Sorriso no rosto, gargalhadas, riso frouxo. Um cara bem-humorado é tudo de bom, mas segundo uma pesquisa realizada pela Universidade de British Columbia, no Canadá, os homens felizes são menos atraentes aos olhos femininos. O estudo fez um ranking do apelo sexual de expressões não-verbais presentes em emoções como alegria, orgulho e vergonha.
Mil pessoas participaram da experiência, que consistia na apresentação de fotos de pessoas do sexo oposto, com posturas de soberba (peito estufado e cabeça elevada), felicidade (sorrisos largos) e embaraço (olhos esquivos e cabeça baixa). Sabe quais fotos chamaram mais atenção das mulheres? Os soberbos! Sim, de acordo com a pesquisa, o sorriso masculino é associado à falta de dominância.
Já para eles, um sorriso conta pontos e as imagens de mulheres felizes foram as que mais os atraiu, enquanto a atitude confiante não fez muito sucesso. A explicação pode estar nas teorias evolucionistas, que sugerem que o comportamento altivo masculino significa competência para prover o lar. No caso feminino, o pressuposto combina com as convenções sociais de que mulheres são submissas e vulneráveis, mas é incompatível com a ideia de homens "fortes e silenciosos".
Já as expressões de vergonha atraíram ambos os sexos e, segundo os especialistas, está relacionada à consciência das normas sociais e ciência de suas trangressões, o que é lido como uma forma de confiança, apreciada por homens e mulheres. Segundo os responsáveis pela pesquisa, serão necessários estudos posteriores para contemplar os casais homossexuais e também os de cultura oriental.
Fonte: Portal Bolsa de Mulher
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Atração vs Felicidade
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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Masturbação no Trabalho
Uma pesquisa feita pelo site Glamour constatou que 31% dos homens se masturbam no trabalho. O estudo anual "1000 Men" levantou também que 31% deles o fazem quando estão visitando os pais e 10% em festas.
O foco da pesquisa é saber o que se passa pelas cabeças dos homens, que as mulheres não têm conhecimento. Sobre qual a primeira parte do corpo que eles reparam em uma mulher, 52% disseram que são os seios.
A mentira mais contada para levar uma mulher para a cama é de que o homem se preocupava com ela mais do que na realidade acontecia. Se eles fossem o ator Brad Pitt por um dia, 38% gostariam de passar a noite com Angelina Jolie. Entre outras constatações, a pesquisa concluiu que 39% dos homens preferem a mulher por cima na hora da cama.
Fonte: Portal Terra
O foco da pesquisa é saber o que se passa pelas cabeças dos homens, que as mulheres não têm conhecimento. Sobre qual a primeira parte do corpo que eles reparam em uma mulher, 52% disseram que são os seios.
A mentira mais contada para levar uma mulher para a cama é de que o homem se preocupava com ela mais do que na realidade acontecia. Se eles fossem o ator Brad Pitt por um dia, 38% gostariam de passar a noite com Angelina Jolie. Entre outras constatações, a pesquisa concluiu que 39% dos homens preferem a mulher por cima na hora da cama.
Fonte: Portal Terra
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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Enxergar além ...
Cientistas anunciaram recentemente o sucesso de um teste feito com lentes de contato que podem projetar imagens nos olhos das pessoas. A ideia ainda está em fase inicial de desenvolvimento, porém no futuro você poderá ver seus e-mails e mensagens através de seu globo ocular, como se fosse em um videogame. Os próprios jogos eletrônicos vão entrar em um estágio avançado de imersão na jogabilidade.
Os cientistas da Universidade de Washington, em Seattle, dizem que as lentes são seguras e podem ser usadas tranquilamente, porém ainda existem alguns obstáculos no caminho da tecnologia, como, por exemplo, descobrir um jeito eficiente de fornecer energia para o aparelho. Apesar disso, graças ao trabalho deles, uma visão próxima do que vemos em 'Exterminador do Futuro' está próxima da realidade.
Fonte: Portal MSN
Os cientistas da Universidade de Washington, em Seattle, dizem que as lentes são seguras e podem ser usadas tranquilamente, porém ainda existem alguns obstáculos no caminho da tecnologia, como, por exemplo, descobrir um jeito eficiente de fornecer energia para o aparelho. Apesar disso, graças ao trabalho deles, uma visão próxima do que vemos em 'Exterminador do Futuro' está próxima da realidade.
Fonte: Portal MSN
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Eles só pensam naquilo?!
Recentemente foi divulgada uma nova e interessante pesquisa, nesta o alvo foram os homens. De acordo com a Universidade do Estado de Ohio homens não pensam somente naquilo, o estudo derruba estereótipo de que homens só pensam em sexo. Comfira a reportagem na íntegra:
Os homens pensam em sexo mais frequentemente que as mulheres, mas um novo estudo indica que eles também gastam mais tempo pensando em outras necessidades biológicas, como comer e dormir. A pesquisa também derrubou o estereótipo de que os homens pensam em sexo a cada sete segundos, o que levaria a mais de 8 mil pensamentos do tipo em 16 horas acordados.
No novo estudo, realizado por pesquisadores da Universidade do Estado de Ohio e com publicação prevista para a edição de janeiro do “Journal of Sex Research”, os jovens consultados pesavam em sexo em média quase 19 vezes ao dia, contra quase dez vezes diárias das mulheres pesquisadas. Como um grupo, os homens também pensavam em comida cerca de 18 vezes ao dia e no sono 11 vezes. Já as jovens ouvidas pensavam nos dois assuntos, em média, 15 vezes ao dia e 8,5 vezes, respectivamente.
Na pesquisa, os universitários carregaram um contador para contabilizar quantas vezes pensavam em sexo, comida e sono a cada dia da semana, sendo que cada estudante devia registrar apenas um tipo de pensamento. Eles também tiveram que responder questionários e estimar a frequência com que pensavam nos assuntos diariamente. De um modo geral, o nível de aceitação da sexualidade pelos participantes determinava a frequência com que pensavam em sexo.
"Se você tivesse que saber uma coisa sobre uma pessoa para prever com que frequência ela pensaria em sexo, é melhor saber a sua orientação emocional com relação à sexualidade do que se ela é um homem ou uma mulher", diz Terri Fisher, professora de Psicologia da universidade e principal autora do estudo.
Segundo Fisher, corrigir o estereótipo sobre os pensamentos sexuais dos homens é importante: "É incrível a maneira como as pessoas citam essas falsas estatísticas de que os homens pensam em sexo constantemente e muito mais que as mulheres. Quando um homem ouve uma declaração dessas, ele pode pensar que há algo de errado com ele porque ele não está gastando tanto tempo pensando na sua sexualidade. E quando uma mulher ouve isso, se ela acha que está pensando demais sobre sexo, também vai achar que há algo de errado com ela".
O estudo envolveu 163 universitárias e 120 estudantes com idades entre 18 e 25 anos. Destes, 59 tiveram que registrar seus pensamentos sobre comida, 61 sobre sono e 163 sobre sexo.
Fonte: Portal Pernambuco
No novo estudo, realizado por pesquisadores da Universidade do Estado de Ohio e com publicação prevista para a edição de janeiro do “Journal of Sex Research”, os jovens consultados pesavam em sexo em média quase 19 vezes ao dia, contra quase dez vezes diárias das mulheres pesquisadas. Como um grupo, os homens também pensavam em comida cerca de 18 vezes ao dia e no sono 11 vezes. Já as jovens ouvidas pensavam nos dois assuntos, em média, 15 vezes ao dia e 8,5 vezes, respectivamente.
Na pesquisa, os universitários carregaram um contador para contabilizar quantas vezes pensavam em sexo, comida e sono a cada dia da semana, sendo que cada estudante devia registrar apenas um tipo de pensamento. Eles também tiveram que responder questionários e estimar a frequência com que pensavam nos assuntos diariamente. De um modo geral, o nível de aceitação da sexualidade pelos participantes determinava a frequência com que pensavam em sexo.
"Se você tivesse que saber uma coisa sobre uma pessoa para prever com que frequência ela pensaria em sexo, é melhor saber a sua orientação emocional com relação à sexualidade do que se ela é um homem ou uma mulher", diz Terri Fisher, professora de Psicologia da universidade e principal autora do estudo.
Segundo Fisher, corrigir o estereótipo sobre os pensamentos sexuais dos homens é importante: "É incrível a maneira como as pessoas citam essas falsas estatísticas de que os homens pensam em sexo constantemente e muito mais que as mulheres. Quando um homem ouve uma declaração dessas, ele pode pensar que há algo de errado com ele porque ele não está gastando tanto tempo pensando na sua sexualidade. E quando uma mulher ouve isso, se ela acha que está pensando demais sobre sexo, também vai achar que há algo de errado com ela".
O estudo envolveu 163 universitárias e 120 estudantes com idades entre 18 e 25 anos. Destes, 59 tiveram que registrar seus pensamentos sobre comida, 61 sobre sono e 163 sobre sexo.
Fonte: Portal Pernambuco
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quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Higiene Bucal e Disfunção Erétil
Novo estudo liga disfunção erétil à falta de higiene bucal. Cientistas acreditam que inflamações na gengiva podem estar relacionadas ao desempenho sexual do homem.
Escovar os dentes, usar fio dental e fazer visitas frequentes ao dentista, segundo um grupo de cientistas, agora não é só mais uma questão de saúde bucal. De acordo com um novo estudo, publicado pelo Journal of Sex and Medicine e divulgado pelo site Your Tango, a higiene bucal também está relacionada ao desempenho sexual do homem.
Os pesquisadores afirmam que a periodontite, caracterizada pela inflamação ou infecção nas gengivas, pode acarretar a disfunção erétil, conforme comprovam testes feitos com ratos. Para chegar à conclusão, eles se apoiaram também em estudos anteriores que fizeram esta mesma conexão entre os dois problemas.
Os cientistas observaram que ratos com periodontite apresentaram menores níveis de uma enzima que atua no estímulo do fluxo sangüíneo do pênis e no disparo das ereções.
Embora alguns especialistas duvidem da ligação, os autores do estudo afirmam que o tratamento de casos de periodontite em homens pode melhorar a sua saúde sexual. Eles avisam também que a periodontite é um sinal de más condições de saúde de um modo geral, que por sua vez também leva à disfunção erétil.
Fonte: Portal Terra
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Nem Muito, nem Pouco!
Estudo sugere que pouco sal faz mal para não-hipertensos
Embora sal demais possa ser bastante prejudicial à saúde em médio e longo prazo, sal de menos também faz mal. Afinal, os dois elementos químicos que compõem o sal, cloro e sódio, são indispensáveis para o funcionamento das células de todos os seres vivos, pois regulam a quantidade de água no corpo. Entretanto, a situação mais comum em relação ao sal é o excesso, já que o maior consumo de alimentos industrializados – muitos deles ricos em sódio – há maior retenção de líquido, o que aumenta o volume sanguíneo e piora a hipertensão.
Mas a quantidade recomendada pela Organização Mundial de Saúde para o consumo diário de sal em até 5g está longe de ser um consenso na comunidade científica. De acordo com novo estudo, uma dieta com pouco sal de fato reduz a pressão sanguínea como sugerem os médicos, mas aumenta os níveis de colesterol, gorduras e hormônios no sangue, além do risco de doenças cardíacas. O trabalho, publicado na revista American Journal of Hypertension, fez um apanhado de 167 pesquisas em que os participantes foram acompanhados por um mês e selecionados aleatoriamente em dois grupos: um consumindo pouco sal e outro ingerindo grandes quantidades da substância.
No grupo dos que comiam pouco sal, os pesquisadores observaram uma melhoria discreta na pressão sanguínea, sobretudo em quem já apresentava pressão alta, já que a dieta reduziu a pressão em até 3,5%.
Por outro lado, entre os não hipertensos, a dieta com pouco sal aumentou em até 2,5% os níveis de colesterol e em 7% os triglicérides. Além disso, também houve aumento nos hormônios que regulam o nível de sal no sangue, que são responsáveis por fazer o corpo preservar a substância no corpo ao invés de excretá-la pela urina.
A pesquisa não considerou dados sobre o excesso de peso e o sedentarismo dos participantes para definir a interferência na pressão arterial. Ainda serão necessárias mais pesquisas para investigar se uma dieta com uma quantidade menor ainda de sal poderá trazer benefícios para a saúde.
Fonte: Portal Pernambuco
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Novidade: Sorrir Rejuvenesce
Esqueça os cremes antienvelhecimento e botox. De acordo com novo estudo, para parecer mais jovem basta sorrir. Publicada na revista Psychology and Aging, a pesquisa é a primeira a mostrar que a expressão facial exerce influência na hora de adivinhar a idade de uma pessoa.
O estudo recrutou 154 homens e mulheres de todas as idades para analisar cerca de mil faces diferentes e adivinhar a idade dos indivíduos retratados. A seleção incluía expressões de raiva, medo, nojo, felicidade, tristeza e neutralidade. Todos os participantes atribuíram idades menores às reais para as pessoas que estavam sorrindo nas imagens.
Ainda que muitas pessoas pensem que sorrir pode deixar a pessoa com cara de mais velho, pelas rugas de expressão que se formam, o autor do estudo, Manuel Voelke, acredita que quando as pessoas veem uma foto com sorriso não conseguem identificar se essas rugas são de verdade ou de expressão, o que pode dar a impressão de que o retratado é mais jovem.
Já nas fotografias em que as pessoas estavam com expressões mais naturais, o índice de acerto em relação à idade foi maior.
O estudo também descobriu que as pessoas mais velhas eram menos precisas em adivinhar corretamente a idade dos fotografados, enquanto os mais jovens sempre chutavam idades menores às reais.
A pesquisa ainda mostrou que os participantes atribuíam idades até três vezes menores às reais para mulheres mais velhas, em comparação às atribuídas aos homens. De acordo com os pesquisadores, o fato é curioso, pois nenhuma das pessoas retratadas pôde se maquiar para disfarçar a idade.
Fonte: Portal Uol Notícias
O estudo recrutou 154 homens e mulheres de todas as idades para analisar cerca de mil faces diferentes e adivinhar a idade dos indivíduos retratados. A seleção incluía expressões de raiva, medo, nojo, felicidade, tristeza e neutralidade. Todos os participantes atribuíram idades menores às reais para as pessoas que estavam sorrindo nas imagens.
Ainda que muitas pessoas pensem que sorrir pode deixar a pessoa com cara de mais velho, pelas rugas de expressão que se formam, o autor do estudo, Manuel Voelke, acredita que quando as pessoas veem uma foto com sorriso não conseguem identificar se essas rugas são de verdade ou de expressão, o que pode dar a impressão de que o retratado é mais jovem.
Já nas fotografias em que as pessoas estavam com expressões mais naturais, o índice de acerto em relação à idade foi maior.
O estudo também descobriu que as pessoas mais velhas eram menos precisas em adivinhar corretamente a idade dos fotografados, enquanto os mais jovens sempre chutavam idades menores às reais.
A pesquisa ainda mostrou que os participantes atribuíam idades até três vezes menores às reais para mulheres mais velhas, em comparação às atribuídas aos homens. De acordo com os pesquisadores, o fato é curioso, pois nenhuma das pessoas retratadas pôde se maquiar para disfarçar a idade.
Fonte: Portal Uol Notícias
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Amamentação vs. Câncer
As mulheres que amamentam seus filhos por mais de seis meses têm menos chances de desenvolver câncer de mama, segundo um estudo da Universidade de Granada, na Espanha, divulgado nesta sexta-feira. A pesquisa, liderada pela pesquisadora do departamento de Enfermagem María José Aguilar Cordero, descobriu que a amamentação materna é um método eficaz para prevenir o câncer de mama. De acordo com o estudo, o risco de ter a doença diminui 4,3% para cada ano que uma mulher amamenta seus filhos.
O estudo revelou uma ligação significativa entre a idade de diagnóstico do câncer, o tempo de amamentação materna e a existência de históricos familiares e pessoais, e comprovou que não existe relação entre a idade média de diagnóstico do tumor e o fato de ter tido ou não filhos, ao contrário do que muitas pessoas pensavam.
Para realizar o estudo, os pesquisadores trabalharam com uma amostra de 504 mulheres entre 19 e 70 anos, diagnosticadas e tratadas de câncer de mama no Hospital San Cecilio de Granada, entre 2003 e 2008. A análise dos dados revela que apenas 135 não eram mães, enquanto 369 tiveram pelo menos um filho.
Sobre o fator de igualdade de risco, não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas entre a idade média de diagnóstico do câncer e o fato de ter tido ou não filhos. Os pesquisadores destacaram que atualmente não existe consenso entre os cientistas sobre o papel protetor da gravidez e a amamentação em relação ao desenvolvimento do câncer de mama na mulher.
No entanto, para María José, "é evidente que ambos os processos influenciam positivamente na diferenciação do epitélio mamário e na redução dos níveis de certos hormônios, como o estrogênio, cujo efeito é relacionado ao câncer de mama".
Os autores desta pesquisa acreditam que com esses resultados e o que já foi descrito por outros pesquisadores, a incidência de câncer de mama nos países desenvolvidos poderia ser reduzida em mais de 50% entre as mulheres que amamentam seus filhos por mais tempo.
Fonte: Portal Terra
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segunda-feira, 24 de outubro de 2011
" Asas da Informatização "
Galera linda, leitores do Antenada, hoje posto a redação que fiz para a prova do ENEM, realizada neste domingo. Estou aberto a comentários e críticas. "By Eriick Olliveira"
"
Asas da Informatização
Em tempos modernos, o que gira o mundo é a grande rede que une computadores, e outros dispositivos, denominada Internet. Esta, liga pessoas, e organizações, entre si, mesmo que a distância física seja grande.
Estar conectado, hoje tornou-se uma necessidade básica, e quem não se adapta a este novo patamar, está sujeito a exclusão social. É fato que a Internet aproxima pessoas, e facilitou notávelmente o cotidiano de todos. Porém torna estas mesmas deveras isoladas, pois o afeto não pode ser integralmente transmitido através de fios, a presença física ainda é indispensável às relações. Outro tópico que deve ser levado em consideração, é o fato de haver a perda de privacidade, principalmente com o sucesso maestral das redes sociais, nada que é postado fica gravado só para seu autor. Através da Internet é possível ter o mundo ao alcance das maõs, ou por-se ao alcance de todo o planeta.
É bem verdade que, esta rede trouxe inenarráveis facilidades, muitos afazeres, agora, despendem de muito menos tempo e trabalho. Criou também muitas modalidades de relacionamentos. Contudo, gera vários transtornos, como uma série de crimes cibernéticos, e a exposição exacerbada, quiçá indesejável à seu genitor. A Internet é profícua e deve ser usada, todavia com consciência. Antes de usufruir-se dela, é ideal que se pense em cada ato. É essencial que as aitudes não ultrapassem os limites do bom-senso.
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"
Asas da Informatização
Em tempos modernos, o que gira o mundo é a grande rede que une computadores, e outros dispositivos, denominada Internet. Esta, liga pessoas, e organizações, entre si, mesmo que a distância física seja grande.
Estar conectado, hoje tornou-se uma necessidade básica, e quem não se adapta a este novo patamar, está sujeito a exclusão social. É fato que a Internet aproxima pessoas, e facilitou notávelmente o cotidiano de todos. Porém torna estas mesmas deveras isoladas, pois o afeto não pode ser integralmente transmitido através de fios, a presença física ainda é indispensável às relações. Outro tópico que deve ser levado em consideração, é o fato de haver a perda de privacidade, principalmente com o sucesso maestral das redes sociais, nada que é postado fica gravado só para seu autor. Através da Internet é possível ter o mundo ao alcance das maõs, ou por-se ao alcance de todo o planeta.
É bem verdade que, esta rede trouxe inenarráveis facilidades, muitos afazeres, agora, despendem de muito menos tempo e trabalho. Criou também muitas modalidades de relacionamentos. Contudo, gera vários transtornos, como uma série de crimes cibernéticos, e a exposição exacerbada, quiçá indesejável à seu genitor. A Internet é profícua e deve ser usada, todavia com consciência. Antes de usufruir-se dela, é ideal que se pense em cada ato. É essencial que as aitudes não ultrapassem os limites do bom-senso.
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quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Morar Só, sinônimo de Alcoolismo
Para você que mora sozinho, ou que sonha em morar só, há uma novidade! Um novo estudo descobriu que morar sozinho pode aumentar o risco de alcoolismo.
Os pesquisadores do Instituto Finlandês de Saúde Ocupacional examinaram as mortes ocorridas antes e depois da redução do preço das bebidas alcoólicas na Finlândia. Eles acompanharam as fatalidades que podiam ser atribuídas ao abuso de bebidas alcóolicas como, doenças hepáticas, intoxicação alcoólica, violência ou acidentes relacionados ao consumo do álcool, entre outras. Os resultados aparecem na edição de setembro da revista PLoS Medicine.
Entre as pessoas casadas ou vivendo juntas, a taxa de mortalidade por razões ligadas ao álcool era quase igual antes e depois da redução do preço das bebidas. Antes da redução, os homens que moravam sozinhos estavam 3,7 vezes mais propensos a morrer de doença hepática do que os que moravam com outras pessoas. Após a redução, os homens que moravam sozinhos estavam 4,9 por cento mais propensos a morrer por problemas no fígado.
Antes da redução, o risco de morte por doença hepática para as mulheres que moravam sozinhas era 1,7 vezes maior do que para as mulheres que viviam com outras pessoas. Após a redução, o risco era 2,4 vezes maior.
O principal autor do estudo, Kimmo Herttua, concluiu que algumas pessoas bebem álcool em excesso porque estão vivendo sozinhas e algumas outras moram sozinhas porque bebem demais. Ambas condizem com os fatos.
Os pesquisadores afirmaram que a conclusão do estudo talvez não se aplique a outras populações e culturas.
Semibaseado em post do Portal msn/comportamento
Os pesquisadores do Instituto Finlandês de Saúde Ocupacional examinaram as mortes ocorridas antes e depois da redução do preço das bebidas alcoólicas na Finlândia. Eles acompanharam as fatalidades que podiam ser atribuídas ao abuso de bebidas alcóolicas como, doenças hepáticas, intoxicação alcoólica, violência ou acidentes relacionados ao consumo do álcool, entre outras. Os resultados aparecem na edição de setembro da revista PLoS Medicine.
Entre as pessoas casadas ou vivendo juntas, a taxa de mortalidade por razões ligadas ao álcool era quase igual antes e depois da redução do preço das bebidas. Antes da redução, os homens que moravam sozinhos estavam 3,7 vezes mais propensos a morrer de doença hepática do que os que moravam com outras pessoas. Após a redução, os homens que moravam sozinhos estavam 4,9 por cento mais propensos a morrer por problemas no fígado.
Antes da redução, o risco de morte por doença hepática para as mulheres que moravam sozinhas era 1,7 vezes maior do que para as mulheres que viviam com outras pessoas. Após a redução, o risco era 2,4 vezes maior.
O principal autor do estudo, Kimmo Herttua, concluiu que algumas pessoas bebem álcool em excesso porque estão vivendo sozinhas e algumas outras moram sozinhas porque bebem demais. Ambas condizem com os fatos.
Os pesquisadores afirmaram que a conclusão do estudo talvez não se aplique a outras populações e culturas.
Semibaseado em post do Portal msn/comportamento
domingo, 11 de setembro de 2011
Realmente Dói !
A rejeição é uma emoção passível a todos, é uma dor constante e dependendo da intensidade por ser insustentável. É uma dor que não passa, se você está em pé ela dói, deitado ela dói, andando ela dói, independente, ela segue-te a todo instante.
O que foi descoberto é que a dor da rejeição não é apenas uma figura de expressão ou de linguagem, mas sim, uma dor real, tão quanto a dor física. O cérebro, simplesmente, não distingue a dor física da dor emocional. As experiências de rejeição social ativam as mesmas áreas no cérebro que atuam na resposta a experiências sensoriais dolorosas.
A circuitaria neural responsável pelo componente afetivo da dor física e social envolve principalmente o cíngulo dorsal anterior e a ínsula anterior. Esta nova pesquisa destaca que há uma interrelação neural entre esses dois tipos de experiências dolorosas em áreas do cérebro, uma parte em comum que se torna ativa quando uma pessoa experimenta sensações dolorosas, físicas ou não. O córtex somatossensorial secundário e a ínsula dorsal posterior.
Deste estudo participaram 40 voluntários que haviam passado por um fim inesperado/repentino de um relacionamento amoroso nos últimos seis meses, e que disseram se sentirem rejeitados. Cada participante completou duas tarefas, uma relacionada à sensação de rejeição e outra com respostas à dor física, enquanto tinham seus cérebros examinados por ressonância magnética funcional.
Foi constatado que fortes sensações induzidas de rejeição social ativam as mesmas regiões cerebrais envolvidas com a sensação de dor física. Esses resultados levantam questões futuras interessantes, como se tratamentos para alívio da dor podem aliviar a dor emocional, bem como se traumas passados podem fazer com que as pessoas fiquem mais sensíveis a dor ou até mesmo susceptíveis à doenças, como a fibromialgia por exemplo.
O que foi descoberto é que a dor da rejeição não é apenas uma figura de expressão ou de linguagem, mas sim, uma dor real, tão quanto a dor física. O cérebro, simplesmente, não distingue a dor física da dor emocional. As experiências de rejeição social ativam as mesmas áreas no cérebro que atuam na resposta a experiências sensoriais dolorosas.
A circuitaria neural responsável pelo componente afetivo da dor física e social envolve principalmente o cíngulo dorsal anterior e a ínsula anterior. Esta nova pesquisa destaca que há uma interrelação neural entre esses dois tipos de experiências dolorosas em áreas do cérebro, uma parte em comum que se torna ativa quando uma pessoa experimenta sensações dolorosas, físicas ou não. O córtex somatossensorial secundário e a ínsula dorsal posterior.
Deste estudo participaram 40 voluntários que haviam passado por um fim inesperado/repentino de um relacionamento amoroso nos últimos seis meses, e que disseram se sentirem rejeitados. Cada participante completou duas tarefas, uma relacionada à sensação de rejeição e outra com respostas à dor física, enquanto tinham seus cérebros examinados por ressonância magnética funcional.
Foi constatado que fortes sensações induzidas de rejeição social ativam as mesmas regiões cerebrais envolvidas com a sensação de dor física. Esses resultados levantam questões futuras interessantes, como se tratamentos para alívio da dor podem aliviar a dor emocional, bem como se traumas passados podem fazer com que as pessoas fiquem mais sensíveis a dor ou até mesmo susceptíveis à doenças, como a fibromialgia por exemplo.
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quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Rejeição Social e Doenças Inflamatórias
Muitas pessoas sofrem com o sentimento de rejeição, que até então acreditavam estar relacionado somente com problema do campo psicológico, porém este pode ser sinal de doenças inflamatórias. Pelo menos é isso que aponta um estudo.
O estudo recentemente publicado na revista "Proceedings of the National Academy of Sciences" sugere que o sentimento de rejeição social pode estar diretamente ligado a doenças inflamatórias, como asma e artrite, por exemplo.
George Slavich, psicólogo da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, reuniu 124 voluntários para fazer algumas apresentações perante uma platéia, que foi instruída a ser hostil ao apresentador. Após, amostras de saliva foram recolhidas, foram detectados índices elevados de dois marcadores relacionados com inflamações. Os pesquisadores colocaram esses mesmos voluntários num jogo de computador com dois jogadores virtuais que, a dado momento, começaram a ignorar o player humano. Segundo conclusão do estudo, "Essa exclusão social foi associada a um aumento na atividade de duas regiões cerebrais.
Mais importante, voluntários que tinham mostrado os maiores índices de respostas inflamatórias após a apresentação oral apresentaram o maior aumento na atividade cerebral durante o jogo no scanner, sugerindo uma ligação entre o processamento de rejeição social no cérebro e processos inflamatórios.
Para George Slavich é fundamental perceber esta ligação entre o cérebro e o desencadeamento de inflamações, na medida em que será um ponto de partida para novos tratamentos de doenças como a asma, a artrite e doenças cardiovasculares.
O estudo recentemente publicado na revista "Proceedings of the National Academy of Sciences" sugere que o sentimento de rejeição social pode estar diretamente ligado a doenças inflamatórias, como asma e artrite, por exemplo.
George Slavich, psicólogo da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, reuniu 124 voluntários para fazer algumas apresentações perante uma platéia, que foi instruída a ser hostil ao apresentador. Após, amostras de saliva foram recolhidas, foram detectados índices elevados de dois marcadores relacionados com inflamações. Os pesquisadores colocaram esses mesmos voluntários num jogo de computador com dois jogadores virtuais que, a dado momento, começaram a ignorar o player humano. Segundo conclusão do estudo, "Essa exclusão social foi associada a um aumento na atividade de duas regiões cerebrais.
Mais importante, voluntários que tinham mostrado os maiores índices de respostas inflamatórias após a apresentação oral apresentaram o maior aumento na atividade cerebral durante o jogo no scanner, sugerindo uma ligação entre o processamento de rejeição social no cérebro e processos inflamatórios.
Para George Slavich é fundamental perceber esta ligação entre o cérebro e o desencadeamento de inflamações, na medida em que será um ponto de partida para novos tratamentos de doenças como a asma, a artrite e doenças cardiovasculares.
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sábado, 3 de setembro de 2011
Stressado (a)?! Coma Doces!
O stress é um fator cada vez mais presente na vida cotidiana de quase todos. As pressões do dia a dia, as cobranças e os problemas geram uma tensão muito acentuada nas pessoas, e a maioria delas não tem uma situação emocional e psicológica estável o suficiente para aguentar tais pressões. Com isso vários males são acometidos em consequencia dessas pressões, que vão desde o stress e a ansiedade generalizada, até casos extremos, como a depressão, o transtorno bipolar, etc.
Como o stress acomete-nos a tantos males, devemos desvencilharmos dele a todo custo. Achar uma ideia que deixe-nos mais serenos. E foi o que alguns pesquisadores norte americanos fizeram. Um estudo foi realizado na Universidade de Cincinnati em cima disso, os pesquisdores descobriram que as relações sexuais (tema que ficara para uma próxima postagem) e o consumo de doces são eficientes no combate ao stress.
Como o stress acomete-nos a tantos males, devemos desvencilharmos dele a todo custo. Achar uma ideia que deixe-nos mais serenos. E foi o que alguns pesquisadores norte americanos fizeram. Um estudo foi realizado na Universidade de Cincinnati em cima disso, os pesquisdores descobriram que as relações sexuais (tema que ficara para uma próxima postagem) e o consumo de doces são eficientes no combate ao stress.
Foram feitos vários testes, e estes comprovaram que a ingestão de alimentos com sabor doce acentuado reduz a frequência cardíaca, e também são capazes de diminuir o nível de hormônios ligados ao stress.
O doce libera substâncias da família das endorfinas no o cérebro, que dão sensação de prazer, assim como os exercícios físicos. Os doces são eficientes paliativos para o stress, porém, é preciso ter cuidado pois os doces são viciantes e, principalmente, engordam. Se exagerar na dose ao invés de resolver um problema, vai ganhar outro. Pois se tu comer doces em excesso, pode acabar engordando, e e a auto estima cairá. Os médicos afirmam que um cubo pequeno de doce já é suficiente para trazer a sensação de bem estar!
E tome cuidado, pois passado a sensação de alívio, pode causar uma ansiedade maior que a anterior, e fazer a pessoa comer ainda mais doces. Não se pode usar isso como desculpa para aliviar o stress sempre.
domingo, 14 de agosto de 2011
Ira
A Ira é o intenso e descontrolado sentimento de raiva, ódio, rancor que pode ou não gerar sentimento de vingança. É um sentimento mental que conflita o agente causador da ira e o irado.
Uma pessoa tomada pela ira, tem como sintomass principais a raiva, a cólera, agressividade exagerada. A ira torna a pessoa furiosa e descontrolada mentalmente, com o latente desejo de destruir aquilo que provocou sua ira, algo que provoca a pessoa.
As origens da ira podem ser por meticulosidade, por perfeccionismo ou até mesmo por desqualificar nossa capacidade de solucionar problemas bem como a importância desses problemas.
Basicamente, a atitude mental que está por trás da ira é "quero destruir’ ou "eu quero e você deve", e se não detivermos grande controle mental, acabamos por colocar esses pensamentos em prática, podendo acarretar consequências desastrosas.
Além de tudo, a ira aumenta o risco de saúde desde uma crise alérgica a um infarto fulminante. Estudos demonstram que pessoas que se irritam intensamente com frequência tem três vezes mais probabilidade de ter um infarto do miocárdio do que as pessoas que encaram as adversidades com mais serenidade. Pessoas iradas têm a mesma chance de ter problemas no coração que os indivíduos que fumam ou têm colesterol elevado. Dominar a ira é muito mais difícil do que controlar colesterol, diabetes, hipertensão.
Devemos sempre procuramos conhecer-mos, pois só assim saberemos lidar com nossos sentimentos e emoções. E termos em mente que fato de não agirmos com violência diante de certas situações não quer dizer que perdemos a "luta", mas é uma forma muito ativa para vencê-la.
"Saber calar na hora do aborrecimento e da irritação é grande sabedoria e mansidão!"
Uma pessoa tomada pela ira, tem como sintomass principais a raiva, a cólera, agressividade exagerada. A ira torna a pessoa furiosa e descontrolada mentalmente, com o latente desejo de destruir aquilo que provocou sua ira, algo que provoca a pessoa.
As origens da ira podem ser por meticulosidade, por perfeccionismo ou até mesmo por desqualificar nossa capacidade de solucionar problemas bem como a importância desses problemas.
Basicamente, a atitude mental que está por trás da ira é "quero destruir’ ou "eu quero e você deve", e se não detivermos grande controle mental, acabamos por colocar esses pensamentos em prática, podendo acarretar consequências desastrosas.
Além de tudo, a ira aumenta o risco de saúde desde uma crise alérgica a um infarto fulminante. Estudos demonstram que pessoas que se irritam intensamente com frequência tem três vezes mais probabilidade de ter um infarto do miocárdio do que as pessoas que encaram as adversidades com mais serenidade. Pessoas iradas têm a mesma chance de ter problemas no coração que os indivíduos que fumam ou têm colesterol elevado. Dominar a ira é muito mais difícil do que controlar colesterol, diabetes, hipertensão.
Devemos sempre procuramos conhecer-mos, pois só assim saberemos lidar com nossos sentimentos e emoções. E termos em mente que fato de não agirmos com violência diante de certas situações não quer dizer que perdemos a "luta", mas é uma forma muito ativa para vencê-la.
"Saber calar na hora do aborrecimento e da irritação é grande sabedoria e mansidão!"
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terça-feira, 9 de agosto de 2011
Cadê meu Tesão?
O urologista Márcio Carvalho, do Centro de Informações e Estudos sobre a Sexualidade de Maringá (Ciesma), explica que os homens também são afetados pela perda de libido e, mais uma vez, isso não representa, necessariamente, a falta de amor pela parceira.
De acordo com o especialista, basicamente existem quatro fatores que provocam a falta do desejo no homem: “O primeiro é o desequilíbrio hormonal ou a andropausa (mais corretamente distúrbio androgênico do envelhecimento masculino), que acarreta na perda parcial ou mesmo completa do desejo sexual, associado com perda das fantasias ou pensamentos ligados ao sexo e disfunção erétil (impotência)”, explica.
“O indivíduo fica até meses sem sexo e não sente falta, e é a esposa que vai procurá-lo. Em algumas vezes a potência sexual até está presente, ou seja, ele faz sexo ‘empurrado’ pela parceira, mas sem desejo algum”.
O segundo bloqueio da libido pode vir de problemas emocionais como tristeza e depressão. Nesta situação, a pessoa não quer nada que lhe dê prazer, não quer se divertir, se alimentar ou fazer sexo.
A terceira causa da ausência de libido pode estar relacionada ao uso de remédios contra a depressão ou a ansiedade. “Muitas vezes o paciente está tomando o medicamento e não percebe a perda do desejo até que a esposa começa a chamar a atenção dele”, afirma Carvalho.
É uma situação difícil, porque somente com a interrupção do tratamento ele vai recuperar o desejo, mas se não tratar o problema (depressão/ansiedade) também terá comprometido a libido”.
Outra causa provável da falta de interesse sexual é o desgaste emocional causado pela crise no relacionamento, inclusive com a perda da libido de ambos.
O médico alerta também para o uso de medicamentos como o Viagra, que não devem ser usados com intenção de ‘acordar’ o apetite sexual. Eles são destinados para quem tem problemas de ereção e só funcionam com o desejo presente.
“Se não houver desejo, o estimulante é inútil”, enfatiza o urologista. A solução para a perda do desejo sexual é trabalhar na fonte ou na raiz do problema, somente assim o tratamento vai surtir o efeito esperado.
O tratamento mais eficiente para retomar o desejo sexual é o multidisciplinar. O apoio de médicos e psicólogos ajuda o paciente a superar problemas físicos e emocionais que causam a perda da libido. Os parceiros são o segundo grupo mais afetado pelos males que causam a perda de desejo sexual, por isso mesmo é fundamental que participem do tratamento. O apoio da pessoa amada e a chance que o paciente tem de expressar o que sente e ouvir o parceiro podem ajudar e muito para que os dois encarem com mais tranquilidade o processo de cura.
O paciente com perda da libido, seja homem ou mulher, por períodos prolongados deve buscar ajuda. Segundo a sexóloga Eliane Maio, o paciente deve passar por médicos que possam examiná-lo, neste caso, analisar o aspecto da saúde física do paciente. Depois desta análise, verifica-se quais seriam os fatores; se os físicos estiverem organizados, trata-se os emocionais que possam estar bloqueando o desejo.
A anorexia sexual e males similares são diferentes da situação em que a pessoa perde o desejo apenas pelo parceiro. No segundo caso, a terapia de casal ajuda a esclarecer os pontos de atrito e, se for do interesse de ambos, recuperar a afetividade na relação. Seja qual for a situação, a cura começa com uma conversa sincera com o parceiro.
Baseado em postagem do site Sabor de Sedução
De acordo com o especialista, basicamente existem quatro fatores que provocam a falta do desejo no homem: “O primeiro é o desequilíbrio hormonal ou a andropausa (mais corretamente distúrbio androgênico do envelhecimento masculino), que acarreta na perda parcial ou mesmo completa do desejo sexual, associado com perda das fantasias ou pensamentos ligados ao sexo e disfunção erétil (impotência)”, explica.
“O indivíduo fica até meses sem sexo e não sente falta, e é a esposa que vai procurá-lo. Em algumas vezes a potência sexual até está presente, ou seja, ele faz sexo ‘empurrado’ pela parceira, mas sem desejo algum”.
O segundo bloqueio da libido pode vir de problemas emocionais como tristeza e depressão. Nesta situação, a pessoa não quer nada que lhe dê prazer, não quer se divertir, se alimentar ou fazer sexo.
A terceira causa da ausência de libido pode estar relacionada ao uso de remédios contra a depressão ou a ansiedade. “Muitas vezes o paciente está tomando o medicamento e não percebe a perda do desejo até que a esposa começa a chamar a atenção dele”, afirma Carvalho.
É uma situação difícil, porque somente com a interrupção do tratamento ele vai recuperar o desejo, mas se não tratar o problema (depressão/ansiedade) também terá comprometido a libido”.
Outra causa provável da falta de interesse sexual é o desgaste emocional causado pela crise no relacionamento, inclusive com a perda da libido de ambos.
O médico alerta também para o uso de medicamentos como o Viagra, que não devem ser usados com intenção de ‘acordar’ o apetite sexual. Eles são destinados para quem tem problemas de ereção e só funcionam com o desejo presente.
“Se não houver desejo, o estimulante é inútil”, enfatiza o urologista. A solução para a perda do desejo sexual é trabalhar na fonte ou na raiz do problema, somente assim o tratamento vai surtir o efeito esperado.
O tratamento mais eficiente para retomar o desejo sexual é o multidisciplinar. O apoio de médicos e psicólogos ajuda o paciente a superar problemas físicos e emocionais que causam a perda da libido. Os parceiros são o segundo grupo mais afetado pelos males que causam a perda de desejo sexual, por isso mesmo é fundamental que participem do tratamento. O apoio da pessoa amada e a chance que o paciente tem de expressar o que sente e ouvir o parceiro podem ajudar e muito para que os dois encarem com mais tranquilidade o processo de cura.
O paciente com perda da libido, seja homem ou mulher, por períodos prolongados deve buscar ajuda. Segundo a sexóloga Eliane Maio, o paciente deve passar por médicos que possam examiná-lo, neste caso, analisar o aspecto da saúde física do paciente. Depois desta análise, verifica-se quais seriam os fatores; se os físicos estiverem organizados, trata-se os emocionais que possam estar bloqueando o desejo.
A anorexia sexual e males similares são diferentes da situação em que a pessoa perde o desejo apenas pelo parceiro. No segundo caso, a terapia de casal ajuda a esclarecer os pontos de atrito e, se for do interesse de ambos, recuperar a afetividade na relação. Seja qual for a situação, a cura começa com uma conversa sincera com o parceiro.
Baseado em postagem do site Sabor de Sedução
domingo, 7 de agosto de 2011
Infertilidade Masculina
A incapacidade de ter filhos, conhecida como infertilidade é um fantasma que assombra muitos casais. Tentativas frequentes sempre frustradas, deixam o casal frágil, e podem até abalar a relação.
Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, o problema nem sempre está com as mulheres. Os homens também podem ter problemas e disfunções.
Estudos atuais têm demonstrado que aproximadamente 20% dos casais apresentam problemas de infertilidade. E destes, cerca de 40% dos casos se devem à fatores masculinos e estão ligados a produção dos espermatozóides. As estatísticas mostram que entre as causas conhecidas, as mais freqüentes são a varicocele (70%), processos inflamatórios (20%) e a disfunção hormonal (10%).
E a infertilidade não necessariamente tem haver com a idade, ela não é um fator determinante para o homem deixar de poder ter filhos. A sua fertilidade é minada por outros problemas. Os principais são:
- Infecções e inflamações: Quando atingem as vesículas seminais ou a próstata - as glândulas responsáveis pela produção do líquido seminal -podem alterar as características químicas do sêmen ou possibilitar a ação direta de microorganismos sobre ele. Existe ainda o risco desses processos se alastrarem para os testículos ou para os canais que transportam os espermatozóides e o próprio líquido seminal. Seja qual for o caso, o efeito é o mesmo: infecções e inflamações afetam a mobilidade dos espermatozóides, podendo até imobiliza-los por completo. Além disso, podem obstruir os canais que conduzem os espermatozóides, impedindo sua liberação para o sistema genital feminino.
- Alterações hormonais: Predisposição genética, tumores, medicamentos - como os de controle da hipertensão - e certas doenças podem alterar o equilíbrio hormonal masculino, com reflexos diretos sobre a fertilidade. A baixa produção de testosterona, por exemplo, um dos problemas mais comuns, reduz a produção de espermatozóides e afeta sua qualidade.
- Anomalias genéticas: Podem haver anomalias nos cromossomos ou mesmo nos genes. O diagnóstico deste problema é feito através do DGP (diagnóstico genético pré-implantacional).
- Quantidade e qualidade dos espermatozóides: Diminuição da quantidade, assim como alterações da qualidade ou da forma dos espermatozóides são responsáveis por 90% dos casos de infertilidade masculina. Denomina-se oligozoospermia a contagem de espermatozóides abaixo de 20 milhões/ml de sêmen. Já a ausência de espermatozóide no sêmen é chamada de azoospermia.
- Varicocele: Trata-se da formação de varizes nas veias da região escrotal, onde estão alojados os testículos. As dilatações dessas veias prejudicam o fluxo sanguíneo local, a troca de nutrientes e levam ao acúmulo de substâncias tóxicas e ao aumento de temperatura. Esses fatores produzem oligozoospermia - a diminuição do volume de produção dos espermatozóides e de sua qualidade.
- Distúbios imunológicos: Em condições normais, os espermatozóides permanecem confinados no interior dos testículos, sem contato com a circulação sanguínea. Mas traumas, infecções ou vasectomia podem romper esse isolamento, fazendo com que o próprio organismo, por identificá-los como agentes externos, produza anticorpos para combater os espermatozóides.
- Fatores externos: O homem deve levar uma vida saudável, pois má alimentação, consumo de álcool, tabaco e stress também podem interferir com a sua fertilidade.
Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, o problema nem sempre está com as mulheres. Os homens também podem ter problemas e disfunções.
Estudos atuais têm demonstrado que aproximadamente 20% dos casais apresentam problemas de infertilidade. E destes, cerca de 40% dos casos se devem à fatores masculinos e estão ligados a produção dos espermatozóides. As estatísticas mostram que entre as causas conhecidas, as mais freqüentes são a varicocele (70%), processos inflamatórios (20%) e a disfunção hormonal (10%).
E a infertilidade não necessariamente tem haver com a idade, ela não é um fator determinante para o homem deixar de poder ter filhos. A sua fertilidade é minada por outros problemas. Os principais são:
- Infecções e inflamações: Quando atingem as vesículas seminais ou a próstata - as glândulas responsáveis pela produção do líquido seminal -podem alterar as características químicas do sêmen ou possibilitar a ação direta de microorganismos sobre ele. Existe ainda o risco desses processos se alastrarem para os testículos ou para os canais que transportam os espermatozóides e o próprio líquido seminal. Seja qual for o caso, o efeito é o mesmo: infecções e inflamações afetam a mobilidade dos espermatozóides, podendo até imobiliza-los por completo. Além disso, podem obstruir os canais que conduzem os espermatozóides, impedindo sua liberação para o sistema genital feminino.
- Alterações hormonais: Predisposição genética, tumores, medicamentos - como os de controle da hipertensão - e certas doenças podem alterar o equilíbrio hormonal masculino, com reflexos diretos sobre a fertilidade. A baixa produção de testosterona, por exemplo, um dos problemas mais comuns, reduz a produção de espermatozóides e afeta sua qualidade.
- Anomalias genéticas: Podem haver anomalias nos cromossomos ou mesmo nos genes. O diagnóstico deste problema é feito através do DGP (diagnóstico genético pré-implantacional).
- Quantidade e qualidade dos espermatozóides: Diminuição da quantidade, assim como alterações da qualidade ou da forma dos espermatozóides são responsáveis por 90% dos casos de infertilidade masculina. Denomina-se oligozoospermia a contagem de espermatozóides abaixo de 20 milhões/ml de sêmen. Já a ausência de espermatozóide no sêmen é chamada de azoospermia.
- Varicocele: Trata-se da formação de varizes nas veias da região escrotal, onde estão alojados os testículos. As dilatações dessas veias prejudicam o fluxo sanguíneo local, a troca de nutrientes e levam ao acúmulo de substâncias tóxicas e ao aumento de temperatura. Esses fatores produzem oligozoospermia - a diminuição do volume de produção dos espermatozóides e de sua qualidade.
- Distúbios imunológicos: Em condições normais, os espermatozóides permanecem confinados no interior dos testículos, sem contato com a circulação sanguínea. Mas traumas, infecções ou vasectomia podem romper esse isolamento, fazendo com que o próprio organismo, por identificá-los como agentes externos, produza anticorpos para combater os espermatozóides.
- Fatores externos: O homem deve levar uma vida saudável, pois má alimentação, consumo de álcool, tabaco e stress também podem interferir com a sua fertilidade.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
As Cores
As cores influenciam psicologicamente os seres humanos de várias maneiras. Pois elas são captadas através de sua frequência eletromagnética. Quando optamos por uma cor, devemos ter em mente que essa escolha provoca diversas reações em todos que a veja positiva ou negativamente, dependendo da sua utilização.
Na residência, as cores podem influenciar muito na harmonia de quem vive dentro dela. Para cada tipo de ambiente é recomendável usar uma cor, porém a combinação delas depende muito do gosto de cada pessoa. Veja quais cores são mais indicadas para sua situação:
- Violeta. É indicado para ambientes que favorecem a criatividade, pois representa poder e riqueza. O local fica elegante com essa cor que propicia inovações e mudanças.
- Azul: Representa tranqüilidade, harmonia, é ideal pintar paredes de quartos e locais de descando, pois ajuda a relaxar e adormecer.
- Verde: Essa cor representa a esperança e a cura, por isso, a preferência é para ambientes com pessoas enfermas.
- Amarelo. Representa o aumento de apetite. Por isso, não combina em cozinha ou sala de jantar. Os melhores ambientes para essa cor são o escritório ou a sala de trabalho.
- Laranja. É comum usar essa cor em salas de estudos, escritórios e quartos, pois eleva a criatividade.
- Vermelho. Estimula a alegria e a vitalidade, porém essa cor fica muito carregada nas paredes. Evite usá-la em paredes ou em grande quantidade em quartos.
- Rosa: O rosa fica sofisticado, belo e elegante em qualquer ambiente da casa, traz tranqüilidade, conforto e aconchego.
É importante lembrar que as cores suaves ficam bem nas paredes e as cores fortes para os objetos. Sendo assim, evite os tons muito concentrados nas paredes.
Na residência, as cores podem influenciar muito na harmonia de quem vive dentro dela. Para cada tipo de ambiente é recomendável usar uma cor, porém a combinação delas depende muito do gosto de cada pessoa. Veja quais cores são mais indicadas para sua situação:
- Violeta. É indicado para ambientes que favorecem a criatividade, pois representa poder e riqueza. O local fica elegante com essa cor que propicia inovações e mudanças.
- Azul: Representa tranqüilidade, harmonia, é ideal pintar paredes de quartos e locais de descando, pois ajuda a relaxar e adormecer.
- Verde: Essa cor representa a esperança e a cura, por isso, a preferência é para ambientes com pessoas enfermas.
- Amarelo. Representa o aumento de apetite. Por isso, não combina em cozinha ou sala de jantar. Os melhores ambientes para essa cor são o escritório ou a sala de trabalho.
- Laranja. É comum usar essa cor em salas de estudos, escritórios e quartos, pois eleva a criatividade.
- Vermelho. Estimula a alegria e a vitalidade, porém essa cor fica muito carregada nas paredes. Evite usá-la em paredes ou em grande quantidade em quartos.
- Rosa: O rosa fica sofisticado, belo e elegante em qualquer ambiente da casa, traz tranqüilidade, conforto e aconchego.
É importante lembrar que as cores suaves ficam bem nas paredes e as cores fortes para os objetos. Sendo assim, evite os tons muito concentrados nas paredes.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Psicopatia
O termo “psicopata” caiu na boca do povo, embora na maioria das vezes seja usado de forma equivocada. Na verdade, poucos transtornos são tão incompreendidos quanto a personalidade psicopática. Descrita pela primeira vez em 1941 pelo psiquiatra americano Hervey M. Cleckley, do Medical College da Geórgia, a psicopatia consiste num conjunto de comportamentos e traços de personalidade específicos. Encantadoras à primeira vista, essas pessoas geralmente causam boa impressão e são tidas como “normais” pelos que as conhecem superficialmente.
No entanto, costumam ser egocêntricas, desonestas e indignas de confiança. Com freqüência adotam comportamentos irresponsáveis sem razão aparente, exceto pelo fato de se divertirem com o sofrimento alheio. Os psicopatas não sentem culpa. Nos relacionamentos amorosos são insensíveis e detestam compromisso. Sempre têm desculpas para seus descuidos, em geral culpando outras pessoas. Raramente aprendem com seus erros ou conseguem frear impulsos.
Não é de surpreender, portanto, que haja um grande número de psicopatas nas prisões. Estudos indicam que cerca de 25% dos prisioneiros americanos se enquadram nos critérios diagnósticos para psicopatia. No entanto, as pesquisas sugerem também que uma quantidade considerável dessas pessoas está livre. Alguns pesquisadores acreditam que muitos sejam bem-sucedidos profissionalmente e ocupem posições de destaque na política, nos negócios ou nas artes.
Especialistas garantem que a maioria dos psicopatas é homem, mas os motivos para esta desproporção entre os sexos são desconhecidos. A freqüência na população é aparentemente a mesma no Ocidente e no Oriente, inclusive em culturas menos expostas às mídias modernas. Em um estudo de 1976 a antropóloga americana Jane M. Murphy, na época na Universidade Harvard, analisou um grupo indígena, conhecido como inuíte, que vive no norte do Canadá, próximo ao estreito de Bering. Falantes do yupik, eles usam o termo kunlangeta para descrever “um homem que mente de forma contumaz, trapaceia e rouba coisas e (...) se aproveita sexualmente de muitas mulheres; alguém que não se presta a reprimendas e é sempre trazido aos anciãos para ser punido”. Quando Murphy perguntou a um inuit o que o grupo normalmente faria com um kunlangeta, ele respondeu: “Alguém o empurraria para a morte quando ninguém estivesse olhando”.
O instrumento mais usado entre os especialistas para diagnosticar a psicopatia é o teste Psychopathy checklist-revised (PCL-R), desenvolvido pelo psicólogo canadense Robert D. Hare, da Universidade da Colúmbia Britânica. O método inclui uma entrevista padronizada com os pacientes e o levantamento do seu histórico pessoal, inclusive dos antecedentes criminais. O PCL-R revela três grandes grupos de características que geralmente aparecem sobrepostas, mas podem ser analisadas separadamente: deficiências de caráter (como sentimento de superioridade e megalomania), ausência de culpa ou empatia e comportamentos impulsivos ou criminosos (incluindo promiscuidade sexual e prática de furtos).
Três mitos
Apesar das pesquisas realizadas nas últimas décadas, três grandes equívocos sobre o conceito de psicopatia persistem entre os leigos. O primeiro é a crença de que todos os psicopatas são violentos.
Estudos coordenados por diversos pesquisadores, entre eles o psicólogo americano Randall T. Salekin, da Universidade do Alabama, indicam que, de fato, é comum que essas pessoas recorram à violência física e sexual. Além disso, alguns serial killers já acompanhados manifestavam muitos traços psicopáticos, como a capacidade de encantar o interlocutor desprevenido e a total ausência de culpa e empatia. No entanto, a maioria dos psicopatas não é violenta e grande parte das pessoas violentas não é psicopata.
Dias depois do incidente da Universidade Virginia Tech, em 16 de abril de 2007, em que o estudante Seung-Hui Cho cometeu vários assassinatos e depois se suicidou, muitos jornalistas descreveram o assassino como “psicopata”. O rapaz, porém, exibia poucos traços de psicopatia. Quem o conheceu descreveu o jovem como extremamente tímido e retraído.
Infelizmente, a quarta edição do Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais (DSM-IV-TR) reforça ainda mais a confusão entre psicopatia e violência. Nele o transtorno de personalidade anti-social (TPAS), caracterizado por longo histórico de comportamento criminoso e muitas vezes agressivo, é considerado sinônimo de psicopatia. Porém, comprovadamente há poucas coincidências entre as duas condições.
O segundo mito diz que todos os psicopatas sofrem de psicose. Ao contrário dos casos de pessoas com transtornos psicóticos, em que é freqüente a perda de contato com a realidade, os psicopatas são quase sempre muito racionais. Eles sabem muito bem que suas ações imprudentes ou ilegais são condenáveis pela sociedade, mas desconsideram tal fato com uma indiferença assustadora. Além disso, os psicóticos raramente são psicopatas.
O terceiro equívoco em relação ao conceito de psicopatia está na suposição de que é um problema sem tratamento. No seriado Família Soprano, dra. Melfi, a psiquiatra que acompanha o mafioso Tony Soprano, encerra o tratamento psicoterápico porque um colega a convence de que o paciente era um psicopata clássico e, portanto, intratável. Diversos comportamentos de Tony, entretanto, como a lealdade à família e o apego emocional a um grupo de patos que ocuparam a sua piscina, tornam a decisão da terapeuta injustificável.
Embora os psicopatas raramente se sintam motivados para buscar tratamento, uma pesquisa feita pela psicóloga Jennifer Skeem, da Universidade da Califórnia em Irvine, sugere que essas pessoas podem se beneficiar da psicoterapia como qualquer outra. Mesmo que seja muito difícil mudar comportamentos psicopatas, a terapia pode ajudar a pessoa a respeitar regras sociais e prevenir atos criminosos.
Por Scott O. Lilienfeld e Hal Arkowitz
No entanto, costumam ser egocêntricas, desonestas e indignas de confiança. Com freqüência adotam comportamentos irresponsáveis sem razão aparente, exceto pelo fato de se divertirem com o sofrimento alheio. Os psicopatas não sentem culpa. Nos relacionamentos amorosos são insensíveis e detestam compromisso. Sempre têm desculpas para seus descuidos, em geral culpando outras pessoas. Raramente aprendem com seus erros ou conseguem frear impulsos.
Não é de surpreender, portanto, que haja um grande número de psicopatas nas prisões. Estudos indicam que cerca de 25% dos prisioneiros americanos se enquadram nos critérios diagnósticos para psicopatia. No entanto, as pesquisas sugerem também que uma quantidade considerável dessas pessoas está livre. Alguns pesquisadores acreditam que muitos sejam bem-sucedidos profissionalmente e ocupem posições de destaque na política, nos negócios ou nas artes.
Especialistas garantem que a maioria dos psicopatas é homem, mas os motivos para esta desproporção entre os sexos são desconhecidos. A freqüência na população é aparentemente a mesma no Ocidente e no Oriente, inclusive em culturas menos expostas às mídias modernas. Em um estudo de 1976 a antropóloga americana Jane M. Murphy, na época na Universidade Harvard, analisou um grupo indígena, conhecido como inuíte, que vive no norte do Canadá, próximo ao estreito de Bering. Falantes do yupik, eles usam o termo kunlangeta para descrever “um homem que mente de forma contumaz, trapaceia e rouba coisas e (...) se aproveita sexualmente de muitas mulheres; alguém que não se presta a reprimendas e é sempre trazido aos anciãos para ser punido”. Quando Murphy perguntou a um inuit o que o grupo normalmente faria com um kunlangeta, ele respondeu: “Alguém o empurraria para a morte quando ninguém estivesse olhando”.
O instrumento mais usado entre os especialistas para diagnosticar a psicopatia é o teste Psychopathy checklist-revised (PCL-R), desenvolvido pelo psicólogo canadense Robert D. Hare, da Universidade da Colúmbia Britânica. O método inclui uma entrevista padronizada com os pacientes e o levantamento do seu histórico pessoal, inclusive dos antecedentes criminais. O PCL-R revela três grandes grupos de características que geralmente aparecem sobrepostas, mas podem ser analisadas separadamente: deficiências de caráter (como sentimento de superioridade e megalomania), ausência de culpa ou empatia e comportamentos impulsivos ou criminosos (incluindo promiscuidade sexual e prática de furtos).
Três mitos
Apesar das pesquisas realizadas nas últimas décadas, três grandes equívocos sobre o conceito de psicopatia persistem entre os leigos. O primeiro é a crença de que todos os psicopatas são violentos.
Estudos coordenados por diversos pesquisadores, entre eles o psicólogo americano Randall T. Salekin, da Universidade do Alabama, indicam que, de fato, é comum que essas pessoas recorram à violência física e sexual. Além disso, alguns serial killers já acompanhados manifestavam muitos traços psicopáticos, como a capacidade de encantar o interlocutor desprevenido e a total ausência de culpa e empatia. No entanto, a maioria dos psicopatas não é violenta e grande parte das pessoas violentas não é psicopata.
Dias depois do incidente da Universidade Virginia Tech, em 16 de abril de 2007, em que o estudante Seung-Hui Cho cometeu vários assassinatos e depois se suicidou, muitos jornalistas descreveram o assassino como “psicopata”. O rapaz, porém, exibia poucos traços de psicopatia. Quem o conheceu descreveu o jovem como extremamente tímido e retraído.
Infelizmente, a quarta edição do Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais (DSM-IV-TR) reforça ainda mais a confusão entre psicopatia e violência. Nele o transtorno de personalidade anti-social (TPAS), caracterizado por longo histórico de comportamento criminoso e muitas vezes agressivo, é considerado sinônimo de psicopatia. Porém, comprovadamente há poucas coincidências entre as duas condições.
O segundo mito diz que todos os psicopatas sofrem de psicose. Ao contrário dos casos de pessoas com transtornos psicóticos, em que é freqüente a perda de contato com a realidade, os psicopatas são quase sempre muito racionais. Eles sabem muito bem que suas ações imprudentes ou ilegais são condenáveis pela sociedade, mas desconsideram tal fato com uma indiferença assustadora. Além disso, os psicóticos raramente são psicopatas.
O terceiro equívoco em relação ao conceito de psicopatia está na suposição de que é um problema sem tratamento. No seriado Família Soprano, dra. Melfi, a psiquiatra que acompanha o mafioso Tony Soprano, encerra o tratamento psicoterápico porque um colega a convence de que o paciente era um psicopata clássico e, portanto, intratável. Diversos comportamentos de Tony, entretanto, como a lealdade à família e o apego emocional a um grupo de patos que ocuparam a sua piscina, tornam a decisão da terapeuta injustificável.
Embora os psicopatas raramente se sintam motivados para buscar tratamento, uma pesquisa feita pela psicóloga Jennifer Skeem, da Universidade da Califórnia em Irvine, sugere que essas pessoas podem se beneficiar da psicoterapia como qualquer outra. Mesmo que seja muito difícil mudar comportamentos psicopatas, a terapia pode ajudar a pessoa a respeitar regras sociais e prevenir atos criminosos.
Por Scott O. Lilienfeld e Hal Arkowitz
terça-feira, 28 de junho de 2011
Homofóbicos têm Desejo Sexual pelo mesmo Sexo?
É ciência. No caso, a constatação de um estudo lá da Universidade de Georgia, nos EUA. Tudo bem, a pesquisa é de 15 anos atrás, mas, em vista de toda a discussão que tem rolado a respeito do casamento gay, da criminalização da homofobia e por aí vai, comentá-la ainda é relevante. “A homofobia está aparentemente associada à excitação homossexual“, apontam os pesquisadores, “que o indivíduo homofóbico desconhece ou nega“.
Antes de tudo, os especialistas perguntaram a homens heterossexuais o quão confortáveis eles se sentiam ao redor de homens gays. Com base nesses resultados, dividiram os voluntários em dois grupos: os que exibiam sinais de homofobia (com 35 participantes) e os definitivamente não-homofóbicos (neste, eram 29, no total). Aí começou o teste.
Todos os homens foram colocados em salinhas privativas para assistir a vídeos “quentes”, de quatro minutos cada: um mostrava cenas de sexo entre um homem e uma mulher; outro, entre duas mulheres; e o último, entre dois homens. Enquanto a sessão se desenrolava, um aparelho, ligado ao pênis de cada participante, media o nível de excitação sexual de cada um. A engenhoca, segundo os cientistas, era capaz de identificar a excitação sexual sem confundi-la com outros tipos de excitação (como nervosismo ou medo).
Eis os resultados: enquanto assistiam aos vídeos de sexo heterossexual ou lésbico, tanto o grupo homofóbico quanto o não-homofóbico tiveram “aumento da circunferência do pênis”. Em outras palavras, gostaram do que viram. Mas durante o filminho gay “apenas o grupo homofóbico exibiu sinais de excitação sexual“, afirma o estudo. Pois é, eles até disseram que preferiam manter distância dos gays. Mas, opa, seus pênis contaram outra história.
Fonte: Portal Abril (Super)
Antes de tudo, os especialistas perguntaram a homens heterossexuais o quão confortáveis eles se sentiam ao redor de homens gays. Com base nesses resultados, dividiram os voluntários em dois grupos: os que exibiam sinais de homofobia (com 35 participantes) e os definitivamente não-homofóbicos (neste, eram 29, no total). Aí começou o teste.
Todos os homens foram colocados em salinhas privativas para assistir a vídeos “quentes”, de quatro minutos cada: um mostrava cenas de sexo entre um homem e uma mulher; outro, entre duas mulheres; e o último, entre dois homens. Enquanto a sessão se desenrolava, um aparelho, ligado ao pênis de cada participante, media o nível de excitação sexual de cada um. A engenhoca, segundo os cientistas, era capaz de identificar a excitação sexual sem confundi-la com outros tipos de excitação (como nervosismo ou medo).
Eis os resultados: enquanto assistiam aos vídeos de sexo heterossexual ou lésbico, tanto o grupo homofóbico quanto o não-homofóbico tiveram “aumento da circunferência do pênis”. Em outras palavras, gostaram do que viram. Mas durante o filminho gay “apenas o grupo homofóbico exibiu sinais de excitação sexual“, afirma o estudo. Pois é, eles até disseram que preferiam manter distância dos gays. Mas, opa, seus pênis contaram outra história.
Fonte: Portal Abril (Super)
terça-feira, 21 de junho de 2011
Raiva pode fazer Bem
"Perder o controle" ao ficar com raiva faz bem. É o que sugere uma pesquisa de cientistas espanhóis da Universidade de Valência. De acordo com o estudo, expressar a raiva aumenta o fluxo de sangue na região do cérebro ligada à felicidade. Portanto, desabafar nos momentos de fúria é mais vantajoso para a saúde do que não demonstrar para os demais o seu descontentamento.
Durante a pesquisa, os cientistas tentaram descobrir o que acontece no corpo humano quando estamos furiosos. Para tanto, pediram a ajuda de 30 voluntários, todos homens. Em laboratório, os pesquisadores aumentaram gradualmente o nível de raiva dos participantes fazendo-os ler, em silêncio, frases que incitavam a fúria.
O cérebro dos participantes foi escaneado do começo ao fim do experimento. Após os testes, os voluntários tiveram medidos seus níveis de pressão arterial e de dois hormônios responsáveis pelo stress: a testosterona e o cortisol. O resultado da pesquisa, divulgado na publicação especializada Hormones and Behaviour, mostrou que o hemisfério esquerdo do cérebro dos voluntários era estimulado nos momentos de raiva.
O médico Neus Herrero, da Universidade de Valência, que liderou o estudo, disse que essa região costuma ser associada às emoções positivas, enquanto o lado direito é relacionado aos sentimentos ruins. "Houve ainda alterações no lóbulo frontal e temporal", explicou. O primeiro é a região cerebral que controla os centros motores e comportamentais e o segundo é responsável por controlar as emoções e a memória.
Os cientistas alertam, contudo, que sentir raiva pode trazer sérios danos ao corpo. O nível de batimento cardíaco e a pressão dos voluntários subiu quando eles ficaram furiosos. Além disso, o nível de testosterona aumentou.
Fonte: Portal Abril
Durante a pesquisa, os cientistas tentaram descobrir o que acontece no corpo humano quando estamos furiosos. Para tanto, pediram a ajuda de 30 voluntários, todos homens. Em laboratório, os pesquisadores aumentaram gradualmente o nível de raiva dos participantes fazendo-os ler, em silêncio, frases que incitavam a fúria.
O cérebro dos participantes foi escaneado do começo ao fim do experimento. Após os testes, os voluntários tiveram medidos seus níveis de pressão arterial e de dois hormônios responsáveis pelo stress: a testosterona e o cortisol. O resultado da pesquisa, divulgado na publicação especializada Hormones and Behaviour, mostrou que o hemisfério esquerdo do cérebro dos voluntários era estimulado nos momentos de raiva.
O médico Neus Herrero, da Universidade de Valência, que liderou o estudo, disse que essa região costuma ser associada às emoções positivas, enquanto o lado direito é relacionado aos sentimentos ruins. "Houve ainda alterações no lóbulo frontal e temporal", explicou. O primeiro é a região cerebral que controla os centros motores e comportamentais e o segundo é responsável por controlar as emoções e a memória.
Os cientistas alertam, contudo, que sentir raiva pode trazer sérios danos ao corpo. O nível de batimento cardíaco e a pressão dos voluntários subiu quando eles ficaram furiosos. Além disso, o nível de testosterona aumentou.
Fonte: Portal Abril
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