terça-feira, 17 de janeiro de 2012

E quando o Sexo Angustia!?

    A relação sexual é, a princípio, um ato que gera prazer. Porém, há situações em que o ato sexual é incrementado por pensamentos preocupantes e emoções perturbadoras, com isso, nos distanciamos do prazer. Há também as “disfunções” sexuais, que atrapalham na satisfação sexual de ambos. 
    A angústia sexual aparece quando a pessoa acredita que não atendeu as expectativas de seu parceiro na cama. Porém, muitas dessas expectativas são construídas socialmente e acabam sendo pouco humanas e até mecânicas. Quando você se preocupa com o “moralismo” imposto por convenções sociais, e reprime-se, a insatisfação sexual também provavelmente ocorrerá, principalmente para as mulheres. A angústia sexual detona a auto-estima de homens e mulheres.  
    Há também os casos de assédio e até abuso sexual. O Assédio Sexual inclui uma aproximação sexual não-benvinda, uma solicitação de favores sexuais ou qualquer conduta física ou verbal de natureza sexual.  E o Abuso Sexual acontece quando uma pessoa obriga a outra a ter relação seuxual com ela, mesmo que esta não consiga exito. Ambas as situações, geram, em muitos casos, traumas nas vítimas, que se não forem tratados trarão transtornos, principalmente a temas ligados ao sexo por toda a vida.
    Uma vida sexual saudável e satisfatória, é necessária a ausência de angústia, temores e culpas em torno da experiência sexual. Para isso, é preciso aprender a lidar com crenças e emoções para que se possa desenvolver uma sexualidade plena. E quando não conseguir lidar com a angústia, talvez seja a hora de procurar um especialista em sexualidade ou um terapeuta de casais.


domingo, 15 de janeiro de 2012

Consequências de uma Mentira

    Não existe nada mais devastador para um relacionamento do que a perda da confiança. A pessoa que mente, acaba com as chances de o amor dar certo. E com isso a relação nunca mais será a mesma.
    Quando a mentira entra no relacionamento, pode acabar de vez com a confiança que existia entre o casal. Quem mente passa a conviver com dois fantasmas: o da MENTIRA e o do MEDO de ser descoberto. Por mais que a gente acredite que não vai fazer mal contar uma mentirinha para o parceiro, uma coisa é certa: mentira tem pernas curtas e o mal feito nem pernas têm. E pior, não existe mentira positiva. Todas são negativas e têm poder suficiente para acabar com qualquer relacionamento, já que a base mais sólida das relações humanas é a confiança.
    A pior coisa que existe é uma pessoa descobrir que foi enganada. Por isso, mesmo que a verdade seja dolorosa, é melhor optar por ela, Assuma seu erro o mais depressa possível. Diga que mentiu, porque assim sua chance de ser perdoado é maior. É mais fácil perdoar uma fraqueza momentânea do que uma mentira. Também é mais fácil perdoar o mentiroso que assume sua fraqueza, do que perdoá-lo quando sabemos da mentira através de outra pessoa, afinal ninguém gosta de ser enganado. O relacionamento deixa de ser saudável no momento em que a mentira atravessa a relação. A partir daí o mentiroso passa a conviver com dois fantasmas: o da mentira e o do medo de ser descoberto. Talvez por isso, muita gente passe a acreditar na própria mentira. É como se, assim, pudesse se defender. Entretanto, ao ser descoberto, “bater o pé e persistir na mentira só vai piorar a situação.
O efeito desastroso da mentira
    Mentir pode causar danos irreversíveis à relação, pois o amor saudável se baseia, principalmente, na confiança. Sem confiança, não há tranqüilidade e o amor não amadurece. Quando um parceiro perde a confiança no outro, o relacionamento acaba. A sensação de sentir-se traído provoca muita dor e rompe com a parceria amorosa. O mentiroso jamais é perdoado, e aquele que foi enganado passa a desconhecer o outro, a questionar quem ele é, verdadeiramente. Diante da descoberta da traição, a pessoa passa a acreditar que seu relacionamento todo foi uma grande mentira.
Veja o que a mentira pode causar:
• Decepção: pela constatação de o parceiro não era exatamente quem a gente pensava que fosse.
• Sentimento de fracasso: pelo erro de avaliação e de ter se apaixonado por alguém que não é confiável.
• Desconfiança: é impossível permanecer num relacionamento se a capacidade de continuar apostando na relação foi destruída pela mentira.
• Ressentimento: sentir-se desconsiderado, desrespeitado e traído provoca mágoa e raiva. O ressentimento é diretamente proporcional à expectativa que se tinha sobre o parceiro.
• Desrespeito: o parceiro enganado, insconscientemente, se vinga do mentiroso e o clima entre o casal pode tornar-se hostil e perigoso.
• Desinteresse: ao ser enganado, o parceiro interrompe o afeto que era dirigido ao outro. Passa a ver o mentiroso como alguém a ser evitado.
• Ruptura: o amor não resiste. Mesmo que o sexo seja maravilhoso, também passa a ser questionado como possível encenação.

                                                                                          Fonte: Site Melhor Amiga

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Masturbação no Trabalho

    Uma pesquisa feita pelo site Glamour constatou que 31% dos homens se masturbam no trabalho. O estudo anual "1000 Men" levantou também que 31% deles o fazem quando estão visitando os pais e 10% em festas.
    O foco da pesquisa é saber o que se passa pelas cabeças dos homens, que as mulheres não têm conhecimento. Sobre qual a primeira parte do corpo que eles reparam em uma mulher, 52% disseram que são os seios.
    A mentira mais contada para levar uma mulher para a cama é de que o homem se preocupava com ela mais do que na realidade acontecia. Se eles fossem o ator Brad Pitt por um dia, 38% gostariam de passar a noite com Angelina Jolie. Entre outras constatações, a pesquisa concluiu que 39% dos homens preferem a mulher por cima na hora da cama.


                                                                         Fonte: Portal Terra

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

E quando as férias acabam


    Depois das tão desejadas e merecidas férias, é freqüente algumas pessoas sentirem algumas dificuldades em recuperar o ritmo do trabalho. Isso porque quando estamos em férias ou passamos por um feriado prolongado, os sinais temporais decorrentes dos nossos hábitos encontram-se alterados, favorecendo assim que nosso organismo expresse seus ritmos com períodos superiores a 24 horas. É por isso que tendemos, nessas épocas, a dormir e acordar em horários mais tardios. Quando retornamos à nossa rotina habitual de trabalho ou escola, sofremos por alguns dias o que se pode chamar de "adaptação" dos nossos ritmos à uma nova rotina, na qual a obediência ao ciclo de 24 horas é condição obrigatória. Ocorre que essa adaptação não é instantânea, demoramos alguns dias para completar esse ajuste. Logo, é comum sentirmos um relativo mal-estar explicável pelo fato de nossos ritmos não se ajustarem com a mesma velocidade. Mas existem maneiras simples de minimizar a situação e retornar às atividades sem sofrer tanto:
1ª: Procurar reforçar as pistas temporais ambientais, ou seja, claro e escuro, deixando as janelas abertas ao dormir (reforçando a claridade ao amanhecer) pode ser o primeiro passo. A exposição à luz solar no início da manhã também pode acelerar o reajuste.
2ª: Reconhecer que retomar horários (de trabalho, refeições) exige adaptação. Alimentação leve e regular nos dias iniciais podem minimizar a sonolência diurna e potencializar o ajuste dos relógios.
3ª: Voltar progressivamente à vida normal evitando grandes esforços nos primeiros dias ou levar trabalho para casa.
4ª: Praticar desporto é uma boa forma de aliviar as tensões, não as deixando acumular-se, para além dos benefícios que a prática desportiva traz ao organismo. Dormir sete ou oito horas por dia, para ter energia.
5ª: Mentalizar-se que o rendimento no trabalho vai aumentar ao longo dos dias, por isso, começar de forma gradual.
    A instabilidade do mercado e a necessidade dos executivos cumprirem indicadores são as principais causas que levam muitas pessoas a prescindir dos períodos de férias. No entanto, os especialistas afirmam que o descanso e uns dias longe do trabalho são benéficos e fundamentais para manter uma postura equilibrada ao longo do ano, contribuindo para o aumento da motivação e, consequentemente, da produtividade.

domingo, 8 de janeiro de 2012

Beijar na Boca é Trair?!

    Um assunto que levanta polêmicas, e sempre dá o que falar é a seguinte questão: Beijar na boca é traição?! Para muitos o ato de beijar é mais grave que a relação sexual em si. Quem comunga dessa tese, acredita que um beijo envolve mais sentimentos uma relação sexual. Já existem pessoas que acreditam que um beijo na boca não é traição. Essa é uma questão delicada!


    Comumente, encontrarmos pessoas que afirmam: “o problema não é o beijo, problema é o que vem depois”. Assim como outras acreditam que o problema começa bem antes, já naquela paquera inicial, o simples fato de você desejar outrem, eles já acreditam caracterizar uma traição.
    Vamos refletir um pouco, imagine que o seu namorado(a) foi a uma festa e beijou outra pessoa?! Qual foi o teu sentimento, o que pensou?! Você achou que foi algo sem importância, ou do momento; ou você acredita que foi infidelidade caracterizada da parte dele?! Isso vai depender de qual o seu conceito de fidelidade e lealdade, da modalidade do relacionamento de vocês, assim como de outros fatores. Porém creio que a maioria sentiu-se na segunda opção!
    Em nossa cultura, é pregada a monogamia, sendo assim relacionamentos extra conjugais, é considerado traição.E quando a pessoa sente-se, ou é, traído, na maioria das vezes a sensação é de que fomos passados para trás, enganados.


    E quando inverte-se a face da moeda?! E se for você quem sentir prazer, ou tiver costume, em trair?! A vontade de trair pode ser causada por muitos fatores. Há pessoas que traem quando algo não vai bem no relacionamento, essa situação é mais comum às mulheres. Outras traem quando algo que nada tem haver com o casal não vai bem, como uma válvula de escape. Tem também os que traem por indução  de amigos, ou das circunstâncias em que se encontram. E também há os que traem pelo simples prazer de trair, muitas pessoas, principalmente homens, sentem uma sensação inenarrável ao manterem relações extra conjugais. Além de outros motivos menos comuns.
    O fato é que nessa vida tudo, absolutamente tudo, é valido, desde que não fira e respeite a você e, principalmente, ao outro. Então quem deve definir se o beijo ou qualquer outra forma de contato é traição ou não, é você e o seu parceiro(a). Se ambos optarem por um relacionamento não aberto é imprescindível que ambos sejam fiéis, para poder dar certo, pois senão não dará, além de causar mágoas em ambos. Agora se optaram por liberdades, aí sim vocês podem ir até o ponto em foi dada tal liberdade. Independente, o importante é ser feliz!