, e que de forma alguma deve almejar este posto, tampouco comportar-se como tal. Ele tem que saber os seus limites.
O que o padrasto deve fazer, é tentar aproximar-se dos filhos, tipo como se fosse um amigo, mas sem forçar a barra, tudo com muita calma, se ele souber como fazer, com o tempo eles cederão, e podem vir a ser até amigos, ou pelo menos manter uma relação amistosa. Por outro lado, se ele resolver apontar erros, dar regras, ou ordens, e meter o nariz onde não foi chamado, jamais conquistará um posto de respeito, pois seus filhos acharão que ele quer ocupar um lugar que não lhe diz respeito, sem ter mérito algum para exercê-lo. Mesmo que esta não seja a sua intenção, apesar de parecer o contrário.
Porém você não pode esperar que seu amado adivinhe tudo o que deve fazer, pois, assim como para seus filhos, esta é uma situação nova, e difícil, também para ele. A única forma desse relacionamento dar certo, é, desde o começo, conversar com ele. Explique como ele deve conduzir a situação, deixe bem claro que caso ele comporte-se como mais outra criança, tudo ficará pior. Mas com cuidado e sem fazer ele se sentir diminuído. Ensine qual é a postura necessária para que seus filhos o aceitem. Como você os conhece melhor que ninguém, dê algumas dicas de como conquistar cada um deles. Se tudo der certo, em pouco tempo sua família e seu parceiro poderão lograr de plena harmonia e paz.
Esse fato deixa a todos tensos e infelizes, causando um pessímo clima em casa. Porém, com o tempo, seus filhos entenderão que você está feliz junto com seu novo parceiro, que ele a trata bem e também respeita seus filhos. Essas atitudes aos poucos farão com que seus filhos se conscientizem e aceitem que o mais importante é que sua mãe esteja feliz. Mas isso só acontecerá, caso o o seu parceiro tenha maturidade suficiente para lidar com essa fase inicial, pois se ele resolver bater de frente com eles e impor sua presença, a relação nunca irá melhorar, só se desgastará. O novo homem deve saber o seu lugar, deve saber que ele não é, e nunca será o pai dos seus filhos, e que de forma alguma deve almejar este posto, tampouco comportar-se como tal. Ele tem que saber os seus limites.
O que o padrasto deve fazer, é tentar aproximar-se dos filhos, tipo como se fosse um amigo, mas sem forçar a barra, tudo com muita calma, se ele souber como fazer, com o tempo eles cederão, e podem vir a ser até amigos, ou pelo menos manter uma relação amistosa. Por outro lado, se ele resolver apontar erros, dar regras, ou ordens, e meter o nariz onde não foi chamado, jamais conquistará um posto de respeito, pois seus filhos acharão que ele quer ocupar um lugar que não lhe diz respeito, sem ter mérito algum para exercê-lo. Mesmo que esta não seja a sua intenção, apesar de parecer o contrário.
Porém você não pode esperar que seu amado adivinhe tudo o que deve fazer, pois, assim como para seus filhos, esta é uma situação nova, e difícil, também para ele. A única forma desse relacionamento dar certo, é, desde o começo, conversar com ele. Explique como ele deve conduzir a situação, deixe bem claro que caso ele comporte-se como mais outra criança, tudo ficará pior. Mas com cuidado e sem fazer ele se sentir diminuído. Ensine qual é a postura necessária para que seus filhos o aceitem. Como você os conhece melhor que ninguém, dê algumas dicas de como conquistar cada um deles. Se tudo der certo, em pouco tempo sua família e seu parceiro poderão lograr de plena harmonia e paz.
Marcadores:
amor,
dicas,
emoções,
homem,
reflexão,
relacionamentos,
sentimentos
domingo, 30 de outubro de 2011
Família vs. Namorado(a)
Lembra daquele tão conhecido dito popular: “você não se casa só com o seu namorado(a), casa também com a família dele(a)”? Ele é bem verdade, e não é só quando o casal sobe ao altar que o problema aparece, ele existe desde bem antes, o início do namoro. Essas situações tornam-se uma carga muito pesada para o casal, traz muitos transtornos, e brigas, para estes, asim como para a família.
Uma coisa é fato, e não há como mudar isso, sua família sempre vai sentir ciúmes do seu namorado(a) e vice-versa. O problema é que nenhum dos lados entende (ou não quer entender) que são formas de amor diferentes uma da outra, e não há como mensurá-las na mesma medida. A situação deixa-te numa saia justa. E vem a seguinte indagação: "O que fazer?! A quem agradar?!". Tolos questionamentos. Pois se a família e o namorado(a) não comungam o mesmo ponto de vista, tampouco praticam o desapego, não há como agradar a ambos. E você terá que se conformar em deixar um dos lados um pouco mais chateado.
Deixe bem claro para o seu namorado que você o ama, independente de qualquer coisa. Porém explique para ele que quando a sua família também estiver presente você não despenderá mais atenção a ele que a família, não adianta ele ficar te bajulando, sequer fazer manha ou emburrar como uma criança mimada. Explique que, por mais defeitos que sua família tenha, ela é a base de toda sua vida e nunca irá te abandonar.
Comunique a sua família que intervenções têm limite, e que você não aceitará que fiquem intrometendo em tua vida particular. Também diga o quanto você os ama, e que ninguém irá roubar o lugar que eles possuem. Fale que quando você estiver com o seu amor, que seria legal que eles respeitassem os momentos mais românticos que vocês possam vir a ter.
Se ambas as partes fizerem assim, e respeitarem seus limites, os dois lados não incomodarão muito. E no fim, você verá que todos tentarão ser mais compreensivos e evitarão comentários que possam vir a magoar-te. Se todos toparem ser mais tolerantes e menos ciumentos, a relação com seu namorado(a) melhorará e a com a sua família também. Evite brigas, converse. Conversando civilizadamente as pessoas se entendem.
Nessas situações, assim como em todas as outras da vida, é imprescindível um pouco de bom-senso. Nunca, devemos ultrapassar os do bom-senso.
Uma coisa é fato, e não há como mudar isso, sua família sempre vai sentir ciúmes do seu namorado(a) e vice-versa. O problema é que nenhum dos lados entende (ou não quer entender) que são formas de amor diferentes uma da outra, e não há como mensurá-las na mesma medida. A situação deixa-te numa saia justa. E vem a seguinte indagação: "O que fazer?! A quem agradar?!". Tolos questionamentos. Pois se a família e o namorado(a) não comungam o mesmo ponto de vista, tampouco praticam o desapego, não há como agradar a ambos. E você terá que se conformar em deixar um dos lados um pouco mais chateado.
Deixe bem claro para o seu namorado que você o ama, independente de qualquer coisa. Porém explique para ele que quando a sua família também estiver presente você não despenderá mais atenção a ele que a família, não adianta ele ficar te bajulando, sequer fazer manha ou emburrar como uma criança mimada. Explique que, por mais defeitos que sua família tenha, ela é a base de toda sua vida e nunca irá te abandonar.
Comunique a sua família que intervenções têm limite, e que você não aceitará que fiquem intrometendo em tua vida particular. Também diga o quanto você os ama, e que ninguém irá roubar o lugar que eles possuem. Fale que quando você estiver com o seu amor, que seria legal que eles respeitassem os momentos mais românticos que vocês possam vir a ter.
Se ambas as partes fizerem assim, e respeitarem seus limites, os dois lados não incomodarão muito. E no fim, você verá que todos tentarão ser mais compreensivos e evitarão comentários que possam vir a magoar-te. Se todos toparem ser mais tolerantes e menos ciumentos, a relação com seu namorado(a) melhorará e a com a sua família também. Evite brigas, converse. Conversando civilizadamente as pessoas se entendem.
Nessas situações, assim como em todas as outras da vida, é imprescindível um pouco de bom-senso. Nunca, devemos ultrapassar os do bom-senso.
Marcadores:
amor,
dicas,
emoções,
reflexão,
relacionamentos,
sentimentos
sábado, 29 de outubro de 2011
Controlando o Ciúme
Os ciúmes podem ser vencidos se você souber o que fazer para se modificar.
- Evite os pensamentos destrutivos. Substitua-os por outros que tragam segurança e confiança em si mesma.
- Saiba diferenciar os fatos reais dos que são fruto da sua imaginação.
- Fixe-se nos fatos para ver se realmente há um conflito que você precisa solucionar.
- Confie no seu parceiro e controle o ímpeto de interrogá-lo sobre onde e com quem está a cada cinco minutos. Quando você sentir esse impulso, pense imediatamente em si e faça alguma coisa de que goste muito.
- Converse com o seu parceiro sobre o que está acontecendo com você em um momento em que se sentir a vontade. Assim você manterá o autocontrole e poderá explicar o que sente. Isso será impossível se você decidir falar em plena crise de ciúmes.
- Converse sobre a sua percepção atual.
- Não justifique os seus ciúmes com fatos do passado que já foram esclarecidos.
- Quando você sentir que a situação está saindo do seu controle, converse com uma pessoa discreta e de confiança sobre o que está acontecendo: um amigo, um terapeuta, um médico. Muitos fantasmas desaparecem quando você consegue falar sobre eles e crescem quando você os esconde ou nega.
- Não culpe ninguém pelo que você sente. Nem a si.
- Lembre-se de que você é responsável pelos seus atos, e que está tentando sinceramente superar esses ciúmes que fazem você sofrer, e põe em risco a relação de vocês.
Os ciúmes sempre nascem de alguma insegurança. Conheça-se melhor e valorize os seus pontos positivos.
Assim você conseguirá a força e a segurança necessárias para superar os ciúmes e viver seus relacionamentos com liberdade e confiança.
Marcadores:
amor,
corpo,
dicas,
emoções,
reflexão,
relacionamentos,
sentimentos
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Convite Liquefeito
A alegria de toda festa começa bem cedo, quando o convite chega. Todavia pode ser bem diferente, ao contrário. Ao abrir o envelope, ou o e-mail, toda a animação pode dissolver-se, liquidificar e ir agua abaixo. Esse efeito é causado pelo "convite líquido" (termo usado em referência ao conhecido conceito de modernidade líquida, desenvolvido pelo sociólogo polonês Zygmunt Bauman).
Os tempos líquidos são estes em que vivemos, onde laços sociais são frouxos, relações afetivas fluídas, e o amor é entendido e tratado como um bem de consumo. Em que a vida em conjunto é efêmera, instável e sem consistência. Pois um convite pode muito bem vir nesse modelo infortúnio da comtemporaneidade. E, consequentemente, o anfitrião recebe o troco na mesma moeda.
Suponhamos: Sábado, às 9:30 pm. o celular toca, uma nova mensagem de texto. O texto é o seguinte: "Faremos um luau à beira da piscina". Nossa, tudo de bom, pelo menos por enquanto. E continua lendo: "Daqui a meia hora, Tu vem?!". O que inicialmente era tentador, desintegra-se, ganhando ares de vilipêndio. Quando um convite chega assim, de uma hora para outra, a primeira coisa que vem à mente é que faltou convidado, o povo desistiu na última hora e você, só assim, foi lembrado. Esse é um comum exemplo de convite líquido, e este também tem grandes chances de receber uma resposta, ou um convidado igualmente líquido. Por exemplo, ele não tem nada para fazer, e até pode aceitar o convite, porém participará do evento imbuído de um espírito consumista (do tipo aproveitando qualquer oportunidade). Ou o convidado pode simplesmente usar a desculpa: "Obrigado, mas já tenho um compromisso!".
Suponhamos novamente: Um anfitrião resolve dar um almoço em sua casa de campo, e envia um e-mail para cada convidado, com 30 dias de antecedência, convidando-os amistosamente. E ainda manda um lembrete no meio desse período, e também o mapa, anexado, de como chegar ao local, assim não há o risco de alguém se perder no caminho. Já esse é um exemplo de um convite bem sólido. E a chance de dar tudo certo, de verdade, e não somente de aparências, é substancialmente maior.
É claro que essas considerações não são válidas para os amigos íntimos, aqueles que têm livre acesso à sua casa, e sua vida, são de sua confiança. Esses, tanto faz se o convite chega 10 minutos ou 3 meses antes, sempre será uma festa. Aliás, nem precisam de convite!
Esqueça os e-mails enviados automaticamente para todos os convidados. Isso mais parece propagandas de telemarketing ou correntes do bem. Para compartilhar a sua sala, o ideal é investir em contatos personalizados, assim você também receberá convites sólidos.
Os tempos líquidos são estes em que vivemos, onde laços sociais são frouxos, relações afetivas fluídas, e o amor é entendido e tratado como um bem de consumo. Em que a vida em conjunto é efêmera, instável e sem consistência. Pois um convite pode muito bem vir nesse modelo infortúnio da comtemporaneidade. E, consequentemente, o anfitrião recebe o troco na mesma moeda.
Suponhamos: Sábado, às 9:30 pm. o celular toca, uma nova mensagem de texto. O texto é o seguinte: "Faremos um luau à beira da piscina". Nossa, tudo de bom, pelo menos por enquanto. E continua lendo: "Daqui a meia hora, Tu vem?!". O que inicialmente era tentador, desintegra-se, ganhando ares de vilipêndio. Quando um convite chega assim, de uma hora para outra, a primeira coisa que vem à mente é que faltou convidado, o povo desistiu na última hora e você, só assim, foi lembrado. Esse é um comum exemplo de convite líquido, e este também tem grandes chances de receber uma resposta, ou um convidado igualmente líquido. Por exemplo, ele não tem nada para fazer, e até pode aceitar o convite, porém participará do evento imbuído de um espírito consumista (do tipo aproveitando qualquer oportunidade). Ou o convidado pode simplesmente usar a desculpa: "Obrigado, mas já tenho um compromisso!".
Suponhamos novamente: Um anfitrião resolve dar um almoço em sua casa de campo, e envia um e-mail para cada convidado, com 30 dias de antecedência, convidando-os amistosamente. E ainda manda um lembrete no meio desse período, e também o mapa, anexado, de como chegar ao local, assim não há o risco de alguém se perder no caminho. Já esse é um exemplo de um convite bem sólido. E a chance de dar tudo certo, de verdade, e não somente de aparências, é substancialmente maior.
É claro que essas considerações não são válidas para os amigos íntimos, aqueles que têm livre acesso à sua casa, e sua vida, são de sua confiança. Esses, tanto faz se o convite chega 10 minutos ou 3 meses antes, sempre será uma festa. Aliás, nem precisam de convite!
Esqueça os e-mails enviados automaticamente para todos os convidados. Isso mais parece propagandas de telemarketing ou correntes do bem. Para compartilhar a sua sala, o ideal é investir em contatos personalizados, assim você também receberá convites sólidos.
Marcadores:
comemorações,
dicas,
emoções,
festas,
reflexão,
relacionamentos,
sentimentos
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Fui Deixada(o)! E agora?!
Na vida, há uma coisa que sempre preferimos evitar, o fim. O fim quase sempre é por deveras sofrido. Em se tratando de relacionamentos, a coisa se agrava mais ainda. Um término de uma relação é sempre conturbado, na maioria das vezes cheio de sofrimentos, mágoas, acusações, etc. Ambos sofrem, porém, na maioria das vezes, o que foi deixado sofre bem mais que o que tomou a iniciativa de terminar.
Se o seu amado(a) te deixou, com certeza teve seus motivos, por mais torpes que eles possam te parecer, para outrem eles foram cruciais. Nunca dará pra ter certeza absoluta; você pode ter pisado feio na bola, ou ele(a) se interessou por outra pessoa, ou simplesmente viu que não estava mais dando certo. Tu não deves ficar remoendo o passado, tampouco abrir luto eterno. As seguintes medidas podem ajudar a "curar" a ferida aberta:
- Não fique procurando culpados. Desvaneios da cabeça dele(a) ou falha tua, o fato é que ele te deixou. Então respeite essa vontade.
- Valorize-se. Se arrume, ande sempre esteticamente impecável. Não é porque você levou um pé na bunda que você vai abandonar o mundo! Lembre-se que agora você está livre e disponível, não se sabe onde pode encontrar com um "partidão". Sempre saia de casa preparada(o) para a "guerra"!
- Vai doer. Dói mais que depilação com cera fria. A sensação de levar um fora é horrível, pois a impressão que fica é a seguinte: “você não era boa o suficiente pra mim”. Ideias como essa ficam sambando em nossas cabeça constantemente. Não dê crédito a elas, porque estas não são reais, não passam de quimeras.
- O porquê. O melhor seria simplesmente esquecer e somente seguir em frente, todavia se a incerteza do real motivo tira o teu sono, o jeito é perguntar. Pergunte, exclareça de uma vez por todas, assim você poderá seguir seu rumo. Se precisar de uma desculpa, diga que quer saber o motivo pra não cometer a mesma falha com os próximos que cruzarem sua vida.
Se ele te largou para ficar com outra(o), a situação fica ainda mais crítica, ficamos sempre com a ideia fixa: "o que ela tem que eu não tenho", a estas também não dê crédito. Olhe pelo lado bom, é melhor levar um toco que um chifre. Além disso o amor deve, antes de tudo, ser recíproco. É o ítem inicial a qualquer casal. Não adianta somente um gostar e o outro estar alí somente por gratidão, medo de magoar, pena, etc.
Viva sim essa lúgubre fase, mas sem passar do tempo ou medida. Depois que voltar ao juízo perfeito, apesar de não ser a decisão mais acertada, se achar mesmo que vale a pena, ou sentir latente necessidade, lute mais uma vez (só mais uma) pela pessoa amada, mas sem perder o bom senso. Por fim, bola pra frente! A vida continua e o mundo não pára. Essa dor irá passar, você encontrará outro amor, e um dia, vocês ainda rirão juntos do seu passado!
Viva sim essa lúgubre fase, mas sem passar do tempo ou medida. Depois que voltar ao juízo perfeito, apesar de não ser a decisão mais acertada, se achar mesmo que vale a pena, ou sentir latente necessidade, lute mais uma vez (só mais uma) pela pessoa amada, mas sem perder o bom senso. Por fim, bola pra frente! A vida continua e o mundo não pára. Essa dor irá passar, você encontrará outro amor, e um dia, vocês ainda rirão juntos do seu passado!
Marcadores:
amor,
dicas,
emoções,
reflexão,
relacionamentos,
sentimentos
Assinar:
Postagens (Atom)





























