quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
E quando as férias acabam
Depois das tão desejadas e merecidas férias, é freqüente algumas pessoas sentirem algumas dificuldades em recuperar o ritmo do trabalho. Isso porque quando estamos em férias ou passamos por um feriado prolongado, os sinais temporais decorrentes dos nossos hábitos encontram-se alterados, favorecendo assim que nosso organismo expresse seus ritmos com períodos superiores a 24 horas. É por isso que tendemos, nessas épocas, a dormir e acordar em horários mais tardios. Quando retornamos à nossa rotina habitual de trabalho ou escola, sofremos por alguns dias o que se pode chamar de "adaptação" dos nossos ritmos à uma nova rotina, na qual a obediência ao ciclo de 24 horas é condição obrigatória. Ocorre que essa adaptação não é instantânea, demoramos alguns dias para completar esse ajuste. Logo, é comum sentirmos um relativo mal-estar explicável pelo fato de nossos ritmos não se ajustarem com a mesma velocidade. Mas existem maneiras simples de minimizar a situação e retornar às atividades sem sofrer tanto:
1ª: Procurar reforçar as pistas temporais ambientais, ou seja, claro e escuro, deixando as janelas abertas ao dormir (reforçando a claridade ao amanhecer) pode ser o primeiro passo. A exposição à luz solar no início da manhã também pode acelerar o reajuste.
2ª: Reconhecer que retomar horários (de trabalho, refeições) exige adaptação. Alimentação leve e regular nos dias iniciais podem minimizar a sonolência diurna e potencializar o ajuste dos relógios.
3ª: Voltar progressivamente à vida normal evitando grandes esforços nos primeiros dias ou levar trabalho para casa.
4ª: Praticar desporto é uma boa forma de aliviar as tensões, não as deixando acumular-se, para além dos benefícios que a prática desportiva traz ao organismo. Dormir sete ou oito horas por dia, para ter energia.
5ª: Mentalizar-se que o rendimento no trabalho vai aumentar ao longo dos dias, por isso, começar de forma gradual.
A instabilidade do mercado e a necessidade dos executivos cumprirem indicadores são as principais causas que levam muitas pessoas a prescindir dos períodos de férias. No entanto, os especialistas afirmam que o descanso e uns dias longe do trabalho são benéficos e fundamentais para manter uma postura equilibrada ao longo do ano, contribuindo para o aumento da motivação e, consequentemente, da produtividade.
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domingo, 8 de janeiro de 2012
Beijar na Boca é Trair?!
Um assunto que levanta polêmicas, e sempre dá o que falar é a seguinte questão: Beijar na boca é traição?! Para muitos o ato de beijar é mais grave que a relação sexual em si. Quem comunga dessa tese, acredita que um beijo envolve mais sentimentos uma relação sexual. Já existem pessoas que acreditam que um beijo na boca não é traição. Essa é uma questão delicada!
Comumente, encontrarmos pessoas que afirmam: “o problema não é o beijo, problema é o que vem depois”. Assim como outras acreditam que o problema começa bem antes, já naquela paquera inicial, o simples fato de você desejar outrem, eles já acreditam caracterizar uma traição.
Vamos refletir um pouco, imagine que o seu namorado(a) foi a uma festa e beijou outra pessoa?! Qual foi o teu sentimento, o que pensou?! Você achou que foi algo sem importância, ou do momento; ou você acredita que foi infidelidade caracterizada da parte dele?! Isso vai depender de qual o seu conceito de fidelidade e lealdade, da modalidade do relacionamento de vocês, assim como de outros fatores. Porém creio que a maioria sentiu-se na segunda opção!
Em nossa cultura, é pregada a monogamia, sendo assim relacionamentos extra conjugais, é considerado traição.E quando a pessoa sente-se, ou é, traído, na maioria das vezes a sensação é de que fomos passados para trás, enganados.
E quando inverte-se a face da moeda?! E se for você quem sentir prazer, ou tiver costume, em trair?! A vontade de trair pode ser causada por muitos fatores. Há pessoas que traem quando algo não vai bem no relacionamento, essa situação é mais comum às mulheres. Outras traem quando algo que nada tem haver com o casal não vai bem, como uma válvula de escape. Tem também os que traem por indução de amigos, ou das circunstâncias em que se encontram. E também há os que traem pelo simples prazer de trair, muitas pessoas, principalmente homens, sentem uma sensação inenarrável ao manterem relações extra conjugais. Além de outros motivos menos comuns.
O fato é que nessa vida tudo, absolutamente tudo, é valido, desde que não fira e respeite a você e, principalmente, ao outro. Então quem deve definir se o beijo ou qualquer outra forma de contato é traição ou não, é você e o seu parceiro(a). Se ambos optarem por um relacionamento não aberto é imprescindível que ambos sejam fiéis, para poder dar certo, pois senão não dará, além de causar mágoas em ambos. Agora se optaram por liberdades, aí sim vocês podem ir até o ponto em foi dada tal liberdade. Independente, o importante é ser feliz!
Comumente, encontrarmos pessoas que afirmam: “o problema não é o beijo, problema é o que vem depois”. Assim como outras acreditam que o problema começa bem antes, já naquela paquera inicial, o simples fato de você desejar outrem, eles já acreditam caracterizar uma traição.
Vamos refletir um pouco, imagine que o seu namorado(a) foi a uma festa e beijou outra pessoa?! Qual foi o teu sentimento, o que pensou?! Você achou que foi algo sem importância, ou do momento; ou você acredita que foi infidelidade caracterizada da parte dele?! Isso vai depender de qual o seu conceito de fidelidade e lealdade, da modalidade do relacionamento de vocês, assim como de outros fatores. Porém creio que a maioria sentiu-se na segunda opção!
Em nossa cultura, é pregada a monogamia, sendo assim relacionamentos extra conjugais, é considerado traição.E quando a pessoa sente-se, ou é, traído, na maioria das vezes a sensação é de que fomos passados para trás, enganados.
E quando inverte-se a face da moeda?! E se for você quem sentir prazer, ou tiver costume, em trair?! A vontade de trair pode ser causada por muitos fatores. Há pessoas que traem quando algo não vai bem no relacionamento, essa situação é mais comum às mulheres. Outras traem quando algo que nada tem haver com o casal não vai bem, como uma válvula de escape. Tem também os que traem por indução de amigos, ou das circunstâncias em que se encontram. E também há os que traem pelo simples prazer de trair, muitas pessoas, principalmente homens, sentem uma sensação inenarrável ao manterem relações extra conjugais. Além de outros motivos menos comuns.
O fato é que nessa vida tudo, absolutamente tudo, é valido, desde que não fira e respeite a você e, principalmente, ao outro. Então quem deve definir se o beijo ou qualquer outra forma de contato é traição ou não, é você e o seu parceiro(a). Se ambos optarem por um relacionamento não aberto é imprescindível que ambos sejam fiéis, para poder dar certo, pois senão não dará, além de causar mágoas em ambos. Agora se optaram por liberdades, aí sim vocês podem ir até o ponto em foi dada tal liberdade. Independente, o importante é ser feliz!
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sábado, 7 de janeiro de 2012
Estressado(a)?! Faça sexo matinal!
Se você anda de mau humor, já tentou de tudo e não sabe como melhorá-lo, a solução pode ser bem mais simples que você imaginava: ao acordar, continue na cama e pratique sexo matinal. De acordo com uma pesquisa da educadora sexual Debby Herbenick, da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, o ato faz se sentir mais feliz ao longo do dia e ainda pode fortalecer o sistema imunológico.
As relações sexuais no período da manhã liberam oxitocina, hormônio da paixão, ou seja, deixará o casal mais amoroso e ligado. Também elevam os níveis de IgA, um anticorpo que protege contra infecções.
Os benefícios não param por aí. Já ouviu dizer que transar deixa a pele, as unhas e o cabelo mais vistosos? Pois é a mais pura verdade. Isso porque aumenta as taxas do hormônio estrogênio.
Nem sempre é fácil encontrar tempo para transar ao despertar. Filhos e afazeres domésticos podem atrapalhar. Mas dedique um tempo do seu dia para o sexo matinal. O empenho vale a pena, certo?
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Sintomas Primários HIV
Você manteve relações sexuais sem proteção?! Está preocupado?! Você sabia que algumas vezes é possível reconhecer se você contraiu o vírus HIV, por meio de sinais e sintomas? A maior parte dos recém infectados apresentam sintomas na face inicial de contágio.
A infecção primária do HIV ocorre nas primeiras semanas ou meses depois que uma pessoa é infectada pelo o HIV. Os sintomas incluem principalmente edemas nos ganglios linfáticos e/ou febre persistente, comumente também apresentam uma ou mais das situações a seguir: indisposição (que é uma sensação de fraqueza, desconforto e fadiga) sem motivo aparente, perda de apetite e grande perda de peso, feridas na boca ou genitais, dores nas articulações ou músculos, dores de cabeça, diarréia extensa, suores noturnos, náusea e vômitos. Geralmente os sintomas começam a surgir a partir de uma semana após o possível contágio, pois há um período de incubação de alguns dias a algumas semanas entre o período de quando a pessoa foi exposta ao HIV a até quando os sintomas aparecem, ou seja se você foi exposto ao vírus hoje, certamente não apresentará tais sintomas amanhã.
Se você apresenta algum(s) dos sintomas acima, não quer dizer necessariamente que você foi infectado. Muitas outras doenças podem causar esses sintomas. Por exemplo, muitas pessoas com uma febre ou dor de garganta, podem estar vivenciando doenças comuns como um resfriado, ou gripe. Então, não entre em pânico. Mas, se você tem alguns desses sintomas e sente que há uma mínima possibilidade de que você tenha sido exposto ao HIV, como uma atividade sexual desprotegida recente ou compartilhado uma seringa, até mesmo com alguém que você acredita que seja HIV negativo, é imprescindível que você procure seu médico e faça o teste de HIV.
Se você não apresenta nenhum desses sintomas, também não significa que você é soro negativo. Pois parte das pessoas que contraem HIV nunca mostram os sintomas de infecção primária do HIV. Ou seja, se você expôs-se de qualquer forma, não acredite que você seja HIV negativo, tão somente porque você não sentiu os sintomas primários de infecção do HIV.
Quando você for ao médico com algum desses sintomas, é muito importante que mencione fatores de risco que possa estar ocorrendo com você e assim, poderia ser realizado um teste contigo. Se você até tenha feito sexo sem proteção, mesmo que seja uma vez, se usou drogas injetáveis ou pense que pode estar tendo alguma infeção primária do HIV, confie em dizer ao seu médico. Estando disposto a realizar um teste de HIV, você estará fazendo a sua parte para reduzir a contaminação da doença. Pessoas que contraem o HIV são, na maioria, infectadas pelo outro durante o período de infecção primária do HIV dele. Nessa fase, a carga viral no sangue, no sêmen, ou as secreções vaginais é muito alta e ficam deveras mais propensos a infecção.
Atualmente indivíduos infectados que conhecem seu status, podem notificar seus parceiros e seguir os passos para reduzir os riscos de infectar outrem. Naturalmente, se você é sexualmente ativo ou compartilha seringas, você deveria aguardar até você saber se tem HIV para praticar sexo seguro. Então, proteja-se a si próprio e aos que estão à sua volta. Se você ainda não fez o teste do HIV, faça-o agora. Se você é sexualmente ativo, pratique sexo seguro para reduzir seu risco.
E se você acha que possa ter sido exposto ao HIV e está tendo sinais e sintomas parecidos com de infecção primária do HIV, não espere. Procure seu médico rapidamente e peça um teste de HIV. Procurar orientação médica pode salvar a sua vida e as vidas de muitos outros. E nunca, nunca mesmo, se esqueça, sempre faça sexo com camisinha, e não compartilhe objetos perfurantes ou cortantes.
A infecção primária do HIV ocorre nas primeiras semanas ou meses depois que uma pessoa é infectada pelo o HIV. Os sintomas incluem principalmente edemas nos ganglios linfáticos e/ou febre persistente, comumente também apresentam uma ou mais das situações a seguir: indisposição (que é uma sensação de fraqueza, desconforto e fadiga) sem motivo aparente, perda de apetite e grande perda de peso, feridas na boca ou genitais, dores nas articulações ou músculos, dores de cabeça, diarréia extensa, suores noturnos, náusea e vômitos. Geralmente os sintomas começam a surgir a partir de uma semana após o possível contágio, pois há um período de incubação de alguns dias a algumas semanas entre o período de quando a pessoa foi exposta ao HIV a até quando os sintomas aparecem, ou seja se você foi exposto ao vírus hoje, certamente não apresentará tais sintomas amanhã.
Se você apresenta algum(s) dos sintomas acima, não quer dizer necessariamente que você foi infectado. Muitas outras doenças podem causar esses sintomas. Por exemplo, muitas pessoas com uma febre ou dor de garganta, podem estar vivenciando doenças comuns como um resfriado, ou gripe. Então, não entre em pânico. Mas, se você tem alguns desses sintomas e sente que há uma mínima possibilidade de que você tenha sido exposto ao HIV, como uma atividade sexual desprotegida recente ou compartilhado uma seringa, até mesmo com alguém que você acredita que seja HIV negativo, é imprescindível que você procure seu médico e faça o teste de HIV.
Se você não apresenta nenhum desses sintomas, também não significa que você é soro negativo. Pois parte das pessoas que contraem HIV nunca mostram os sintomas de infecção primária do HIV. Ou seja, se você expôs-se de qualquer forma, não acredite que você seja HIV negativo, tão somente porque você não sentiu os sintomas primários de infecção do HIV.
Quando você for ao médico com algum desses sintomas, é muito importante que mencione fatores de risco que possa estar ocorrendo com você e assim, poderia ser realizado um teste contigo. Se você até tenha feito sexo sem proteção, mesmo que seja uma vez, se usou drogas injetáveis ou pense que pode estar tendo alguma infeção primária do HIV, confie em dizer ao seu médico. Estando disposto a realizar um teste de HIV, você estará fazendo a sua parte para reduzir a contaminação da doença. Pessoas que contraem o HIV são, na maioria, infectadas pelo outro durante o período de infecção primária do HIV dele. Nessa fase, a carga viral no sangue, no sêmen, ou as secreções vaginais é muito alta e ficam deveras mais propensos a infecção.
Atualmente indivíduos infectados que conhecem seu status, podem notificar seus parceiros e seguir os passos para reduzir os riscos de infectar outrem. Naturalmente, se você é sexualmente ativo ou compartilha seringas, você deveria aguardar até você saber se tem HIV para praticar sexo seguro. Então, proteja-se a si próprio e aos que estão à sua volta. Se você ainda não fez o teste do HIV, faça-o agora. Se você é sexualmente ativo, pratique sexo seguro para reduzir seu risco.
E se você acha que possa ter sido exposto ao HIV e está tendo sinais e sintomas parecidos com de infecção primária do HIV, não espere. Procure seu médico rapidamente e peça um teste de HIV. Procurar orientação médica pode salvar a sua vida e as vidas de muitos outros. E nunca, nunca mesmo, se esqueça, sempre faça sexo com camisinha, e não compartilhe objetos perfurantes ou cortantes.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Fiz Sexo sem Camisinha! E agora?!
Hoje vamos falar de um assunto muito sério, sexo sem proteção. Em todas as relações sexuais é importante que você se proteja de gravidez indesejada ou doenças transmissíveis sexualmente. Se você tenha feito sexo sem camisinha ou tenha sido estuprada (o), requer que tome algumas providências. Saiba que medidas tomar:
1ª: Se você foi estuprada (o), procure imediatamente um pronto-socorro ou um serviço de apoio a mulheres vítimas de violência sexual sem se higienizar. Assim será possível colher amostras de sêmen para identificar o agressor (mesmo que você o conheça, esse exame é que poderá comprovar a identidade dele perante a Justiça). Colabore em tudo o que for possível com o profissional que examinar você, respondendo as perguntas sincera e claramente.
2ª: Se você manteve relações sexuais sem se proteger ou se o preservativo rasgou ou saiu durante a relação, procure um médico em no máximo 72 horas. Você pode recorrer ao seu ginecologista ou a um infectologista, ir a um pronto-socorro ou a algum centro médico especializado.
3ª: Dependendo do tipo de exposição sexual (com ou sem violência; com ou sem ejaculação, penetração vaginal, anal ou oral), das informações que você tiver sobre o parceiro (portador de HIV, hepatite B ou C, outra doença sexualmente transmissível, como gonorréia, sífilis, tricomoníase) e do tempo entre o ato sexual e a consulta, o médico decidirá se você deve tomar alguma medicação. Pode ser uma medicação para combater a possibilidade de contágio de HIV, sífilis, gonorréia ou tricomoníase, ou ainda uma vacina contra a hepatite B. Ele vai avaliar também a necessidade de tomar vacina antitetânica ou um reforço, se você já foi vacinado.
4ª: Mulheres, se a consulta com o médico ocorrer dentro das 72 horas após a relação, dependendo do caso e se você estiver de acordo com o método (pois este é abortivo), existe a possibilidade de tomar um anticoncepcional de emergência (a chamada "pílula do dia seguinte").
5ª: Dentro do possível, procure fazer uma consulta junto com o seu parceiro (a), para que os dois possam ser examinados.
6ª: Não mantenha nenhuma relação sexual até que você tenha certeza de que não existem riscos de contágio de nenhuma doença sexualmente transmissível.
7ª: Depois da primeira consulta, você deve fazer check-ups periódicos com o seu médico e repetir a cada seis meses os exames de sangue para comprovar que não contraiu os vírus do HIV, da hepatite B ou da hepatite C.
Embora não exista unanimidade sobre o risco de contágio em cada tipo de atividade sexual, o maior é em receber penetração anal com ejaculação. Depois vêm receber as penetrações vaginais, com ou sem ejaculação, a anal sem ejaculação, realizar a penetração anal-vaginal e sexo oral. Nas agressões sexuais, o risco costuma ser maior devido à possibilidade de ferimentos anais ou genitais.
Peça ao seu médico indicações por escrito de medicações e cuidados a tomar, além da data da próxima consulta. Se o seu médico receitar um remédio, peça informações a ele sobre os efeitos colaterais e como tomá-lo. Não suspenda a medicação indicada sem antes consultar o profissional que a prescreveu.
Se você tiver febre, gânglios inflamados, dor de garganta, erupção no corpo, dores musculares, dor de cabeça ou diarréia, consulte imediatamente o seu médico e conte que você manteve relação sexual sem se proteger com preservativo.
Nunca se esqueça, use camisinha sempre!
1ª: Se você foi estuprada (o), procure imediatamente um pronto-socorro ou um serviço de apoio a mulheres vítimas de violência sexual sem se higienizar. Assim será possível colher amostras de sêmen para identificar o agressor (mesmo que você o conheça, esse exame é que poderá comprovar a identidade dele perante a Justiça). Colabore em tudo o que for possível com o profissional que examinar você, respondendo as perguntas sincera e claramente.
2ª: Se você manteve relações sexuais sem se proteger ou se o preservativo rasgou ou saiu durante a relação, procure um médico em no máximo 72 horas. Você pode recorrer ao seu ginecologista ou a um infectologista, ir a um pronto-socorro ou a algum centro médico especializado.
3ª: Dependendo do tipo de exposição sexual (com ou sem violência; com ou sem ejaculação, penetração vaginal, anal ou oral), das informações que você tiver sobre o parceiro (portador de HIV, hepatite B ou C, outra doença sexualmente transmissível, como gonorréia, sífilis, tricomoníase) e do tempo entre o ato sexual e a consulta, o médico decidirá se você deve tomar alguma medicação. Pode ser uma medicação para combater a possibilidade de contágio de HIV, sífilis, gonorréia ou tricomoníase, ou ainda uma vacina contra a hepatite B. Ele vai avaliar também a necessidade de tomar vacina antitetânica ou um reforço, se você já foi vacinado.
4ª: Mulheres, se a consulta com o médico ocorrer dentro das 72 horas após a relação, dependendo do caso e se você estiver de acordo com o método (pois este é abortivo), existe a possibilidade de tomar um anticoncepcional de emergência (a chamada "pílula do dia seguinte").
5ª: Dentro do possível, procure fazer uma consulta junto com o seu parceiro (a), para que os dois possam ser examinados.
6ª: Não mantenha nenhuma relação sexual até que você tenha certeza de que não existem riscos de contágio de nenhuma doença sexualmente transmissível.
7ª: Depois da primeira consulta, você deve fazer check-ups periódicos com o seu médico e repetir a cada seis meses os exames de sangue para comprovar que não contraiu os vírus do HIV, da hepatite B ou da hepatite C.
Embora não exista unanimidade sobre o risco de contágio em cada tipo de atividade sexual, o maior é em receber penetração anal com ejaculação. Depois vêm receber as penetrações vaginais, com ou sem ejaculação, a anal sem ejaculação, realizar a penetração anal-vaginal e sexo oral. Nas agressões sexuais, o risco costuma ser maior devido à possibilidade de ferimentos anais ou genitais.
Peça ao seu médico indicações por escrito de medicações e cuidados a tomar, além da data da próxima consulta. Se o seu médico receitar um remédio, peça informações a ele sobre os efeitos colaterais e como tomá-lo. Não suspenda a medicação indicada sem antes consultar o profissional que a prescreveu.
Se você tiver febre, gânglios inflamados, dor de garganta, erupção no corpo, dores musculares, dor de cabeça ou diarréia, consulte imediatamente o seu médico e conte que você manteve relação sexual sem se proteger com preservativo.
Nunca se esqueça, use camisinha sempre!
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