sábado, 7 de janeiro de 2012
Estressado(a)?! Faça sexo matinal!
Se você anda de mau humor, já tentou de tudo e não sabe como melhorá-lo, a solução pode ser bem mais simples que você imaginava: ao acordar, continue na cama e pratique sexo matinal. De acordo com uma pesquisa da educadora sexual Debby Herbenick, da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, o ato faz se sentir mais feliz ao longo do dia e ainda pode fortalecer o sistema imunológico.
As relações sexuais no período da manhã liberam oxitocina, hormônio da paixão, ou seja, deixará o casal mais amoroso e ligado. Também elevam os níveis de IgA, um anticorpo que protege contra infecções.
Os benefícios não param por aí. Já ouviu dizer que transar deixa a pele, as unhas e o cabelo mais vistosos? Pois é a mais pura verdade. Isso porque aumenta as taxas do hormônio estrogênio.
Nem sempre é fácil encontrar tempo para transar ao despertar. Filhos e afazeres domésticos podem atrapalhar. Mas dedique um tempo do seu dia para o sexo matinal. O empenho vale a pena, certo?
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Sintomas Primários HIV
Você manteve relações sexuais sem proteção?! Está preocupado?! Você sabia que algumas vezes é possível reconhecer se você contraiu o vírus HIV, por meio de sinais e sintomas? A maior parte dos recém infectados apresentam sintomas na face inicial de contágio.
A infecção primária do HIV ocorre nas primeiras semanas ou meses depois que uma pessoa é infectada pelo o HIV. Os sintomas incluem principalmente edemas nos ganglios linfáticos e/ou febre persistente, comumente também apresentam uma ou mais das situações a seguir: indisposição (que é uma sensação de fraqueza, desconforto e fadiga) sem motivo aparente, perda de apetite e grande perda de peso, feridas na boca ou genitais, dores nas articulações ou músculos, dores de cabeça, diarréia extensa, suores noturnos, náusea e vômitos. Geralmente os sintomas começam a surgir a partir de uma semana após o possível contágio, pois há um período de incubação de alguns dias a algumas semanas entre o período de quando a pessoa foi exposta ao HIV a até quando os sintomas aparecem, ou seja se você foi exposto ao vírus hoje, certamente não apresentará tais sintomas amanhã.
Se você apresenta algum(s) dos sintomas acima, não quer dizer necessariamente que você foi infectado. Muitas outras doenças podem causar esses sintomas. Por exemplo, muitas pessoas com uma febre ou dor de garganta, podem estar vivenciando doenças comuns como um resfriado, ou gripe. Então, não entre em pânico. Mas, se você tem alguns desses sintomas e sente que há uma mínima possibilidade de que você tenha sido exposto ao HIV, como uma atividade sexual desprotegida recente ou compartilhado uma seringa, até mesmo com alguém que você acredita que seja HIV negativo, é imprescindível que você procure seu médico e faça o teste de HIV.
Se você não apresenta nenhum desses sintomas, também não significa que você é soro negativo. Pois parte das pessoas que contraem HIV nunca mostram os sintomas de infecção primária do HIV. Ou seja, se você expôs-se de qualquer forma, não acredite que você seja HIV negativo, tão somente porque você não sentiu os sintomas primários de infecção do HIV.
Quando você for ao médico com algum desses sintomas, é muito importante que mencione fatores de risco que possa estar ocorrendo com você e assim, poderia ser realizado um teste contigo. Se você até tenha feito sexo sem proteção, mesmo que seja uma vez, se usou drogas injetáveis ou pense que pode estar tendo alguma infeção primária do HIV, confie em dizer ao seu médico. Estando disposto a realizar um teste de HIV, você estará fazendo a sua parte para reduzir a contaminação da doença. Pessoas que contraem o HIV são, na maioria, infectadas pelo outro durante o período de infecção primária do HIV dele. Nessa fase, a carga viral no sangue, no sêmen, ou as secreções vaginais é muito alta e ficam deveras mais propensos a infecção.
Atualmente indivíduos infectados que conhecem seu status, podem notificar seus parceiros e seguir os passos para reduzir os riscos de infectar outrem. Naturalmente, se você é sexualmente ativo ou compartilha seringas, você deveria aguardar até você saber se tem HIV para praticar sexo seguro. Então, proteja-se a si próprio e aos que estão à sua volta. Se você ainda não fez o teste do HIV, faça-o agora. Se você é sexualmente ativo, pratique sexo seguro para reduzir seu risco.
E se você acha que possa ter sido exposto ao HIV e está tendo sinais e sintomas parecidos com de infecção primária do HIV, não espere. Procure seu médico rapidamente e peça um teste de HIV. Procurar orientação médica pode salvar a sua vida e as vidas de muitos outros. E nunca, nunca mesmo, se esqueça, sempre faça sexo com camisinha, e não compartilhe objetos perfurantes ou cortantes.
A infecção primária do HIV ocorre nas primeiras semanas ou meses depois que uma pessoa é infectada pelo o HIV. Os sintomas incluem principalmente edemas nos ganglios linfáticos e/ou febre persistente, comumente também apresentam uma ou mais das situações a seguir: indisposição (que é uma sensação de fraqueza, desconforto e fadiga) sem motivo aparente, perda de apetite e grande perda de peso, feridas na boca ou genitais, dores nas articulações ou músculos, dores de cabeça, diarréia extensa, suores noturnos, náusea e vômitos. Geralmente os sintomas começam a surgir a partir de uma semana após o possível contágio, pois há um período de incubação de alguns dias a algumas semanas entre o período de quando a pessoa foi exposta ao HIV a até quando os sintomas aparecem, ou seja se você foi exposto ao vírus hoje, certamente não apresentará tais sintomas amanhã.
Se você apresenta algum(s) dos sintomas acima, não quer dizer necessariamente que você foi infectado. Muitas outras doenças podem causar esses sintomas. Por exemplo, muitas pessoas com uma febre ou dor de garganta, podem estar vivenciando doenças comuns como um resfriado, ou gripe. Então, não entre em pânico. Mas, se você tem alguns desses sintomas e sente que há uma mínima possibilidade de que você tenha sido exposto ao HIV, como uma atividade sexual desprotegida recente ou compartilhado uma seringa, até mesmo com alguém que você acredita que seja HIV negativo, é imprescindível que você procure seu médico e faça o teste de HIV.
Se você não apresenta nenhum desses sintomas, também não significa que você é soro negativo. Pois parte das pessoas que contraem HIV nunca mostram os sintomas de infecção primária do HIV. Ou seja, se você expôs-se de qualquer forma, não acredite que você seja HIV negativo, tão somente porque você não sentiu os sintomas primários de infecção do HIV.
Quando você for ao médico com algum desses sintomas, é muito importante que mencione fatores de risco que possa estar ocorrendo com você e assim, poderia ser realizado um teste contigo. Se você até tenha feito sexo sem proteção, mesmo que seja uma vez, se usou drogas injetáveis ou pense que pode estar tendo alguma infeção primária do HIV, confie em dizer ao seu médico. Estando disposto a realizar um teste de HIV, você estará fazendo a sua parte para reduzir a contaminação da doença. Pessoas que contraem o HIV são, na maioria, infectadas pelo outro durante o período de infecção primária do HIV dele. Nessa fase, a carga viral no sangue, no sêmen, ou as secreções vaginais é muito alta e ficam deveras mais propensos a infecção.
Atualmente indivíduos infectados que conhecem seu status, podem notificar seus parceiros e seguir os passos para reduzir os riscos de infectar outrem. Naturalmente, se você é sexualmente ativo ou compartilha seringas, você deveria aguardar até você saber se tem HIV para praticar sexo seguro. Então, proteja-se a si próprio e aos que estão à sua volta. Se você ainda não fez o teste do HIV, faça-o agora. Se você é sexualmente ativo, pratique sexo seguro para reduzir seu risco.
E se você acha que possa ter sido exposto ao HIV e está tendo sinais e sintomas parecidos com de infecção primária do HIV, não espere. Procure seu médico rapidamente e peça um teste de HIV. Procurar orientação médica pode salvar a sua vida e as vidas de muitos outros. E nunca, nunca mesmo, se esqueça, sempre faça sexo com camisinha, e não compartilhe objetos perfurantes ou cortantes.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Fiz Sexo sem Camisinha! E agora?!
Hoje vamos falar de um assunto muito sério, sexo sem proteção. Em todas as relações sexuais é importante que você se proteja de gravidez indesejada ou doenças transmissíveis sexualmente. Se você tenha feito sexo sem camisinha ou tenha sido estuprada (o), requer que tome algumas providências. Saiba que medidas tomar:
1ª: Se você foi estuprada (o), procure imediatamente um pronto-socorro ou um serviço de apoio a mulheres vítimas de violência sexual sem se higienizar. Assim será possível colher amostras de sêmen para identificar o agressor (mesmo que você o conheça, esse exame é que poderá comprovar a identidade dele perante a Justiça). Colabore em tudo o que for possível com o profissional que examinar você, respondendo as perguntas sincera e claramente.
2ª: Se você manteve relações sexuais sem se proteger ou se o preservativo rasgou ou saiu durante a relação, procure um médico em no máximo 72 horas. Você pode recorrer ao seu ginecologista ou a um infectologista, ir a um pronto-socorro ou a algum centro médico especializado.
3ª: Dependendo do tipo de exposição sexual (com ou sem violência; com ou sem ejaculação, penetração vaginal, anal ou oral), das informações que você tiver sobre o parceiro (portador de HIV, hepatite B ou C, outra doença sexualmente transmissível, como gonorréia, sífilis, tricomoníase) e do tempo entre o ato sexual e a consulta, o médico decidirá se você deve tomar alguma medicação. Pode ser uma medicação para combater a possibilidade de contágio de HIV, sífilis, gonorréia ou tricomoníase, ou ainda uma vacina contra a hepatite B. Ele vai avaliar também a necessidade de tomar vacina antitetânica ou um reforço, se você já foi vacinado.
4ª: Mulheres, se a consulta com o médico ocorrer dentro das 72 horas após a relação, dependendo do caso e se você estiver de acordo com o método (pois este é abortivo), existe a possibilidade de tomar um anticoncepcional de emergência (a chamada "pílula do dia seguinte").
5ª: Dentro do possível, procure fazer uma consulta junto com o seu parceiro (a), para que os dois possam ser examinados.
6ª: Não mantenha nenhuma relação sexual até que você tenha certeza de que não existem riscos de contágio de nenhuma doença sexualmente transmissível.
7ª: Depois da primeira consulta, você deve fazer check-ups periódicos com o seu médico e repetir a cada seis meses os exames de sangue para comprovar que não contraiu os vírus do HIV, da hepatite B ou da hepatite C.
Embora não exista unanimidade sobre o risco de contágio em cada tipo de atividade sexual, o maior é em receber penetração anal com ejaculação. Depois vêm receber as penetrações vaginais, com ou sem ejaculação, a anal sem ejaculação, realizar a penetração anal-vaginal e sexo oral. Nas agressões sexuais, o risco costuma ser maior devido à possibilidade de ferimentos anais ou genitais.
Peça ao seu médico indicações por escrito de medicações e cuidados a tomar, além da data da próxima consulta. Se o seu médico receitar um remédio, peça informações a ele sobre os efeitos colaterais e como tomá-lo. Não suspenda a medicação indicada sem antes consultar o profissional que a prescreveu.
Se você tiver febre, gânglios inflamados, dor de garganta, erupção no corpo, dores musculares, dor de cabeça ou diarréia, consulte imediatamente o seu médico e conte que você manteve relação sexual sem se proteger com preservativo.
Nunca se esqueça, use camisinha sempre!
1ª: Se você foi estuprada (o), procure imediatamente um pronto-socorro ou um serviço de apoio a mulheres vítimas de violência sexual sem se higienizar. Assim será possível colher amostras de sêmen para identificar o agressor (mesmo que você o conheça, esse exame é que poderá comprovar a identidade dele perante a Justiça). Colabore em tudo o que for possível com o profissional que examinar você, respondendo as perguntas sincera e claramente.
2ª: Se você manteve relações sexuais sem se proteger ou se o preservativo rasgou ou saiu durante a relação, procure um médico em no máximo 72 horas. Você pode recorrer ao seu ginecologista ou a um infectologista, ir a um pronto-socorro ou a algum centro médico especializado.
3ª: Dependendo do tipo de exposição sexual (com ou sem violência; com ou sem ejaculação, penetração vaginal, anal ou oral), das informações que você tiver sobre o parceiro (portador de HIV, hepatite B ou C, outra doença sexualmente transmissível, como gonorréia, sífilis, tricomoníase) e do tempo entre o ato sexual e a consulta, o médico decidirá se você deve tomar alguma medicação. Pode ser uma medicação para combater a possibilidade de contágio de HIV, sífilis, gonorréia ou tricomoníase, ou ainda uma vacina contra a hepatite B. Ele vai avaliar também a necessidade de tomar vacina antitetânica ou um reforço, se você já foi vacinado.
4ª: Mulheres, se a consulta com o médico ocorrer dentro das 72 horas após a relação, dependendo do caso e se você estiver de acordo com o método (pois este é abortivo), existe a possibilidade de tomar um anticoncepcional de emergência (a chamada "pílula do dia seguinte").
5ª: Dentro do possível, procure fazer uma consulta junto com o seu parceiro (a), para que os dois possam ser examinados.
6ª: Não mantenha nenhuma relação sexual até que você tenha certeza de que não existem riscos de contágio de nenhuma doença sexualmente transmissível.
7ª: Depois da primeira consulta, você deve fazer check-ups periódicos com o seu médico e repetir a cada seis meses os exames de sangue para comprovar que não contraiu os vírus do HIV, da hepatite B ou da hepatite C.
Embora não exista unanimidade sobre o risco de contágio em cada tipo de atividade sexual, o maior é em receber penetração anal com ejaculação. Depois vêm receber as penetrações vaginais, com ou sem ejaculação, a anal sem ejaculação, realizar a penetração anal-vaginal e sexo oral. Nas agressões sexuais, o risco costuma ser maior devido à possibilidade de ferimentos anais ou genitais.
Peça ao seu médico indicações por escrito de medicações e cuidados a tomar, além da data da próxima consulta. Se o seu médico receitar um remédio, peça informações a ele sobre os efeitos colaterais e como tomá-lo. Não suspenda a medicação indicada sem antes consultar o profissional que a prescreveu.
Se você tiver febre, gânglios inflamados, dor de garganta, erupção no corpo, dores musculares, dor de cabeça ou diarréia, consulte imediatamente o seu médico e conte que você manteve relação sexual sem se proteger com preservativo.
Nunca se esqueça, use camisinha sempre!
sábado, 31 de dezembro de 2011
Bom dia leitores amigos do Antenada, desejamos a todos vocês um um feliz Ano Novo. Desejamos que todos os teus sonhos realizem-se, que todas as tuas metas sejam alcançadas e que a vida sorria para ti!
Agradecemos pela presençã de todos vocês, e esperamos que continue assim ainda por muitos anos!
Beijos, felicidades, e juízo nas comemorações!
Agradecemos pela presençã de todos vocês, e esperamos que continue assim ainda por muitos anos!
Beijos, felicidades, e juízo nas comemorações!
Pornografia e Impotência Sexual
Internet is for porn, já dizia o milenar ditado chinês. De fato, a pornografia sempre esteve e sempre estará arraigada na diversidade cultural da humanidade. Acredite, qualquer coisa que o homem faça, sempre terá a sua versão pornô. No entanto, foi em tempos de internet de alta velocidade que a pornografia encontrou o seu oásis.
Se antes a molecada transbordando hormônios tinha que apelar para miniaturas de capas da Playboy em classificados, hoje basta ficar sozinho em casa para acessar um site. Existe uma grande variedade de conteúdo pornográfico na rede, para todos os gostos e totalmente gratuito!
Porém, as coisas não são só alegrias como a maioria pensa. Um estudo da Universidade de Pádua, localizada na Itália, concluiu que o excesso de pornografia pode causar disfunção erétil, além de diminuir a libido nos homens. Isso acontece por que o grande número de opções de pornografia na internet está diminuindo a sensibilidade dos receptáculos de prazer masculino no cérebro, especialmente os responsáveis por liberar a dopamina, neurotransmissor que ativa o nosso modo especial.
Por esses neurotransmissores serem ativados muitas vezes, a noção fisiológica de felicidade e recompensa provida pelo sexo de verdade acaba diminuindo. E por tantas vezes termos visto mulheres, dos mais variados tipos, nuas e nas mais diversas posições, na ocasião em que realmente estivermos com uma de verdade, toda aquela situação vai parecer normal demais e não muito excitante. Então você inconscientemente ficará tenso, o que é ruim para a ereção. Isso foi abordado no artigo “Disfunção sexual induzida pela pornografia é um problema que só cresce“, publicado no jornal Psychology Today.
O pior de tudo é que a pesquisa foi focada em homens com seus 20 e poucos anos, justamente quando eles deveriam estar no auge da sua virilidade. O mais impressionante é que muitos jovens confirmaram o desânimo em praticar sexo de verdade e que algumas vezes ficaram em situações embaraçosas diante de suas parceiras. Ainda segundo a pesquisa, estamos presenciando a criação de uma geração viciada em pornografia.
E quando eu digo vício não estou fazendo uma analogia. É vício físico mesmo, dependência química! O estudo percebeu que aqueles que tentam se libertar do vício de ver pornografia sofrem sintomas típicos de dependentes químicos, além de insônia e uma condição parecida com resfriado.
Fonte: GuiaDoPc.com
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