quarta-feira, 2 de março de 2011

Maquiagem Indiana

    Você gosta do visual exótico e sensual da maquiagem indiana? Hoje posto algumas dicas para você arrasar.
1º: Aplique sombra marrom no canto interno da pálpebra.
2º: Passe sombra avermelhada no canto externo da pálpebra para criar um degradê no centro dos olhos. 
3º: Com delineador preto, contorne os olhos rente à raiz dos cílios, passando da linha final dos olhos puxando o canto interno para baixo e o externo em direção à sobrancelha. 
4º: Com o pincel de esfumar, aplique sombra iluminadora abaixo da sobrancelha. 
5º: Aplique várias camadas de máscara para cílios preta. 
6º:  Com cola própria para a pele, cole o bindi (acessório indiano que representa o terceiro olho) entre os olhos. 
7º: Finalize com a aplicação de blush e batom em tons de marrom.


    Você também pode aplicar detalhes brilhantes nas mãos e acima das sobrancelhas.

terça-feira, 1 de março de 2011

Complemento: " Proteja sua boca e evite sustos pós-carnaval "

    Samba, suor, cerveja e... claro, muita sedução! Essa fórmula é praticamente infalível para quem quer um carnaval cheio de boas recordações. A agitação dos quatro dias de folia é tamanha que os foleões ficam soltinhos, soltinhos e cheios de amor para dar. O beijo rola solto na praia, na balada, nas ruas, na avenida ou em qualquer cantinho ao som do batuque.Só é preciso tomar cuidado com um temido inconveniente. Muitas doenças, das odontológicas às sexualmente transmissíveis (DST), podem ser transmitidas pela boca, através do beijo ou do sexo oral.

Mas foi só um beijinho!
    Não importa. Existem vários tipos de doenças potencialmente transmissíveis por uma simples troca de saliva e uma delas é inclusive como a doença do beijo a mononucleose. Isso sem falar em cárie, gengivite, candidíase, herpes labial e genital, tuberculose, hepatite, sífilis e gonorréia.

Boca

    O ritmo alucinado da farra, com muitas horas de agito somadas a uma má alimentação e a ingestão de álcool e drogas em excesso, abre as portas do organismo para a entrada de vírus e bactérias. "Para que a contaminação aconteça, é preciso haver a combinação entre a carga infectante em um dos indivíduos e a baixa resistência no outro" , alerta o infectologista Paulo Olzon, da Unifesp. 
    A outra má notícia para os beijoqueiros é que a melhor forma de se proteger com relação a transmissão de doenças pela boca é abstinência ou, pelo menos, uma boca mais comedida, evitando beijar muitas pessoas em pouco tempo ou. "Este cuidado vale para todas as pessoas sadias. Mas, para aquelas com alguma ferida em boca, ele é determinante" , alerta o dentista Pantelis Varvaki Rados, consultor de Estomatologia da Associação Brasileira de Odontologia (ABO) e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.  

Foto: Getty Images

    Inflamações, como aftas e gengivite, sensibilizam a mucosa e facilitam a entrada dos micróbios. "As doenças de maior risco de transmissão são o herpes bucal, em especial os com lesões ativas, e a mononucleose infecciosa, definitivamente transmitida pelo beijo", avalia Pantelis. Há ainda a candidíase, que surge principalmente quando você está com a resistência baixa. O contágio também pode ocorrer por meio de copos e talheres, mas cada vez com menor probabilidade.  
    Segundo uma pesquisa publicada no jornal da Academia de Odontologia Clínica Geral dos EUA, em 2002, cerca de 90% dos pacientes analisados que contraíram o componente oral de uma doença sexualmente transmissível (como a gonorréia) não apresentam sinais evidentes de contágio. Os outros 10% exibiam sintomas como inflamação ou edema na gengiva e hemorragia características de outra doença, a dolorosa gengivite necrosante ulcerativa, que apresenta um odor desagradável. "O cirurgião-dentista pode reconhecer os sintomas orais de uma DST e instruir o paciente a procurar um profissional de saúde para o correto diagnóstico!" , alerta o dentista Pantelis Varvaki Rados.  

Saiba Mais

  • Dieta desintoxicante recupera o corpo
  • Equilibre o corpo após a folia
  • Sexo seguro
    Para reduzir o risco de contaminação através de sexo oral, a regra básica é praticar sexo seguro e usar camisinha. De acordo com o médico infectologista Paulo Olzon, não há estudos científicos suficientes que comprovem a transmissão do vírus HIV, da Aids, por via oral. "A contaminação do vírus pela boca é extremamente difícil, isso ainda não foi comprovado", diz Olzon. O risco de transmissão do HIV através do beijo na boca poderia ser maior entre as pessoas que usam body-piercing na língua ou lábios, mas só quando não houve cicatrização ou há sangramento no lugar do corte mesmo caso de quem usa aparelho ortodôntico e, muitas vezes, tem a mucosa bucal ferida.  
    O especialista em estomatologia e professor da USP, Francisco Pacca, considera a região onde o piercing é colocado uma via de entrada para todos os microorganismos. Pacca fez um estudo com 100 pacientes usuários de piercing bucal, realizando a biópsia das áreas próximas ao acessório. "Em todos os pacientes foram encontradas alterações microscópicas, seja por infecção, inflamação e modificações epiteliais" , conclui.  
Boca-a-boca
    A seguir, conheça as principais doenças que podem ser transmitidas quando você resolve brincar de salada mista  
Cárie: causada por bactérias, é a mais comum das doenças odontológicas. Para prevenir, basta fazer a higienização adequada, com escovação dos dentes e limpeza com fio dental.
Gengivite: trata-se da inflamação da gengiva que, quando não tratada, evolui para um quadro de periodontite. Gengivas vermelhas e sangrantes, raramente dolorosas, caracterizam o mal. "Cáries e doenças periodontais são causadas por bactérias, microorganismos transmitidos por um simples beijo na boca. Mas isso não significa que o contato seja capaz de provocar a instalação da doença" , explica o especialista em estomatologia, Francisco Pacca. hepatite: há risco de transmissão do tipo B da doença, caso haja lesões e feridas na mucosa bucal. O tipo A é transmitido por fezes e o tipo C, apenas por agulhas.
Herpes: o vírus pode ser transmitido mais facilmente na fase aguda, quando está em plena atividade e deixa a boca cheia de pequenas bolhas. "A herpes tipo 1 é caracterizada como labial e a tipo 2 como genital, mas com a prática do sexo oral, o vírus do tipo 1 pode causar a genital e vice-versa" , explica o médico infectologista, Paulo Olzon.
Candidíase: também conhecido como sapinho, caracteriza-se por áreas brancas na mucosa que, quando raspadas, deixam a região vermelha e sangrante.
Gonorréia: apresenta vermelhidão, ardência e prurido na mucosa. Raramente faz feridas mononucleose: popularmente chamada de doença do beijo, apresenta pequenas manchas vermelhas no céu-da-boca. Provoca o aumento do volume dos gânglios. Estes sinais costumam aparecer após um mês do contágio.
Sífilis: ela causa uma ferida indolor no lábio ou na língua e ínguas no pescoço. "A transmissão é considerada muito rara. Mesmo a sífilis genital só atinge pacientes indivíduos com vida sexual extremamente promíscua", explica Paulo Olzon.
                                                                                  Fonte: Portal MSN Hoje

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Sexo oral causa câncer?!

    Recentemente foi descoberto outro transtorno no campo das DST's, sexo oral pode causar câncer de garganta.
    Um estudo publicado no British Medical Journal aponta que o sexo oral pode aumentar as chances de uma pessoa ter câncer na garganta, pessoas que já fizeram sexo oral com mais de quatro parceiros possuem até 3 vezes mais chances do que uma pessoa que nunca praticou sexo oral.
    O câncer está relacionada ao vírus HPV, este é um vírus sexualmente transmissível, e está sendo cada vez mais associado a tumores na região oral.
    Um estudo realizado na Suécia em 1970 mostrava que o vírus HPV era encontrado apenas em 23% dos tumores retirados da boca/garganta, já em 2007 esse número é de 93%. Será que antes de 1970 as pessoas não faziam sexo oral?  O importante é ter sempre atenção e praticar relações sexuais seguras. Lembre-se: use camisinha sempre.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Livre-se dos Transtornos da Transpiração

    Você já deve ter vivido ou visto essa cena: a temperatura começa a subir e com ela a vergonha pelo suor excessivo, mau cheiro, camisa machada, rosto oleoso demais e um cheiro nada agradável nos pés. Para evitar situações embaraçosas como estas, hoje apresento cuidados e produtos para quem quer passar o verão livre dos incômodos recorrentes da transpiração.
    O primeiro passo é diferenciar a transpiração excessiva (hiperidrose) do mau cheiro causado pelo suor (bromidrose). O homem geralmente transpira mais do que a mulher, porém é preciso ver se sua quantidade de transpiração está acima do normal, causando transtornos sociais. Já o o mau cheiro é devido uma bactéria que todos nós temos no nosso corpo. O suor produzido nas axilas tem um conteúdo protéico maior do que o resto de outras partes do corpo. As bactérias se alimentam da gordura do suor e liberam toxinas responsáveis pelo mau cheiro.
    Tanto para a hiperidrose quanto para bromidrose existem tratamentos eficazes. Para o primeiro caso, a aplicação de Toxina Botulínica (botóx), que reduz a transpiração de 60% a 90%. Este é um tratamento que tem alto custo-benefício.
    Já para o mau cheiro em excessoo melhor é consultar seu dermatologista para a indicação de fórmulas manipuladas que vão agir diretamente nas bactérias. E não precisa sentir vergonha por ter cheiro forte pois é absolutamente normal ao ser humano. Para quem não tem problemas graves de transpiração, lembro que quando for a farmácia desodorantes são para atenuar o odor, já os antitranspirantes atuam na redução da transpiração.
    De uma forma geral, ambos diminuem de 30% a 40% os transtornos causados pela transpiração. Existem vários produtos no mercado em formato de sprays, roll on, cremes e talcos. Para quem tem tendência a foliculite (pelo encravado) devem tomar cuidado com produtos em creme ou talco, porque obstruem os poros e podem piorar o quadro. Já os com pele mais sensível, devem evitar produtos a base de álcool.               Lembre-se que antes de aplicar seu desodorante ou antitranspirante, é bom secar as axilas e logo em seguida aplicar o produto e esperar evaporar antes de se vestir, para evitar manchas na camisa. Nos dias mais quentes, o ideal é usar roupas de tecidos naturais, como algodão e linho, que permitem que a pele respire melhor.
    Se você prefere usar desodorantes com perfume, muito cuidado nesta hora e nada de misturar as fragrâncias. Mesmo com teor menor de fixação do que um perfume, ainda assim os desodorantes perfumados podem interferir no seu cheiro final. O mercado oferece uma combinação muito prática para não errar: perfume e desodorante com as mesmas notas olfativas, assim o equilíbrio está garantido.
    Mas não é só com as axilas que deve-se  ter atenção. Com o aumento da temperatura, há maior produção de gordura que pode causar brilho excessivo no rosto. Neste caso, é bom começar a usar cremes antibrilho que regulam a produção das glândulas sebáceas. Também é bom estar sempre com lenços umedecidos que dão um upgrade imediato na aparência.  Eles também podem ser usados para limpar as axilas, caso sinta que seu desodorante está vencendo.
    E não se esqueça dos pés. Já que nem sempre é possível usar chinelos e sandálias, sabemos que sapatos fechados fazem com que nossos pés fiquem mais úmidos no calor, tornando-se um ambiente propício para que aquelas bactérias do suor se proliferem. O uso de um bom talco antissético é altamente recomendado.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Carnaval vs DST's

    Das antigas marchinhas de carnaval até os trios eletricos de hoje, correu muita água debaixo da ponte. Antes os jovens flertavam e hoje a galera fica. O ficar depende de cada um, mas é importante concientizar -se dos riscos para ficar tranquilo. Por isso hoje posto uma reportagem que não é de minha autoria, porém é de suma importância a todos, principalmente aos que pretendem (assim como eu) aproveitar ao máximo neste carnaval.

                                Logotipo do adesivo da Campanha contra AIDS 2010 no RJ 
 
    Desde um beijo até a própria transa tudo deve basear se em cuidados, para não correr riscos sem motivos. As doenças de transmissão sexual também se modificaram ao longo dos anos. Algumas persistem até hoje e outras infelizmente apareceram.
    Se incrementaram tanto ao longo dos anos que até mudaram de nome, de doenças venéreas, como eram conhecidas no tempo das marchinhas agora se chamam DST, ou doenças sexualmente trasnmissiveis, encabeçadas pela mais amedrontadora de todas que é a Aids. As DST são um grande problema de saude publica em todo o mundo, mas podem ser prevenidas e controladas.
    Existem inúmeras doenças transmitidas através do ato sexual que eram chamadas de doenças venéreas e agora tem a denominação de Doenças Sexualmente Transmissíveis, conhecidas pela abreviação DST. As DST são um grande problema de saúde pública em todo o mundo, mas podem ser prevenidas e controladas.
    Desde o fim da década de 80, várias alterações relacionadas as DST ocorreram em todo o mundo. Constatou-se que em todos os países o aumento da transmissão heterossexual do HIV (vírus da AIDS) era facilitada pela infecção anterior ou concomitante de outras DST; As autoridades sanitárias tiveram evidências incontestáveis de que o controle abrangente e consistente das DST na comunidade previne a transmissão do HIV da AIDS. Na década de 70 a faixa etária de pacientes com problemas relacionados às DST situava-se acima dos 30 anos. Atualmente, a média baixou para 12 anos. A incidência mais comum do setor nos últimos anos tem sido o papilomavírus humano (HPV), responsável por mais de 60% das ocorrências de DST no Brasil (seguindo-se a sífilis e as uretrites não-gonocócicas).
    A estimativa da Organização Mundial de Saúde é que surjam 30 milhões de novos casos de DST por ano na América Latina. No Brasil, estima-se em 15 milhões essa ocorrência. Entretanto, esse número pode estar aquém do número real, já que as únicas doenças de notificação compulsória que os médicos devem avisar, obrigatoriamente ao Governo, são a sífilis congênita e a AIDS.

As principais DST
    As DST são transmitidas de uma pessoa para outra através do contato sexual, sendo as principais as seguintes:
1 – Gonorréia – É uma infecção causada por uma bactéria Neisseria gonorrhoeae. No homem parece uma secreção purulenta 2 a 10 dias após o contato sexual suspeito, com dor e ardência ao urinar. É uma infeção só da uretra (uretrite). Na mulher tem aspecto clínico variado desde formas quase sem sintomas até vários tipos de corrimento amarelados e com odor forte na vagina (vaginite) e uretra. A infecção não tratada avança para os testículos (orquite) e a próstata (prostatite) no homem e trompas e útero nas mulheres. Dando em ambos os sexos, dores e infertilidade. A mulher infectada transmite a doença para o filho durante o parto, podendo dar cegueira na infeção dos olhos do bebê.
2 – Sífilis – é uma infeção causada por uma bactéria espiroqueta Treponema pallidum. No homem e na mulher 20 a 30 dias após o contato sexual surgem uma pequena ferida (úlcera) nos órgãos genitais (pênis, vagina, colo do útero, reto). Essa úlcera também é chamada de cancro duro (que vem junto com os gânglios (caroços) na virilha) e ambos desaparecem em um mês, dando a falsa impressão que a doença sarou. Surgem depois de 1 a 2 meses manchas na pele (sífilis secundária) que pode progredir agredindo o sistema nervoso e o coração. As gestantes com sífilis podem ter abortamentos, natimortos ou fetos com problemas de má formação.
3 – Cancro Mole ou Bubão – é causada por uma bactéria chamada Haemophilus ducrey. Neste caso, surgem várias feridas nos genitais (que são doloridas) e na virilha. A secreção dessas feridas podem contaminar diretamente, sem ter relações sexuais, outras pessoas e outras partes do corpo.
4 – Tricomoníase – é causada pelo protozoário Trycomona vaginalis. Na mulher causa um corrimento amarelo, fétido, com cheiro típico, que pode causar irritação urinária. No homem passa despercebido, mas mesmo assim ele pode contaminar e ser contaminado pela mulher. O casal deve fazer o tratamento concomitante.
5 – Herpes Genital – é causada pelo vírus Herpes simplex 1 e 2 . Em ambos os sexos surgem pequenas bolhas que se rompem e causam ardência ou queimação (mas, que cicatrizam sozinhas). Aparecem e desaparecem expontaneamente regulada por estresse ou cliclo menstrual. Não há cura definitiva. O contágio sexual só ocorre quando as bolhas estão no pênis, vagina ou boca.
6 – Condiloma acuminado ou crista de galo - é causado por um vírus HPV ou papilomavírus humano. É uma virose que está relacionada com o câncer de colo do útero e câncer do pênis. É uma doença de difícil tratamento pois, como os anti-bióticos não atuam contra o vírus, precisa ser um medicamento anti-vírus como é usado na AIDS. É caracterizada por uma pequena verruga nos órgãos genitais tanto do homem como da mulher. O tratamento é do casal. Uma mulher com esse vírus deve evitar ficar grávida, pois o filho será contaminado com graves conseqüências. Apresentando mais de noventa tipos diferentes, o HPV provoca verrugas genitais, que muitas vezes agridem o colo do útero, podendo levar ao câncer. O HPV 16, por exemplo, é extremamente agressivo, proliferando-se intensamente nos genitais e no colo uterino até em pacientes de 15 anos, já com câncer no colo do útero provocado pelo HPV.
7 – Cândiase ou Flores Brancas - É uma doença causada por uma micose ou fungo chamada de Candida albicans, que produz um corrimento semelhante a um leite coalhado que causa muita coceira e afeta 20 a 30% das mulheres jovens e adultas. Surge com a gravidez, com a puberdade, diabetes, estresse e antibióticos. No homem dá coceira no pênis, vermelhidão na glande e no prepúcio. Deve se tratar o casal.
8 – AIDS – é uma doença causada pelo vírus HIV (Vírus da imunodeficiência humana) que é transmitido principalmente pelo esperma, sangue, e leite materno, e há suspeitas de que também pela saliva. O beijo só poderá transmitir o vírus no período que está em alta concentração no sangue de um dos parceiros e o outro tem um ferimento na boca. O sexo oral com um parceiro que tem o vírus, tem maior probabilidade de transmissão da infecção, pois o contato é com o semem, aumentando as chances se houver uma ferida na boca
9- Clamidea causada pela Chlamydia trachomatis é considerada atualmente a doença sexualmente transmissível de maior incidência no mundo, podendo atingir homens e mulheres em qualquer fase de suas vidas, desde quando nascem de mães contaminadas ou durante o contato sexual. Nos homens, a principal infecção por via sexual é a uretrite. Essa uretrite tem como característica ser menos purulenta e espontânea do que a gonorréia. Geralmente é matinal e pode demorar dias para se manifestar. Promove em alguns homens disúria (dor ao urinar) e um prurido uretral. Se não identificada e tratada corretamente, pode progredir para uma infecção mais profunda, atingindo os testículos com comprometimento da fertilidade. Nas mulheres, a porta de entrada é o colo uterino. O sintoma, quando ocorre, é um discreto corrimento. As complicações nas mulheres da infecção não tratada são a doença inflamatória pélvica e o aumento do risco de gravidez ectópica (fora do útero, nas trompas). A maioria das pessoas (50% dos homens e 70% das mulheres) infectada não apresenta sintomas ou sinais clínicos, dificultando muito a identificação das pessoas contaminadas. Estas últimas têm um potencial para adquirir sérias complicações, já que na maioria das vezes não procuram cuidados adequados, portando estas infecções duram por longos períodos. Além disso, funcionam como reservatórios e transmitem essas infecções aos parceiros tornando-as um dos principais problemas de saúde pública em todo o mundo.
                                                                                          Fonte: UolSaúde
Após os esclarecimentos vamos nos cuidar e sempre fazer sexo com camisinha!