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sábado, 21 de janeiro de 2012

Ao regressar das férias ...

    Depois das tão desejadas e merecidas férias, é freqüente algumas pessoas sentirem algumas dificuldades em recuperar o ritmo do trabalho. Isso porque quando estamos em férias ou passamos por um feriado prolongado, os sinais temporais decorrentes dos nossos hábitos encontram-se alterados, favorecendo assim que nosso organismo expresse seus ritmos com períodos superiores a 24 horas. É por isso que tendemos, nessas épocas, a dormir e acordar em horários mais tardios. Quando retornamos à nossa rotina habitual de trabalho ou escola, sofremos por alguns dias o que se pode chamar de "adaptação" dos nossos ritmos à uma nova rotina, na qual a obediência ao ciclo de 24 horas é condição obrigatória. Ocorre que essa adaptação não é instantânea, demoramos alguns dias para completar esse ajuste. Logo, é comum sentirmos um relativo mal-estar explicável pelo fato de nossos ritmos não se ajustarem com a mesma velocidade. Mas existem maneiras simples de minimizar a situação e retornar às atividades sem sofrer tanto:
1ª: Procurar reforçar as pistas temporais ambientais, ou seja, claro e escuro, deixando as janelas abertas ao dormir (reforçando a claridade ao amanhecer) pode ser o primeiro passo. A exposição à luz solar no início da manhã também pode acelerar o reajuste.
2ª: Reconhecer que retomar horários (de trabalho, refeições) exige adaptação. Alimentação leve e regular nos dias iniciais podem minimizar a sonolência diurna e potencializar o ajuste dos relógios.
3ª: Voltar progressivamente à vida normal evitando grandes esforços nos primeiros dias ou levar trabalho para casa.
4ª: Praticar desporto é uma boa forma de aliviar as tensões, não as deixando acumular-se, para além dos benefícios que a prática desportiva traz ao organismo. Dormir sete ou oito horas por dia, para ter energia.
 5ª: Mentalizar-se que o rendimento no trabalho vai aumentar ao longo dos dias, por isso, começar de forma gradual.


    A instabilidade do mercado e a necessidade dos executivos cumprirem indicadores são as principais causas que levam muitas pessoas a prescindir dos períodos de férias. No entanto, os especialistas afirmam que o descanso e uns dias longe do trabalho são benéficos e fundamentais para manter uma postura equilibrada ao longo do ano, contribuindo para o aumento da motivação e, consequentemente, da produtividade.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

E quando as férias acabam


    Depois das tão desejadas e merecidas férias, é freqüente algumas pessoas sentirem algumas dificuldades em recuperar o ritmo do trabalho. Isso porque quando estamos em férias ou passamos por um feriado prolongado, os sinais temporais decorrentes dos nossos hábitos encontram-se alterados, favorecendo assim que nosso organismo expresse seus ritmos com períodos superiores a 24 horas. É por isso que tendemos, nessas épocas, a dormir e acordar em horários mais tardios. Quando retornamos à nossa rotina habitual de trabalho ou escola, sofremos por alguns dias o que se pode chamar de "adaptação" dos nossos ritmos à uma nova rotina, na qual a obediência ao ciclo de 24 horas é condição obrigatória. Ocorre que essa adaptação não é instantânea, demoramos alguns dias para completar esse ajuste. Logo, é comum sentirmos um relativo mal-estar explicável pelo fato de nossos ritmos não se ajustarem com a mesma velocidade. Mas existem maneiras simples de minimizar a situação e retornar às atividades sem sofrer tanto:
1ª: Procurar reforçar as pistas temporais ambientais, ou seja, claro e escuro, deixando as janelas abertas ao dormir (reforçando a claridade ao amanhecer) pode ser o primeiro passo. A exposição à luz solar no início da manhã também pode acelerar o reajuste.
2ª: Reconhecer que retomar horários (de trabalho, refeições) exige adaptação. Alimentação leve e regular nos dias iniciais podem minimizar a sonolência diurna e potencializar o ajuste dos relógios.
3ª: Voltar progressivamente à vida normal evitando grandes esforços nos primeiros dias ou levar trabalho para casa.
4ª: Praticar desporto é uma boa forma de aliviar as tensões, não as deixando acumular-se, para além dos benefícios que a prática desportiva traz ao organismo. Dormir sete ou oito horas por dia, para ter energia.
5ª: Mentalizar-se que o rendimento no trabalho vai aumentar ao longo dos dias, por isso, começar de forma gradual.
    A instabilidade do mercado e a necessidade dos executivos cumprirem indicadores são as principais causas que levam muitas pessoas a prescindir dos períodos de férias. No entanto, os especialistas afirmam que o descanso e uns dias longe do trabalho são benéficos e fundamentais para manter uma postura equilibrada ao longo do ano, contribuindo para o aumento da motivação e, consequentemente, da produtividade.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Emprego Ruim é pior que o Desemprego

    Você sabia que para sua cabeça um "mau" emprego é pior que estar desempregado, pois é! Um estudo realizado por cientistas do Centro de Pesquisa em Saúde Mental, da Australian National University, de Camberra, concluiu que ter um emprego ruim é mais prejudicial para a saúde mental do que estar sem nenhum emprego, como publicado no periódico científico Occupational and Environmental Medicine.


    Na pesquisa foram acompanhados mais de sete mil australianos durante sete anos, e nela constatou-se que os desempregados mostravam-se sempre mais calmos, felizes e menos ansiosos apenas se o emprego que conseguiam fosse recompensador e administrável. Caso contrário suas mentes ficavam mais atormentadas do que enquanto eles estavam desempregados.
    Os desempregados que foram contratados para trabalhos ruins, tiveram seus níveis de depressão e ansiedade muito mais elevados, contrariando a ideia que qualquer emprego é melhor do que estar parado. Segundo Robert Hogan, especialista da Universidade de Tulsa, nos Estados Unidos, "chefes ruins fazem qualquer pessoa infeliz e o estresse começa nestes gerentes ruins", dentre outros.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Dê a volta por cima.


      Perder um emprego, um grande amor, uma posição ou um negócio, infelizmente faz parte da vida. Mas, em vez de ficar lamentando, chorando por causa do leite derramado, reconheça a queda e não desanime: levante, sacuda a poeira e dê a volta por cima.

       Algumas situações na vida nos deixam a sensação de termos sido roubados, como se algo muito importante tivesse sido arrancado de nós, um pedaço, um pouco do ar que respiramos. Ficamos impotentes, desamparados, achando que não sabemos mais com quem contar e o que fazer.

      DETERMINAÇÃO: Esta é a palavra que diferencia as pessoas que são capazes de se levantar após um grande trauma e as que não conseguem sair do chamado fundo do poço. A capacidade de superar as adversidades da vida e até tirar proveito delas não é um dom, mas uma qualidade de quem tem resistência (a palavra tem sonoridade estranha e significado pouco conhecido, mas pode fazer a diferença na sua vida).

15 DICAS para dar a volta por cima: 

1. Seja 100% otimista: visualize sempre um futuro bom.

2. Transforme uma queda em aprendizado.

3. Elimine as dúvidas e acredite que você pode TUDO!

4. Apure o seu senso de humor para desarmar os pessimistas.

5.  Mentalize, sempre, seus projetos de vida, mesmo que não possam ser colocados em prática imediatamente.

6. Aproveite o tempo e amplie seus conhecimentos.       
                             
7. Descubra novos dons. Use a criatividade e quebre a rotina.

8. Nunca é tarde para viver um novo amor: mude o visual e creia que a "cara metade" vai aparecer.

9. Estabeleça um objetivo a curto prazo - e outro a longo - para todas as áreas da sua vida.

10. Pratique esporte para aumentar a disposição. O que vai proporcionar maior sensação de bem-estar.

11. Abra os olhos e examine a sua relação com o dinheiro. Procure manter as finanças em dia.

12. Olhe para dentro de você! Elimine as dúvidas que insistem em perseguir os seus ideais.

13. Destaque-se no trabalho: mostre que pode assumir novas responsabilidades.

14. Aproxime-se de pessoas que podem representar coragem e estímulo. Não espere que alguém vá ao fundo do poço para resgatá-lo.

15. Avalie os erros e torne-se um "sobrevivente" com seus próprios recursos.

“Os ventos que as vezes tiram
algo que amamos, são os
mesmos que trazem algo que
aprendemos a amar...
Por isso não devemos chorar
pelo que nos foi tirado e sim,
aprender a amar o que nos foi
dado.Pois tudo aquilo que é
realmente nosso, nunca se vai
para sempre...”
Bob Marley



Fênix: símbolo do renascimento

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

O dinheiro está faltando? Estique-o

    Se você comprou um bem de consumo e está liquidando a sua dívida em prestações mensais, sabe que precisa apertar o cinto para conseguir sobreviver com o que sobra do seu salário. Nessas horas, a ordem é economizar. Veja alguns conselhos para você “esticar” o seu dinheirinho.
1º: Não esqueça de que você precisa poupar. Mude a sua atitude e revise os seus gastos, além de cortar as despesas.
2º: Imponha limites. Somente você sabe quanto dinheiro é preciso para administrar as suas contas. Fique de olho na sua conta bancária, não espere até ficar sem reservas ou sem fundos no cartão de crédito para se preocupar.
3º: Procure o equilíbrio entre privação e excessos. A idéia não é se privar das compras, mas você deve gastar de acordo com o que você ganha.
4º: Elimine as compras diárias que não são necessárias. Planeje uma ou duas compras mensais grandes no mercado ou, melhor ainda, em um supermercado de atacado.
5º: Aproveite as promoções e descontos para comprar roupas. Fique de olho nos dias de liquidações nos comércios, nas ofertas de fim de temporada, e também nos outlets das grandes grifes e nas fábricas que tenham venda direta ao consumidor final.
6º: Guarde uma parte dos seus ganhos na poupança, mesmo que não seja muito. Depois de alguns meses você vai contar com uma reservar para investir no que você quiser.
7º: Organize passeios econômicos. Aproveite as atividades gratuitas, as promoções especiais em cinemas e teatros, ou opte por passeios ao ar livre.
8º: Substitua o automóvel por outros meios de transporte, dessa maneira você vai poder reduzir custos em combustível e com a manutenção do veículo. Ande de bicicleta, a pé ou em transporte público.


    Existem muitas maneiras de manter um bom nível de vida, sem precisar se endividar ou se desesperar. Estimule a sua criatividade para colocar essas e outras ideias em prática.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Cuidado: Redes sociais podem detonar sua carreira

    Imagine a seguinte cena: você está no shopping quando alguém grita "eu odeio o meu emprego!". Improvável? Pois é mais ou menos isso que milhares de pessoas fazem o tempo todo nas chamadas redes sociais. Comunidades como "Eu já fui pro trabalho bêbado", "Eu tenho alergia a trabalho" ou "Meu chefe é um vagabundo" reúnem milhares de simpatizantes no Orkut. Queixas sobre o emprego pululam no microblog Twitter. Isso é o mesmo que gritar esta informação em um local público, correndo o risco de ser ouvido pelo atual ou futuro empregador.
    Uma analista de planejamento (anônima) aprendeu uma lição sobre como lidar com a superexposição da internet. Pouco depois de criar uma conta no Twitter, houve um remanejamento na empresa e seu departamento mudou-se de uma sala espaçosa para outra menos nobre. Ela postou uma crítica: "Mudamos da mansão para a favela aqui na empresa". Esqueceu que o chefe era um de seus seguidores e, ao ver o post, mandou uma mensagem para ela dizendo apenas "Oi". "Dias depois, o outro sócio da empresa me chamou para conversar dizendo que é preciso tomar cuidado com o que se escreve porque "as coisas voltam para a gente como um bumerangue'".
    Menos sorte teve uma norte-americana que protagonizou um dos casos mais famosos de autossabotagem via rede social. Após receber uma proposta de emprego da gigante de tecnologia Cisco, ela postou em seu microblog que teria "um salário polpudo" e um "trabalho odioso". Instantes depois, um dos funcionários da empresa respondeu que o "gerente que a contratou" adoraria saber que ela odiaria o emprego. E a consequência para a candidata (que hoje só libera seu Twitter para aprovados) foi a perda do futuro trabalho.

Razão x emoção
    Mas os cuidados não se limitam apenas aos comentários sobre o chefe e a empresa que se trabalha. A ética deve se manter até nos momentos que se está torcendo pelo time do coração. Este ano, o diretor comercial da empresa de hospedagem Locaweb e corintiano, Alex Glikas, tuitou, de forma nada respeitosa, seu contentamento com a vitória do seu time sobre o São Paulo. Os tweets "Chupa Bambizada" e "Timão Eoo" lhe custaram o emprego. A Locaweb patrocinava a camisa são-paulina no clássico. Alex apagou as mensagens, pediu desculpas à torcida adversária, mas estrago estava feito.
    O passado pode te condenar:  Compare o que escrevemos em blogs e outras redes a uma tatuagem. Você tem de analisar se aquela marca que fez na juventude será adequada aos 30, 40 ou 50 anos,  Mesmo que você não tenha postado nada de negativo sobre seu emprego, os analistas de Recursos Humanos estão de olho no seu comportamento digital. As informações pessoais tornaram-se públicas, uma vez que inseridas e disponibilizadas na internet. Isso quer dizer que qualquer pessoa pode ter acesso. Caso se identifique com alguns deles, cuidado! Pode estar na hora de mudar. Não há problemas em mostrar sua personalidade por meio desses sites de relacionamento, mas antes de tudo, use o famoso bom senso.

Confira os principais perfis 
- O preguiçoso: É aquele que diz odiar acordar cedo e assume não gostar de trabalhar. As comunidades mais comuns das quais participa são: "Eu odeio acordar cedo" e "Se trabalho fosse bom não era pago".
- O acomodado: "Se nada der certo viro hippie". Quase 300 mil pessoas compartilham do mesmo desejo caso seus planos não vinguem no futuro. O acomodado não possui ambição de crescer profissionalmente e está feliz na posição que ocupa na empresa. A impressão que passa ao chefe ou recrutador é de que essa pessoa não tem visão de futuro que possa contribuir para o crescimento da companhia.
- O bitolado: Essa pessoa gosta somente de uma coisa em específico. Pode ser um gosto musical, ideais e até mesmo uma única visão para a área de atuação. Isso é revelado nas diversas comunidades que participa sobre o mesmo tema, nas fotos e também na descrição do perfil. Todos temos preferências, mas é preciso tomar cuidado para não parecer inflexível.
- O baladeiro: Ele faz questão de mostrar a todos que gosta - e muito - de festas. Até aí não há problemas, é uma opção pessoal que não influencia no trabalho. A questão se agrava quando a situação é exagerada e as comunidades mostram irresponsabilidade. Como por exemplo: "Da balada ao trabalho" e "Eu trabalho de ressaca". Com isso, essa pessoa mostra ser irresponsável e que não se importa com bom desempenho no dia seguinte.
- O reclamão: É aquela pessoa que reclama de tudo: da vida, do trabalho, dos compromissos, dos chefes e até dos amigos. Normalmente adere a diversas comunidades que começam com "Eu odeio", é pessimista e nunca está satisfeita. Imagine se o seu chefe olha seu Orkut e, de repente, encontra a comunidade "Eu odeio meu chefe". O mais curioso é que as pessoas já sabem que correm esse risco e aderem à "Socorro, meu chefe está no Orkut!". Assim, é melhor rever seu perfil para que seu trabalho não seja comprometido.