Não há coisa que reduz a a auto estima feminina mais que os seios caídos ou flácidos. Evite que seu busto perca firmeza colocando em prática alguns conselhos de hidratação e tonificação.
1º: Evite emagrecer de repente. Pois quando isso acontece a pele fica flácida. O efeito sanfona também provoca -a.
2º: Não pratique esportes violentos sem usar um sutiã ou top bem firme.
3º: Tome banho alternadamente com água fria e morna. O frio dá elasticidade e tonicidade à pele.
4º: Pratique esportes recomendáveis para fortalecer a região do peito, como natação, remo e ginástica em aparelhos específicos.
5º: Durma com soutien específico.
6º: Ande com a postura ereta.
7º: Controle o funcionamento da tireóide, dos ovários e da hipófise, que exercem influência direta sobre a forma dos seios.
8º: Massageie os seios com azeite puro durante 10 minutos, friccionando suavemente com a ponta dos dedos, do centro para fora. Aguarde e enxágüe. Duas vezes por dia, vaporize água gelada com cânfora e espere secar.
9º: Para manter a elasticidade da pele dos seios, aplique diariamente um creme hidratante de boa qualidade.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Alimentação e Hormônios
O descontrole dos hormônios pode provocar o aceleramento de uma série de doenças. Regular o metabolismo feminino, que sofre variações com a TPM e a menopausa, virou uma necessidade para a mulher. As vitaminas e sais minerais são de grande ajuda nessa regulagem. Elas estão presentes em frutas como o morango, a laranja e a melancia e o maracujá, no peixe, no azeite de oliva extra virgem, castanha-do-pará e soja.
Outros alimentos que não devem estar fora do cardápio feminino são a amêndoa, (rica em vitamina E e selênio, combate a flacidez); cenoura (rica em vitamina A, controla a oleosidade natural da pele e por isso previne acnes); chocolate amargo (rico em oxidantes, também ajuda a melhorar a pele e combate o envelhecimento), aveia (rica em ácidos graxos, ajuda a hidratar a pele e auxilia na retenção de líquidos); acerola e limão (ricas em vitamina C, que estimulam a produção de colágeno, que dá viço à pele) e as folhas verdes (ricas em cálcio, ferro e fósforo, ajudam a proteger o corpo da mulher contra o câncer e fortalecem os ossos).
Uma dieta saudável para manter os hormônios em equilíbrio previne o envelhecimento precoce e poupa o bolso, já que não será preciso investir em tratamentos e cirurgias plásticas.
Outros alimentos que não devem estar fora do cardápio feminino são a amêndoa, (rica em vitamina E e selênio, combate a flacidez); cenoura (rica em vitamina A, controla a oleosidade natural da pele e por isso previne acnes); chocolate amargo (rico em oxidantes, também ajuda a melhorar a pele e combate o envelhecimento), aveia (rica em ácidos graxos, ajuda a hidratar a pele e auxilia na retenção de líquidos); acerola e limão (ricas em vitamina C, que estimulam a produção de colágeno, que dá viço à pele) e as folhas verdes (ricas em cálcio, ferro e fósforo, ajudam a proteger o corpo da mulher contra o câncer e fortalecem os ossos).
Uma dieta saudável para manter os hormônios em equilíbrio previne o envelhecimento precoce e poupa o bolso, já que não será preciso investir em tratamentos e cirurgias plásticas.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Foi traída... e agora?
A descoberta de uma traição é o desmoronar de tudo aquilo que dava como certo até aquele momento. A pessoa com quem escolheu partilhar a vida quebrou o pacto do amor, da intimidade e da fidelidade ao envolver-se com uma terceira pessoa. Ao sentimento da incredulidade, junta-se uma dor e uma raiva indescritíveis. Sente-se sozinha, incapaz de perdoar e de voltar a confiar no seu parceiro. Não sabe se vai conseguir percorrer o caminho que se segue. Eis o que deve esperar numa primeira fase:
- O choque inicial. Esta é a fase da incredulidade total – é incapaz de compreender que o seu companheiro esteve física, emocional e intimamente ligado a outra pessoa que não você. Passa os dias a reviver o tempo em que a infidelidade ocorreu, fazendo ligações e tentando perceber como é que não viu o que se estava a passar, como é que não viu que a sua vida se tornou uma mentira. Só lhe apetece “acordar” deste pesadelo.
- Raiva e mais raiva. Lentamente, começa a aperceber-se que não se trata de um pesadelo, é a realidade a cores. Confrontada com esta realidade à qual não consegue fugir, os episódios de choro, de gritos, discussões, agressões e o partir de objectos são comuns – sente-se fora de controlo e é assim que vai agir. Nesta fase pode ainda sentir-se fisicamente doente e incapaz de sair da cama, de ir trabalhar ou de ver e falar com outras pessoas.
- O desejo de vingança. Esta será, provavelmente, a fase mais complicada e onde poderá exprimir a sua raiva de formas muito perigosas, pouco saudáveis ou até mesmo ilegais. A fúria pode cegá-la, impedindo-a de pensar de forma clara e racional, o que pode trazer ao de cima o desejo de vingança. Pode começar a magicar e a planear maneiras de se vingar do seu companheiro ou até da pessoa com a qual foi traída. Ideias de como e com quem trair o seu parceiro começam a invadir os seus pensamentos, assim como formas de o magoar pessoal, profissional ou financeiramente. Nesta altura, é preciso pensar que esta é apenas mais uma fase e também esta vai passar. Tomar atitudes baseadas nas emoções e na dor vão provavelmente levá-la a fazer coisas sobre as quais mais tarde vai arrepender-se.
- Dissipar a ira. Esta fase é marcada pelo fim dos episódios violentos e descontrolados, resultando num desgaste emocional onde a dor latente mantém-se. Demasiada cansada e esgotada até para chorar, chegou a altura de tentar uma reconciliação ou então colocar um ponto final na relação. Embora devastada, começa a raciocinar novamente, deixando de pensar na outra mulher e volta as suas atenções para a sua vida, para o seu companheiro e para a forma como vão resolver a situação.
Os 5 passos para a reconciliação
Poderá parecer estranho juntar as palavras “infidelidade” e “reconciliação” na mesma frase, mas o certo é que apenas 30% dos casais que enfrentam uma traição acabam por se separar. Ou seja, a esmagadora maioria consegue ultrapassar o adultério e, segundo psiquiatras, terapeutas e investigadores, a relação emerge mais forte do que nunca! Veja como:
Recomeçar. Se escolheu o caminho da reconciliação, segue-se uma fase de intensa comunicação com o seu parceiro: toda a verdade terá de vir ao de cima (não se martirize ao querer saber os detalhes mais sórdidos) e terão de perceber o porquê desta traição. Exija do seu parceiro total honestidade, que cesse todo e qualquer contacto com a outra mulher (se ainda não o fez), que não desdramatize a situação, que não a culpe exclusivamente a si, esperando que esqueça o assunto de um dia para o outro. Se fez alguma coisa que possa ter contribuído para essa infidelidade, tem de assumir a sua quota-parte da responsabilidade. Este será um processo longo e árduo, onde também você terá de se questionar acerca do seu papel na relação e como melhorá-la. Se, por outro lado, optou por terminar a relação, esta será uma fase de intensa solidão, mas é importante reagir: procurar novos interesses, um novo sentido na vida, sem necessariamente ir a correr para os braços de outro homem (não estará preparada por um novo envolvimento emocional). O importante é não fechar-se em casa, deixando-se entregue à sua tristeza – quanto mais fizer isto, mais difícil será seguir em frente.
Voltar a confiar. Uma comunicação aberta e franca sobre tudo aquilo que aconteceu, o que sentiram e o que sentem agora é meio caminho andado para voltar a estabelecer uma relação de confiança. O regresso a um dia-a-dia onde o seu homem está nitidamente a fazer um esforço para se redimir e voltar a solidificar a vossa relação é um bom sinal. Da sua parte, também terá de estar preparada para perdoar e para não dificultar uma situação que por si só já é complicada. Mais uma vez, este será um processo moroso e contínuo, mas que pode ser apoiado pelo estabelecimento de uma nova data para o vosso aniversário, uma mudança no vosso estilo de vida, a instituição de uma nova forma de comunicação, entre outros. O ideal não é procurar a relação que tinham, mas sim começar de novo.
Lembranças e memórias. O que nunca vai poder apagar da mente serão nomes, lugares, ou momentos que vão recordar a altura em que o seu companheiro foi infiel: pode ser uma música muito popular naquela época ou o restaurante pelo qual passa quando vai ao dentista e onde sabe que eles jantaram frequentemente. Estas lembranças podem surgir a qualquer momento e não há nada que possa fazer para as evitar, apenas evite ficar obcecada com coisas que estão agora no passado, que não pode mudar e que no fundo está a tentar esquecer e enterrar.
Estabelecer objectivos realistas. Quer queira, quer não, a relação com o seu parceiro nunca será como antes. Terá de questionar-se: consigo viver com esta nova realidade? Vou conseguir perdoar o meu companheiro e não falar sobre a sua traição todos os dias? Confio nele? Ele já assumiu a sua responsabilidade, a sua culpa? Tem-se dedicado à reconciliação? Foi totalmente honesto quando disse que nunca mais voltaria a acontecer nada semelhante? Se sim, a reconciliação é um objectivo realista. Se, por outro lado, o seu parceiro continua a desmentir o seu caso amoroso, não responde às suas perguntas, continua a agir de forma suspeita e/ou mantém o contacto com a outra mulher, terá de avaliar se vai conseguir viver assim. Talvez a reconciliação não seja uma meta razoável. Terá de pensar em si. Coloque-se em primeiro lugar.
O novo eu. Com ou sem o seu homem, vai recuperar e bem. Vai demorar o seu tempo, mas sairá deste momento horrível uma pessoa mais forte, mais saudável, mais atenta. As lições mais importantes a retirar são: não pode entregar a sua felicidade numa bandeja a outra pessoa, nem estar totalmente dependente do seu parceiro, seja ele quem for. Cultive os seus próprios interesses e amigos, tenha uma vida própria – se a relação não sobreviver, terá uma rede de apoio; se sobreviver, esta será uma preciosa lição de vida e de crescimento pessoal. Já Nietzsche dizia: o que não me mata, só me fortalece.
Relações mais fortes
Está comprovado que os casais que conseguem sobreviver e ultrapassar uma infidelidade, acabam por sair dessa crise com uma relação mais forte do que nunca. Como? Para começar, reconheceram que não seria um obstáculo muito fácil de contornar e deram, um ao outro, o espaço e o tempo necessário para o fazer; não foram impulsivos e pensaram profundamente naquilo que era melhor para cada um; não se deixaram influenciar por familiares ou amigos; dedicaram-se em conjunto à reconciliação e comprometeram-se a serem honestos, comunicativos e capazes. Só o facto de terem ultrapassado, com amor e dedicação, um momento tão delicado como uma traição é o suficiente para fortalecer qualquer relação. Com uma nova linha de comunicação aberta, novas ideias, emoções e interesses vão reavivar a vida a dois. E já se sabe: quanto mais investir numa relação, maior e melhor será o retorno final.
Texto retirado do blog "Entre Mulheres"
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Cirurgias plásticas (Top Five)
O Brasil é referência em cirurgias plásticas. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, são realizadas no país 629 mil cirurgias plásticas por ano. O Brasil é inclusive destino de estrangeiros atraídos por preços mais baixos dos que os do exterior e pela boa reputação dos médicos brasileiros.
E nesse país tropical, a preocupação com a aparência tem níveis altíssimos. Dentre as queixas mais comuns de quem procura um consultório de um cirurgião plástico estão a barriga, o tamanho dos seios, o envelhecimento da pele, a aparência do nariz e das orelhas.
No entanto, uma cirurgia plástica é uma decisão que envolve riscos de possíveis complicações a arrependimentos, pois mexe com a saúde e a aparência. A plástica não garante satisfação, mas quando observados alguns pontos e tomados os cuidados certos, pode ser fonte de boa melhora na autoestima. Confira esses cuidados e saiba mais sobre as cinco cirurgias mais feitas no Brasil, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
Lipoaspiração
As estatísticas da SBCP, indicam que são realizadas 90.000 lipoaspirações por ano. A lipoaspiração está sujeita às mesmas complicações que qualquer outro procedimento cirúrgico, por isso é precisos estar atento as cuidados antes da cirurgia. Doenças cardíacas graves, alterações pulmonares, anemia, diabetes e hipertensão arterial precisam estar sob controle para que o paciente seja operado.
Outra grande contra-indicação diz respeito às alterações psicológicas, como depressão e doenças ligadas à auto-imagem, como a anorexia e a bulimia. Nesses casos é preciso acompanhamento profissional psicológico antes da cirurgia. Para prevenir problemas é necessário que o médico investigue se o paciente apresenta histórico anterior de flebite e trombose nas pernas.
Desconfie de promessas milagrosas. "Minilipo", "lipinho" ou "lipo Light" são nomes que seduzem e podem até confundir quem quer melhorar o contorno corporal, mas tem medo de se submeter a uma cirurgia. ?Não considero apropriado 'mascarar' o procedimento, lipoaspiração é sempre lipoaspiração, com os seus riscos e benefícios. É preocupante observar a banalização das lipoaspirações de pequeno porte.
Prótese de silicone
Ter seios volumosos e firmes é uma das grandes ambições das brasileiras. De acordo com a Associação Brasileira de Cirurgia Plástica, 21% das cerca de 460 mil cirurgias estéticas realizadas em 2009 foram de aumento de mama. Uma grande preocupação atual dos médicos está no exagero do tamanho pedido por algumas pacientes. "Tão importante quanto resolver essa desarmonia estética é adequar o tamanho do implante ao tipo corporal de cada mulher. Uma prótese grande fica bem para uma mulher alta ou que tenha quadris largos, já nas baixinhas pode passar a impressão que a mulher está acima do peso", afirma Rubens Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada (SP).
Um mito sobre as próteses é o de que elas impedem a amamentação. As próteses são colocadas abaixo das glândulas mamárias, não interferindo no aleitamento. Outro questionamento recorrente sobre o silicone é sobre a validade das próteses. Quanto a este ponto, antes que a paciente se submeta à cirurgia, é preciso que o médico esclareça que uma prótese de silicone não dura por toda a vida. No entanto, o tempo de vida útil de uma prótese é algo imponderável e completamente individual. É preciso entender que o corpo encara a prótese como um transplante, e, em alguns casos, há rejeição à prótese de silicone.
É aconselhável que a cada ano após o implante, se faça uma revisão da prótese, pois a troca também pode se tornar necessária em função da flacidez da pele ou do reposicionamento dos seios. Por exemplo, depois de uma gestação, o corpo da mulher passa por uma série de transformações, e a troca da prótese pode ser feita para devolver o equilíbrio à silhueta.
Rejuvenescimento facial
Também conhecido como ritidoplastia, a cirurgia é a mais procurada para quem quer dar "aquela levantada" na expressão. Para que a cirurgia da face dê certo, ela deve ser calculada tendo por base todas as regiões do rosto e do seu entorno, inclusive pescoço e couro cabeludo. Em geral, o paciente deve ficar em repouso por até 15 dias e é importante que se observe o surgimento de hematomas, que devem ser drenados, pois podem evoluir para uma necrose.
Atualmente, são utilizadas técnicas que reposicionam os tecidos, dando um resultado mais natural, restaurando a forma e o volume de áreas que haviam "murchado". A técnica é a mais indicada para quem está preocupado com a flacidez facial, pois o laser ou luzes polarizadas e pulsáteis não são capazes de substituir a cirurgia. Esses procedimentos podem até melhorar a qualidade da pele, mas não corrigem a flacidez, o excesso epidérmico e as rugas profundas e extensas, servindo melhor como tratamentos complementares.
Rinoplastia
A plástica de nariz traz como maiores riscos as deformações e assimetrias. No entanto, conforme explica Alan Landecker, hoje, os melhores consultórios usam uma técnica que têm 96% de sucesso, que é a chamada técnica estruturada. Ela consiste no seguinte: em vez de apenas cortar os ligamentos entre as cartilagens do nariz, como ocorria na antiga técnica, há um fortalecimento do esqueleto, através de vigas de cartilagem. Como qualquer outra plástica, o resultado estético da rinoplastia é previamente avaliado, havendo casos em que a cirurgia pode não trazer bons resultados.
Otoplastia
Não poder prender os cabelos com o calor que faz nas estações mais quentes é, no mínimo, um grande incômodo. Isso é uma preocupação frequente em quem tem "orelhas de abano": um problema que pode parecer insignificante, mas que mexe com a autoestima. A cirurgia é feita, em muitos casos, ainda na infância. Por volta dos três anos e meio de idade, as cartilagens já atingiram 90% do seu tamanho. Portanto, crianças que apresentam as orelhas salientes podem submeter-se à otoplastia bem cedo. Os cirurgiões plásticos recomendam que se espere até seis ou sete anos de idade para que o procedimento seja realizado.
E nesse país tropical, a preocupação com a aparência tem níveis altíssimos. Dentre as queixas mais comuns de quem procura um consultório de um cirurgião plástico estão a barriga, o tamanho dos seios, o envelhecimento da pele, a aparência do nariz e das orelhas.
No entanto, uma cirurgia plástica é uma decisão que envolve riscos de possíveis complicações a arrependimentos, pois mexe com a saúde e a aparência. A plástica não garante satisfação, mas quando observados alguns pontos e tomados os cuidados certos, pode ser fonte de boa melhora na autoestima. Confira esses cuidados e saiba mais sobre as cinco cirurgias mais feitas no Brasil, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
Lipoaspiração
As estatísticas da SBCP, indicam que são realizadas 90.000 lipoaspirações por ano. A lipoaspiração está sujeita às mesmas complicações que qualquer outro procedimento cirúrgico, por isso é precisos estar atento as cuidados antes da cirurgia. Doenças cardíacas graves, alterações pulmonares, anemia, diabetes e hipertensão arterial precisam estar sob controle para que o paciente seja operado.
Outra grande contra-indicação diz respeito às alterações psicológicas, como depressão e doenças ligadas à auto-imagem, como a anorexia e a bulimia. Nesses casos é preciso acompanhamento profissional psicológico antes da cirurgia. Para prevenir problemas é necessário que o médico investigue se o paciente apresenta histórico anterior de flebite e trombose nas pernas.
Desconfie de promessas milagrosas. "Minilipo", "lipinho" ou "lipo Light" são nomes que seduzem e podem até confundir quem quer melhorar o contorno corporal, mas tem medo de se submeter a uma cirurgia. ?Não considero apropriado 'mascarar' o procedimento, lipoaspiração é sempre lipoaspiração, com os seus riscos e benefícios. É preocupante observar a banalização das lipoaspirações de pequeno porte.
Prótese de silicone
Ter seios volumosos e firmes é uma das grandes ambições das brasileiras. De acordo com a Associação Brasileira de Cirurgia Plástica, 21% das cerca de 460 mil cirurgias estéticas realizadas em 2009 foram de aumento de mama. Uma grande preocupação atual dos médicos está no exagero do tamanho pedido por algumas pacientes. "Tão importante quanto resolver essa desarmonia estética é adequar o tamanho do implante ao tipo corporal de cada mulher. Uma prótese grande fica bem para uma mulher alta ou que tenha quadris largos, já nas baixinhas pode passar a impressão que a mulher está acima do peso", afirma Rubens Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada (SP).
Um mito sobre as próteses é o de que elas impedem a amamentação. As próteses são colocadas abaixo das glândulas mamárias, não interferindo no aleitamento. Outro questionamento recorrente sobre o silicone é sobre a validade das próteses. Quanto a este ponto, antes que a paciente se submeta à cirurgia, é preciso que o médico esclareça que uma prótese de silicone não dura por toda a vida. No entanto, o tempo de vida útil de uma prótese é algo imponderável e completamente individual. É preciso entender que o corpo encara a prótese como um transplante, e, em alguns casos, há rejeição à prótese de silicone.
É aconselhável que a cada ano após o implante, se faça uma revisão da prótese, pois a troca também pode se tornar necessária em função da flacidez da pele ou do reposicionamento dos seios. Por exemplo, depois de uma gestação, o corpo da mulher passa por uma série de transformações, e a troca da prótese pode ser feita para devolver o equilíbrio à silhueta.
Rejuvenescimento facial
Também conhecido como ritidoplastia, a cirurgia é a mais procurada para quem quer dar "aquela levantada" na expressão. Para que a cirurgia da face dê certo, ela deve ser calculada tendo por base todas as regiões do rosto e do seu entorno, inclusive pescoço e couro cabeludo. Em geral, o paciente deve ficar em repouso por até 15 dias e é importante que se observe o surgimento de hematomas, que devem ser drenados, pois podem evoluir para uma necrose.
Atualmente, são utilizadas técnicas que reposicionam os tecidos, dando um resultado mais natural, restaurando a forma e o volume de áreas que haviam "murchado". A técnica é a mais indicada para quem está preocupado com a flacidez facial, pois o laser ou luzes polarizadas e pulsáteis não são capazes de substituir a cirurgia. Esses procedimentos podem até melhorar a qualidade da pele, mas não corrigem a flacidez, o excesso epidérmico e as rugas profundas e extensas, servindo melhor como tratamentos complementares.
Rinoplastia
A plástica de nariz traz como maiores riscos as deformações e assimetrias. No entanto, conforme explica Alan Landecker, hoje, os melhores consultórios usam uma técnica que têm 96% de sucesso, que é a chamada técnica estruturada. Ela consiste no seguinte: em vez de apenas cortar os ligamentos entre as cartilagens do nariz, como ocorria na antiga técnica, há um fortalecimento do esqueleto, através de vigas de cartilagem. Como qualquer outra plástica, o resultado estético da rinoplastia é previamente avaliado, havendo casos em que a cirurgia pode não trazer bons resultados.
Otoplastia
Não poder prender os cabelos com o calor que faz nas estações mais quentes é, no mínimo, um grande incômodo. Isso é uma preocupação frequente em quem tem "orelhas de abano": um problema que pode parecer insignificante, mas que mexe com a autoestima. A cirurgia é feita, em muitos casos, ainda na infância. Por volta dos três anos e meio de idade, as cartilagens já atingiram 90% do seu tamanho. Portanto, crianças que apresentam as orelhas salientes podem submeter-se à otoplastia bem cedo. Os cirurgiões plásticos recomendam que se espere até seis ou sete anos de idade para que o procedimento seja realizado.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Atenção! Doenças causadas por uso de álcool dobra em jovens.
Essa postagem vai especialmente para os jovens que gostam de uma bebidinha (assim como eu). Vocês sabiam que entre 2000 e 2001, 230 pessoas com menos de 30 anos foram internadas na Inglaterra por doença hepática causada pelo álcool.
Mas entre 2009 e 2010, esse número chegou a 351, segundo o Centro de Informação do NHS (Sistema Público de Saúde Britânico).
Isto é apenas uma pequena fração das 14.500 pessoas com idade superior a 31 anos que foram internadas por problemas de fígado relacionados ao álcool no ano passado. O hepatologista Jonathan Mitchell, dos hospitais do NHS, acredita ainda que o número 351 foi "subestimado" devido à forma como o sistema público registra tais estatísticas.
Vamos beber, porém façam a ingestão de álcool com modaderação.
Mas entre 2009 e 2010, esse número chegou a 351, segundo o Centro de Informação do NHS (Sistema Público de Saúde Britânico).
Isto é apenas uma pequena fração das 14.500 pessoas com idade superior a 31 anos que foram internadas por problemas de fígado relacionados ao álcool no ano passado. O hepatologista Jonathan Mitchell, dos hospitais do NHS, acredita ainda que o número 351 foi "subestimado" devido à forma como o sistema público registra tais estatísticas.
Vamos beber, porém façam a ingestão de álcool com modaderação.
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