sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Amor ou Sexo?!
Baseado principalmente em nossa cultura, a maior parte das pessoas ainda hoje associam amor a uma relação sexual em que as duas pessoas realmente se amam, demonstram afeto, etc. Quando usamos o termo fazendo amor, comumente queremos dizer que está havendo uma relação sexual entre duas pessoas que tem sentimentos uma pela outra, e despendem carinho entre si.
Todavia, o sexo passa a imagem de uma relação em que a única coisa que importa é a satisfação sexual, onde cada indivíduo extrai do outro aquilo que deseja, preocupando primordialmente consigo mesmo. É uma relação onde nenhum sentimento é revelado. Enquanto ao fazer amor as pessoas trocam juras de amor apaixonadas, no sexo o que é dito, são palavras eróticas ou até chulas.
O sexo também está relacionado às relações casuais, onde o casal acaba de se conhecer e já mantém uma relação sexual. Sem nenhuma cobrança ou compromisso, simplesmente por puro prazer físico, e depois cada um segue seu rumo.
Porém os termos acima explicados são somente uma forma de nomenclatura. E com o passar dos anos e a evolução de todas as coisas, nos relacionamentos não poderia ser diferente, essas expressões já não têm tanto impacto, assim como a discrimanação de categorias. Mesmo que possamos relacionar as duas palavras a diferentes tipos de relações sexuais, uma coisa é fato, geralmente as pessoas não fazem somente amor, ou somente sexo. As duas vertentes hoje já meio que entrelaçaram-se, sendo assim, o casal já pode manter relações bem quentes, com aquele desejo latente esvaindo-se por todos os poros, e ao mesmo tempo haver sentimento puro, sincero e verdadeiro.
A verdade é que já pode se olhar para o amor com olhos mais desejosos, como algo que faz bem não somente a sua alma e sacia seu coração, como à seu corpo físico e satisfaz seus desejos carnais. Já o termo sexo não evoluiu tanto assim, porém mudanças ocorreram. É certo que o sexo normalmente não oferece sentimento, porém ele já não mais é visto como algo sujo, pecaminoso, mas sim como algo necessário a todo ser humano.
Independente da palavra utilizada ou até mesmo das intenções que você e seu parceiro tenham, durante a relação sexual, o importante mesmo é que vocês estejam satisfeitos, e respeitem a si e ao outro. Se gostam de sexo selvagem ou de fazer amor, o termo utilizado para nomenclar a situação é o que menos importa.
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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Esquecer é Difícil, porém Possível
Como num passe de mágica, passamos a nos sentir atraídos por outrem. As vezes um desconhecido, outras, um conhecido, ou mesmo um amigo. Até então, você não vivenciou nada desse tipo com a pessoa. Se eram amigos, vocês já se conheciam bastante, porém de outro ângulo. Em uma relação as coisas são bem diferentes.
Quando começamos a namorar, tudo é deveras perfeito, muito belo. Tal sentimento de perfeição ainda persiste por uns tempos, e tudo é lindo, pelo menos no início.
O casal recém enamorado, vive em total êxtase, um completo mar de rosas, até que começam os atritos, os desentendimentos, as brigas. Estar em um relacionamento estável não é fácil. E amar vai além de afirmar morrer por aquela pessoa.
O relacionamento desgastou-se a um ponto não mais suportável. Conversas e mudanças não foram o suficiente para salvar a relação. Aquilo que parecia um amor eterno chega ao fim. Agora aparece o problema mais difícil para a maioria das pessoas, esquecer. Não esquecer tudo o que viveram necessariamente, mas esquecer a pessoa amada no passado. Parar de pensar nela a todo instante, e dejesar que tudo volte com dantes foi, pois aquilo não mais voltará.
Quando nos apaixonamos, não sabemos porquê isso acontece. É uma situação mágica, que só quem já viveu sabe, ao olhos do apaixonado, a vida passa a ter cores mais cintilantes e tons mais vibrantes. Se apaixonar não está em nossas mãos, é involuntário. Já esquecer depende primordialmente de nós. Bem sei que não é nada fácil, todavia você tem que seguir em frente e algumas coisas podem ajudar no seu trajeto.
O primeiro passo é compreender e aceitar o término da relação, sem neuras, culpas, transtornos, etc. Somente aceitar. Para ajudar a tirar o dito cujo (a) da cabeça, mude hábitos, objetos e ações que vocês costumavam fazer juntos, e/ou que o(a) tragam a seus pensamentos. Agora não fique curtindo a crise em casa. Saia, divirta-se, curta a vida, aceite aquele convite fabulosos dos amigos para aquele programão, ou arrume alguma outra coisa, fuja da solidão e do marasmo. Enfiar a cara no trabalho e coisas do tipo também pode ser uma boa pedida. Por fim, há aquele ditado que afirma que só se cura um amor com outro amor maior. Não é uma má ideia, se você achar que já tem estrutura psicológica para envolver-se com outra pessoa, e desde que você não arrume qualquer coisa e nem magoe essa pessoa, é uma boa atitude. E caso não esteja preparada(o), somente curta, experimente ficar sem qualquer compromisso.
O fim de (quase) todo relacionamento afetivo dói, dói muito. E não é exclusividade de ninguém. Assim como para conquistar alguém, também para esquecer alguém vale tudo (desde que não fira nem a você, nem a terceiros). Só lembre de uma coisa, aconteça o que acontecer, não perca a auto-estima, não se subjugue, e não entre em depressão. Ninguém merece tal reação!
Quando começamos a namorar, tudo é deveras perfeito, muito belo. Tal sentimento de perfeição ainda persiste por uns tempos, e tudo é lindo, pelo menos no início.
O casal recém enamorado, vive em total êxtase, um completo mar de rosas, até que começam os atritos, os desentendimentos, as brigas. Estar em um relacionamento estável não é fácil. E amar vai além de afirmar morrer por aquela pessoa.
O relacionamento desgastou-se a um ponto não mais suportável. Conversas e mudanças não foram o suficiente para salvar a relação. Aquilo que parecia um amor eterno chega ao fim. Agora aparece o problema mais difícil para a maioria das pessoas, esquecer. Não esquecer tudo o que viveram necessariamente, mas esquecer a pessoa amada no passado. Parar de pensar nela a todo instante, e dejesar que tudo volte com dantes foi, pois aquilo não mais voltará.
Quando nos apaixonamos, não sabemos porquê isso acontece. É uma situação mágica, que só quem já viveu sabe, ao olhos do apaixonado, a vida passa a ter cores mais cintilantes e tons mais vibrantes. Se apaixonar não está em nossas mãos, é involuntário. Já esquecer depende primordialmente de nós. Bem sei que não é nada fácil, todavia você tem que seguir em frente e algumas coisas podem ajudar no seu trajeto.
O primeiro passo é compreender e aceitar o término da relação, sem neuras, culpas, transtornos, etc. Somente aceitar. Para ajudar a tirar o dito cujo (a) da cabeça, mude hábitos, objetos e ações que vocês costumavam fazer juntos, e/ou que o(a) tragam a seus pensamentos. Agora não fique curtindo a crise em casa. Saia, divirta-se, curta a vida, aceite aquele convite fabulosos dos amigos para aquele programão, ou arrume alguma outra coisa, fuja da solidão e do marasmo. Enfiar a cara no trabalho e coisas do tipo também pode ser uma boa pedida. Por fim, há aquele ditado que afirma que só se cura um amor com outro amor maior. Não é uma má ideia, se você achar que já tem estrutura psicológica para envolver-se com outra pessoa, e desde que você não arrume qualquer coisa e nem magoe essa pessoa, é uma boa atitude. E caso não esteja preparada(o), somente curta, experimente ficar sem qualquer compromisso.
O fim de (quase) todo relacionamento afetivo dói, dói muito. E não é exclusividade de ninguém. Assim como para conquistar alguém, também para esquecer alguém vale tudo (desde que não fira nem a você, nem a terceiros). Só lembre de uma coisa, aconteça o que acontecer, não perca a auto-estima, não se subjugue, e não entre em depressão. Ninguém merece tal reação!
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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Ano Novo! Faça Diferente!
Faça novos planos para sua vida, mude hábitos, crie projetos novos termine os antigos, dedique-se a novos trabalhos, procure novas emoções – mas não as deixe virar sinônimo de irresponsabilidade -, cultive velhas amizades... procure novas amizades, cuide do seu amor... procure um novo amor – mas não deixe isso virar obsessão -, ouça novas músicas, leia livros diferentes – mas não os deixe tomar conta do seu dia. A nossa vida necessita de mudanças para que ela se alegre e se renove a cada dia, mas preserve as coisas boas que você já conquistou.
Escreva sua própria história no livro da vida com uma tinta diferente. Viva intensamente. E em algumas ocasiões especiais, deixe a própria vida te guiar, para que ela possa lhe mostrar o que já conhece.
Lute pelo que você quer. A vitória – quase certa – será mais excitante e melhor aproveitada do que em outras situações. Não há derrota quando se luta de todo o coração. Mas se mesmo assim o prêmio principal não foi alcançado, as emoções ficarão guardadas e sempre serão lembradas com orgulho. As vezes é necessário perder e admitir os erros, e aprender com eles para uma nova luta.
Jogue fora o que já não importa mais e que não te deixa ir adiante: fracassos, conflitos, mágoas, tristezas, enfim tudo de ruim da sua vida. Assim, estará mais leve e com mais espaço na vida, pronto para trilhar com leveza e conhecer novas estradas e rotas.
Se importe mais com o planeta, com a natureza, com suas plantas, com seu animal de estimação, com a água, com os rios, com os jardins e com certeza isso trará um novo sentido a sua vida.
Admire a grandeza da vida nas coisas simples que poderiam passar despercebidas... como o nascer do sol, uma noite de lua cheia, uma flor que desabrocha. Olhe mais além... e de vez em quando, crie teorias pessoais sobre a vida, o mundo, as pessoas – sem se sentir envergonhado pelo que imaginar. Esqueça-as em seguida, afinal, você já viajou pela sua alma.
Aproveite as pequenas chances que a vida lhe dá no dia-a-dia para fazer coisas boas: Cumprimente o vizinho, o colega de trabalho, o lixeiro, o jardineiro, o cobrador, o carteiro, o senhor, a criança, o jovem. Beije sua esposa, seus irmãos, seus pais, sua namorada, seus filhos, seus netos. Faça tudo isso, faça com o coração, não deixe jamais virar uma obrigação. Aceite os presentes que lhe oferecerem, o cafezinho, o salgadinho. Dê presentes também, os dê de coração, só não deixe esse gesto virar uma questão de educação.
Aprenda coisas novas: uma nova língua, um novo instrumento, uma nova disciplina, um novo caminho, uma nova religião, um novo costume, um novo esporte…
Quando estiver só em sua casa, fale em voz alta consigo mesmo. Assim, o universo terá uma chance de conversar com você, lhe falando através de seus próprios pensamentos, coisas que jamais imaginou falar. Ande de trás para frente. Mude a posição do mouse para a mão que geralmente não o usa. Faça o mesmo com a escova de dente, o pente, os pratos, enfim faça ao contrario do normalmente faria. Volte ao normal apenas quando estiver no trabalho ou na rua.
Ouça mais o que os outros tem a dizer. Respeite o que os outros acham importante: religião, opinião, gosto. Pense no lado bom das coisas. Mesmo em situações ruins, há sempre coisas boas que podemos tirar: superação, aprendizado, fortificação. E quando for capaz, ria de seus próprios tropeços.
Ouça, assista, leia, pense, faça, viva coisas alegres.
By Luciene Silva
Escreva sua própria história no livro da vida com uma tinta diferente. Viva intensamente. E em algumas ocasiões especiais, deixe a própria vida te guiar, para que ela possa lhe mostrar o que já conhece.
Lute pelo que você quer. A vitória – quase certa – será mais excitante e melhor aproveitada do que em outras situações. Não há derrota quando se luta de todo o coração. Mas se mesmo assim o prêmio principal não foi alcançado, as emoções ficarão guardadas e sempre serão lembradas com orgulho. As vezes é necessário perder e admitir os erros, e aprender com eles para uma nova luta.
Jogue fora o que já não importa mais e que não te deixa ir adiante: fracassos, conflitos, mágoas, tristezas, enfim tudo de ruim da sua vida. Assim, estará mais leve e com mais espaço na vida, pronto para trilhar com leveza e conhecer novas estradas e rotas.
Se importe mais com o planeta, com a natureza, com suas plantas, com seu animal de estimação, com a água, com os rios, com os jardins e com certeza isso trará um novo sentido a sua vida.
Admire a grandeza da vida nas coisas simples que poderiam passar despercebidas... como o nascer do sol, uma noite de lua cheia, uma flor que desabrocha. Olhe mais além... e de vez em quando, crie teorias pessoais sobre a vida, o mundo, as pessoas – sem se sentir envergonhado pelo que imaginar. Esqueça-as em seguida, afinal, você já viajou pela sua alma.
Aproveite as pequenas chances que a vida lhe dá no dia-a-dia para fazer coisas boas: Cumprimente o vizinho, o colega de trabalho, o lixeiro, o jardineiro, o cobrador, o carteiro, o senhor, a criança, o jovem. Beije sua esposa, seus irmãos, seus pais, sua namorada, seus filhos, seus netos. Faça tudo isso, faça com o coração, não deixe jamais virar uma obrigação. Aceite os presentes que lhe oferecerem, o cafezinho, o salgadinho. Dê presentes também, os dê de coração, só não deixe esse gesto virar uma questão de educação.
Aprenda coisas novas: uma nova língua, um novo instrumento, uma nova disciplina, um novo caminho, uma nova religião, um novo costume, um novo esporte…
Quando estiver só em sua casa, fale em voz alta consigo mesmo. Assim, o universo terá uma chance de conversar com você, lhe falando através de seus próprios pensamentos, coisas que jamais imaginou falar. Ande de trás para frente. Mude a posição do mouse para a mão que geralmente não o usa. Faça o mesmo com a escova de dente, o pente, os pratos, enfim faça ao contrario do normalmente faria. Volte ao normal apenas quando estiver no trabalho ou na rua.
Ouça mais o que os outros tem a dizer. Respeite o que os outros acham importante: religião, opinião, gosto. Pense no lado bom das coisas. Mesmo em situações ruins, há sempre coisas boas que podemos tirar: superação, aprendizado, fortificação. E quando for capaz, ria de seus próprios tropeços.
Ouça, assista, leia, pense, faça, viva coisas alegres.
By Luciene Silva
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sábado, 24 de dezembro de 2011
Refletindo o Natal
Hoje é natal, dia de comemoração, paz, e alegria. Correto? Para muitos, somente na teoria. Muitos veem o natal como uma data frívola, onde presam a parte material, focando em presentes, compras e festas. Outros vivem o momento somente de fachada, pois aparentemente estão deveras felizes, mas na verdade aquilo não passa de aparência, la no fundo estão sentindo-se infelizes, iradas ou amarguradas. Ainda há os que sequer dão algum valor à data, vivem-na como se fosse um dia qualquer e não merecesse consideração alguma.
O natal, de fato, é época de comemorar, de festejar, e de todas aquelas tradições, porém ele é mais que isso. O natal tem que servir para fazer alguma diferença na vida de todos, ou ao menos de quem o celebra. Devemos lembrar-nos da origem do natal, quem, e por que, o comemoramos. Ele representa o aniversário de Jesus. Um exemplo de conduta ideal à todos.
Então que tal nesse dia, ao invés que só querermos saber de festejar, fazer outrem feliz e ajudar ao próximo. Assim estaremos vivendo intrinsecamente o verdadeiro espírito do natal. Ou caso ainda não estejamos preparados para tal auto doação, podemos pelo menos não contribuir com a ruína do outro. É uma boa ideia não passarmos esse dia querendo "ferrar", atrapalhar, destruir o outro, e tampouco fofocando, fazendo intrigas, etc.
Além de tudo, aproveite o dia para refletir tua vida. ver como andam tuas ações, reações, tua conduta e teus pensamentos. Assim como os sentimentos. Organize tudo, de valor ao que é belo e saudável, cultive bons pensamentos e tenha ações, e principalmente reações, melhores. Defina o que lhe é importante e descarte todo o resto. E que tal por tudo em prática, afinal de contas a teoria é linda, mas pouco adianta, a pratica é que realmente importa. Mudar de postura as vezes é interessante e importante.
Caso ache interessante tais ideias e as ponha em prática hoje, que tal mantê-las também nos outros dias. Lembre-se que para tornarmo-nos pessoas melhores só depende da gente. Ninguém pode fazer nada por mim, caso eu não comungue daquela iniciativa no âmago.
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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
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