quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Nem Muito, nem Pouco!

Estudo sugere que pouco sal faz mal para não-hipertensos

    Embora sal demais possa ser bastante prejudicial à saúde em médio e longo prazo, sal de menos também faz mal. Afinal, os dois elementos químicos que compõem o sal, cloro e sódio, são indispensáveis para o funcionamento das células de todos os seres vivos, pois regulam a quantidade de água no corpo. Entretanto, a situação mais comum em relação ao sal é o excesso, já que o maior consumo de alimentos industrializados – muitos deles ricos em sódio – há maior retenção de líquido, o que aumenta o volume sanguíneo e piora a hipertensão.
    Mas a quantidade recomendada pela Organização Mundial de Saúde para o consumo diário de sal em até 5g está longe de ser um consenso na comunidade científica. De acordo com novo estudo, uma dieta com pouco sal de fato reduz a pressão sanguínea como sugerem os médicos, mas aumenta os níveis de colesterol, gorduras e hormônios no sangue, além do risco de doenças cardíacas. O trabalho, publicado na revista American Journal of Hypertension, fez um apanhado de 167 pesquisas em que os participantes foram acompanhados por um mês e selecionados aleatoriamente em dois grupos: um consumindo pouco sal e outro ingerindo grandes quantidades da substância.
    No grupo dos que comiam pouco sal, os pesquisadores observaram uma melhoria discreta na pressão sanguínea, sobretudo em quem já apresentava pressão alta, já que a dieta reduziu a pressão em até 3,5%.
    Por outro lado, entre os não hipertensos, a dieta com pouco sal aumentou em até 2,5% os níveis de colesterol e em 7% os triglicérides. Além disso, também houve aumento nos hormônios que regulam o nível de sal no sangue, que são responsáveis por fazer o corpo preservar a substância no corpo ao invés de excretá-la pela urina.
    A pesquisa não considerou dados sobre o excesso de peso e o sedentarismo dos participantes para definir a interferência na pressão arterial. Ainda serão necessárias mais pesquisas para investigar se uma dieta com uma quantidade menor ainda de sal poderá trazer benefícios para a saúde.

                                                                             Fonte: Portal Pernambuco

terça-feira, 15 de novembro de 2011

" Isso Nunca me Aconteceu antes! "

    Você esperou o dia inteiro para aquele programa a dois. Caprichou no banho, comprou aquela lingerie especial,escolheu um look bem sensual, e passou seu melhor perfume. Produção maestral, e os hormônios estão  a mil. Até aí tudo perfeito, mas quando chega a hora, o que era para ser uma noite mágica, vira um pesadelo. Apesar dos esforços de ambos, nada faz com que o "amiguinho" dele suba. E sem ele, nada de diversão.


    A disfunção erétil, popularmente conhecida como "broxada", é mais frequente do que muitos imaginam, mas o assunto é sempre difícil tanto para o homem, quanto para a mulher. Quando isso acontece, o homem sente-se extremamente constrangido, e a mulher, consequentemente fica sem saber o que fazer. E o que era para ser uma noite espetacular, torna-se um verdadeiro desastre.
    Uma série de fatores podem levar o homem a broxar, mas quanto a isso, quem tem que resolver é ele consigo mesmo (e é assunto para uma outra postagem). Quanto a você, coloque-se no lugar do garoto. Ele deve estar morrendo de vergonha de você. Compadeça-se da infortúnia situação dele e lembre-se: Não fale insistentemente sobre a broxada. Esqueça o que aconteceu instantes atrás. Nada de pressão, pois de qualquer forma, a noite já era, e com pressão ele sentirá-se mais humilhado ainda. Diga amenidades, fale de algo engraçado.   Quanto mais calma e descontração, melhor. Brinque com ele, entreta-o. Mas não vá dar risada do moço. Descontraia sem sarcasmo.


    Todas as dicas acima valem apenas pra quando você ainda quer dar outra chance ao menino, ou quando há sentimentos envolvidos. Se você não sente nada pelo cara, e não quer mais nada, simplesmente vire as costas e vá embora, nem precisa se dar ao trabalho de parecer boazinha. Agora se você acha que o moço tem potencial, deixe transparecer que você quer vê-lo novamente. E a próxima vez que forem tentar, é mais interessante que seja meio por acaso. A pressão psicológica de um encontro marcado deixa os moços nervosos e apreensivos. E você não quer que a situação se repita.

domingo, 13 de novembro de 2011

A Situação Financeira e a Relação

    Todos sabemos que no mundo capitalista, o dinheiro sempre é primordial a tudo, recebendo exacerbado destaque, e não poderia ser diferente nos relacionamentos. A parte financeira numa relação, muitas vezes pode até gerar problemas de ambos os lados. Por exemplo: Se o homem tem um salário relevante e a mulher não, essa não aceita e sacrifica-se no mercado de trabalho para nivelar-se ao companheiro.
    Pior ainda é quando a mulher tem uma situação financeira mais satisfatória. Vivemos numa cultura machista, onde, desde a era das cavernas, o homem tende a ser o chefe. É muito difícil um homem aceitar um salário inferior ao de sua companheira. Normalmente ele sente-se humilhado, isso mexe com o seu psicológico, deixando-o frustrado e deprimido. E certamente isso pesa na relação.


    Quando isso acontece, o casal, tem que ter maturidade o suficiente para saber administrar a situação. Não adianta ficar apontando erros alheios, caso não haja uma cumplicidade entre o casal. Falando de uma forma prática, o casamento não passa de uma espécie de sociedade, e sendo assim, ambos devem pensar no bem comum, nenhum dos lados deve querer levar a melhor. A intençao do casamento é transformar duas pessoas em uma só.
    A relação deve ser construída com base em sentimentos verdadeiros, pois se esta for somente de fachada, ou se for baseada em paixões frívolas, ou em qualquer outro motivo supérfulo,  ela com certeza não suportará o peso e ruirá. Quando se ama de verdade, se junta tudo na relação: ganhos e perdas, conquistas e derrotas. Para isso não pesar no equilíbrio emocional, os dois têm que se conhecerem muito bem e juntos saberem como solucionar problemas de ordem financeira que poderão aparecer.
    Se o homem ou a mulher souberem lidar com as adversidades que qualquer união traz, o ideal é continuarem sozinhos, tornarem-se somente amigos, pois assim há menos possibilidades de tornarem-se inimigos. Todavia, a partir do momento em que se uniram, devem estar dispostos a ceder, a entrar em consensos, e respeitar o outro, e isso tem que tem que partir do âmago, não por pressão. Não há nada mais belo que duas pessoas juntas, que se amam, e principalmente, são parceiros nas horas boas e também nas ruins, apoiando-se sempre. Lembrem do "... na alegria e na tristeza ... até que a morte os separe!" e sé digam o sim, caso estejam efetivamente dispostos a cumprí-lo e muito certos do que estão fazendo.

sábado, 12 de novembro de 2011

Aumentando o Volume

    Há mais esta agora no mundo do vesturário, dessa vez que foi contemplado foram os homens. Cansado da falta de opções em moda íntima masculina, o estilista croata Roland Lodoli criou uma cueca com o mesmo princípio do Wonderbra feminino (aquele soutien que levanta e aumenta os seios).
    A cueca criada por Lodoli tem um bolso costurado por dentro, que abriga e levanta os testículos. Com isso, segundo ele, a peça dá a impressão de mais volume.
    Além da cueca, também foi lançada uma sunga usando o mesmo princípio que, de acordo com o estilista, está fazendo muito sucesso. “O mar é frio, porém os resultados são grandes”, brinca ele.
    A cueca já parece ser um grande sucesso. Até porque qual homem não quer aumentar seu "volume".

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

O prazer psicológico da Compra

(")EFE

Encontrar uma pechincha ou esbarrar com uma liquidação na hora das compras proporciona um alto grau de excitação emocional.
A felicidade nessas circunstâncias é tão intensa que se ativa a mesma região do cérebro estimulada pelo sexo, aponta uma pesquisa da Universidade de Westminster, no Reino Unido, publicada na revista especializada em consumo "The Grocer".
Os pesquisadores britânicos chegaram a conclusão da relação entre compras e satisfação após registrar e medir a atividade cerebral de 50 voluntários divididos em diferentes grupos e propôs diferentes atividades, desde fazer compras até assistir a um filme erótico.
Para a investigação, os pesquisadores tiveram a ajuda de uma equipe de acompanhamento para medir a dilatação da pupila e o movimento dos olhos, num sistema denominado iMotion que avalia as respostas emocionais do corpo humano em uma escala de 1 a 10, e com o qual o tipo de emoção que se sente ao observar imagens eróticas recebe uma pontuação de entre 5 e 7.
Os voluntários que ganharam um audiobook geraram uma pontuação de 5,8, enquanto aqueles que passaram por uma liquidação ou uma oferta, como um simples desconto no leite ou em outro produto do supermercado, também tiveram sensações gratificantes que pontuaram alto na escala do sistema iMotion.
Os especialistas de Westminster concluíram que aqueles participantes que encontraram um cupom ou receberam um brinde ou promocão sentiam tanto entusiasmo como ao ver um filme erótico, já que sua pontuação na escala emocional era idêntica.
O estudo, impulsionado pelo Instituto de Marketing Promocional da Universidade de Westminster, também concluiu que há uma elevada correlação entre a resposta emocional de uma pessoa às promoções comerciais e um aumento das vendas dos produtos.
"A maioria das decisões de compra é tomada nos primeiros dois segundos. Se podemos
captar a atenção das pessoas fazendo com que olhe um produto durante esse breve período, provavelmente vão conquistar o cliente durante mais tempo", afirmou Jon Ward, analista em marketing, ao comentar o estudo de Westminster.

EFE

A partir de uma ótica mais científica e menos econômica, a assessora e especialista em gestão de recursos humanos Viviana Goren assinala que "o poderoso impacto psico-emocional de obter uma pechincha comercial que em alguns pode chegar a produzir um autêntico 'comichão', pode servir para obter um maior reforço positivo, na hora de premiar nós mesmos por alguma conquista".
"Se conquistamos alguma meta muito importante e queremos comprar um presente como um agrado ou mesmo recompensa e motivação para seguir adiante, não é má ideia ir às compras. E se acharmos uma pechincha, um desconto ou uma simples oferta muito melhor!", garante a especialista Viviana Goren.
Uma das recomendações mais frequentes dos psicólogos para incentivar a força de vontade e a perseverança necessárias para conseguir objetivos a longo prazo, como deixar de fumar, emagrecer achar um namorado ou um novo emprego, consiste em comprar um presente para si mesmo de vez em quando para coroar o sucesso.
"Se nosso objetivo é perder os quilinhos extras depois das festas natalinas e das férias, podemos nos dar o luxo de comprar um prêmio de incentivo, como um CD novo ou um livro, ir ao cinema, fazer um passeio...quando tomamos a atitude de um novo capítulo, como finalmente se matricular na academia", afirma Viviana Goren.
De acordo com a especialista, "dar a nós mesmos um pequeno prêmio ou presente serve de estímulo ou 'reforço positivo' para seguir adiante em nosso empenho e não desistir perante a preguiça, a incerteza e a inconstância, ou simplesmente devido à inércia mental".
O tal "prêmio de honra ao mérito", que não necessariamente precisa ser um objeto material, pode ter um efeito estimulante muito potente no acaso de uma pechincha ou mesmo de uma promoção inesperada, quando vamos às compras, segundo uma recente pesquisa.(")
                                                                                       Fonte: MSN Notícias